ERER | PET Produção e Política Cultural

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O Projeto de Ensino Educação para as Relações Étnico-Raciais: noções básicas, estratégias e desafios criado durante a Pandemia de Covid-19 surge da inquietação das bolsistas do Programa de Educação Tutorial- Produção e Política Cultural (PET-PPC) e membras do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas- Maria Cezarina Cardozo (NEABI-Mocinha) Athemis Fonseca e Amanda Alves que identificaram a necessidade de aprofundar os estudos dessas temáticas em toda a Universidade Federal do Pampa.

O projeto atende a 5 (cinco) grupos da Universidade Federal do Pampa nesta primeira edição: @pet.ppc@letraspet, Pibid- História (Jaguarão), Pibid- Ciências Humanas (São Borja) e o próprio @neabimocinha. Os encontros acontecem uma vez por mês (abril-dez/2021) e conta com nomes de pesquisadores especialistas nos estudos de educação para as relações étnico-raciais e terá como atividade fim a produção de uma cartilha de orientações básicas para a educação das relações étnico-raciais.

 

Nesta segunda-feira, 2 de agosto, nos encontramos para mais um Movimento Educador, lembrando que essa atividade deveria ter ocorrido na semana passada. No entanto devido a falta de energia elétrica que impossibilitou que nossa convidada permanecesse na vídeo chamada o evento foi reagendado.

Desejamos à todas e todos um ótimo encontro!


Movimento Educador 4

“A vivência da raça faz parte dos processos regulatórios de transgressão, libertação e emancipação vividos pelos africanos e seus descendentes.” (GOMES, 2017, p.67)

Palestrante: Thuila Farias Ferreira
Mediação: Pamela Cristina

Título da palestra: Agência de Mulheres Africanas: movimento e pensamento

Palestra: Abordaremos, de forma introdutória, as organizações e movimentos de mulheres africanas (das independências até o início do século XXI) e o pensamento sobre gênero a partir de teóricas africanas. Os textos sugeridos (não obrigatórios) são o artigo Sujeitas da própria história: influência, organizações e movimentos de mulheres africanas (1940-1990) e os itens 2.1 e 2.2 do Capítulo 2 do trabalho de dissertação Africanas: gênero e feminismo em perspectiva afrocentrada, ou seja, das páginas 84 a 95. Para incentivar o debate após as exposições, é importante que todos acessem o site Biografias de Mulheres Africanas e, a partir da busca, escolham livremente uma das biografias.

Site Biografias de Mulheres Africanas: https://www.ufrgs.br/africanas/