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Didático Pedagógicas ciencias uruguaiana

Projeto de Leitura

Após alguns meses tendo contato com os alunos em sala de aula percebemos
que era necessário um auxílio extra classe para que eles pudessem melhorar
seu rendimento, então tendo em vista esse problema alarmante no que diz
respeito à leitura e interpretação dos alunos decidimos criar um projeto de
leitura, abrangendo não só a leitura em si, mas também a interdisciplinaridade
e o contexto social e de interesse dos educandos. O qual abrangia não só as
turmas em que nossa supervisora atua como também as duas turmas de 7º
ano. No principio, o projeto foi um sucesso, sendo bem recebido, pela maioria,
de alunos e professores, mas a partir de certo momento a equipe docente
passou a entender errado o projeto, pedindo para que déssemos aulas de
língua portuguesa , então ficou decidido que seria mais favorável para nossa
atividades quanto PIBID cancelar o projeto.

Tabela periódica lúdica na turma do 6º ano da E. E. E. F. Paso de Los Libres

A atividade foi desenvolvida pelos bolsistas do PIBID em uma turma de 6º ano
de uma escola de Ensino Fundamental de Uruguaiana (RS). Utilizou-se a
mesma tabela periódica aplicada a turma de 9º ano e a mesma metodologia.
Com isso, notou-se-se que apesar da faixa etária e nível escolar, os alunos, de
modo geral, conseguiram assimilar como ocorre a organização da tabela
periódica, além de demonstrar interesse sobre a atividade. Assim, o uso do
lúdico é essencial à aprendizagem dos alunos, pois faz com que eles adquiram
gosto pelo tema de estudo, favorecendo a compreensão do conteúdo
abordado.

Tabela periódica lúdica na turma do 9º ano da E. E. E. F. Paso de Los Libres

Foi realizada uma atividade sobre a Tabela Periódica, com alunos do 9º ano.
Buscava-se demonstrar a organização dos grupos e períodos e classificar os
elementos químicos conforme sua posição na Tabela. Utilizou-se uma tabela
periódica medindo 2,5m x 2m, com 120 lacunas, a serem preenchidas por meio
de placas contendo o elemento químico. 15 alunos participaram da atividade,
os quais foram divididos em dois grupos. No primeiro momento, as placas com
o nome dos elementos químicos foram dispostas sobre uma mesa para cada
grupo pegasse uma, mostrar à professora e deveriam preencher colocar em
seu devido lugar sob a orientação espacial de seu grupo, a partir dos períodos
e famílias. Posteriormente, placas contendo os símbolos dos elementos foram
dispostas em cima de uma mesa, cada grupo pegava uma delas e juntos,
decidiam a qual elemento o símbolo pertencia, assim recolhendo uma placa
que foi colocada na lacuna anteriormente.

Aprendizagem saborosa

Através de uma metodologia diferenciada que se adeque ao interesse dos alunos foi que bolsistas e voluntários do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência juntamente com a professora Luiza Vanessa Quevedo Mansilha atuante na Escola Estadual Paso De Los Libres em Uruguaiana buscamos uma aplicação de aula pratica que complementasse a teoria dada em sala de aula sobre DNA, foi então que utilizamos de matérias táteis como balas de goma e arames, para que os alunos em grupos pudessem construir uma réplica do  DNA a partir disso eles relacionaram a teoria com a pratica de maneira divertida, agregadora e estimulante e ao final da atividade os grupos ganharam saquinhos com balas de gomas, compartilhando momentos de aprendizado e comunhão.

 

Pibidianos conhecendo uma aprendizagem diferenciada

Discentes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência em conjunto com a supervisora Luiza Vanessa Quevedo Mansilha aplicamos uma aula dinâmica na Escola Estadual Paso De Los Libres em Uruguaiana de forma a agregar conhecimentos do cotidiano dos alunos sobre brincadeiras e o ensino de ciências, foi então que iniciamos uma atividade lúdica com uma turma de sexto ano, a atividade conhecida popularmente como o jogo da forca foi manipulado com palavras que seriam previamente sorteadas para que os grupos jogassem, palavras que se relacionavam com o conteúdo sobre a tabela periódica. Atividade essa que fez com que a turma criasse um vínculo com os discentes do programa PIBID de forma divertida e que contribuísse com o ensino-aprendizagem dos mesmos.

Aluna apresenta jogos didáticos que os bolsistas da EMEF Cabo Luiz Quevedo aplicaram com as turmas de 7° anos

Uma aluna de um dos 7° anos da escola apresentou na II Feira de Ciências um jogo didático sobre “vírus e doenças virais”, o jogo foi desenvolvido por bolsistas do PIBID para aplicar com as turmas de 7° anos da escola, afim de que os mesmos pudessem fixar o conteúdo e aplicar seus conhecimentos sobre o tema “Vírus e doenças virais”. Os jogos ajudam na contextualização dos conteúdos, facilitam o aprendizado e deixam conteúdos complexos mais compreensíveis, além de despertar nos/nas jovens a curiosidade e a vontade aprender. A aluna propôs aos bolsistas de apresentar na II Feira de Ciências o jogo, pois ele era muito divertido e didático.

Exposição dos “lapbooks” na Feira de Ciências da EMEF Cabo Luiz Quevedo: Uma ferramenta pedagógica apresentada pelo PIBID

Os/as alunos/as da EMEF Cabo Luiz Quevedo construíram “lapbooks” com o auxílio dos bolsistas do PIBID sobre os “artrópodes”. Essa ferramenta pedagógica foi uma proposta trazida pelos bolsistas do PIBID para servir como material de estudo e aplicação de conhecimento, o material é interativo e para a sua construção é necessário usar a imaginação e criatividade. Para a construção do “lapbook” os/as estudantes devem pesquisar sobre o tema e separar conceitos que os mesmos consideram importantes para colocar no material, dessa forma o aprendizado torna-se muito mais construtivo e interessante.

Os “lapbooks” foram expostos na II Feira de Ciências da escola, afim de demonstrar à comunidade escolar que é possível ampliar as formas de aplicar o conhecimento e que podem ser utilizado com estudantes de qualquer faixa etária e sobre qualquer assunto. Os trabalhos chamaram muita atenção, pois ficaram com uma estética muito bonita e chamativa, despertando assim o interesse das pessoas que estavam prestigiando a feira.

 

Feira de Ciências da EMEF Cabo Luiz Quevedo

Aconteceu na manhã do dia 20/11/2019 a II Feira de Ciências da escola Cabo Luiz Quevedo. A feira estava sendo organizada desde outubro/2019 e tinha como objetivo divulgar os conhecimentos desenvolvidos no decorrer do ano letivo e fomentar nos/nas estudantes o conhecimento e a experimentação científica, além de exercitar a oralidade, a escrita científica e a pesquisa, uma vez que para realizar os experimentos os/as estudantes deveriam pesquisar sobre os fenômenos relacionados e fazer um breve resumo do seu trabalho.

Os/as estudantes demonstraram-se felizes e orgulhosos com os seus trabalhos, apresentando de forma clara e didática, para que todos as pessoas que fossem prestigiar o evento conseguissem entender o objetivo dos experimentos. Os bolsistas do PIBID auxiliaram os/as jovens cientistas desde a organização dos experimentos até o momento das suas apresentações, para que dessa forma os mesmos se sentissem confiantes.

Experimento “Vulcão azul”.
Experimento sobre densidade.
Aluna apresentando seu trabalho sobre a densidade do óleo e a da água.
Experimento do “líquido newtoniano”
Experiência do “leite psicodélico”.
Alunos com seus experimentos.
Alunas apresentando seu “lapbook” sobre artrópodes.
Alunos compartilhando seus saberes entre si.
Alunos preparando seu experimento.
Alunas aferindo a pressão do bolsista João Victor.
Professor Ailton prestigiando o trabalho de uma aluna.
Experimento de um aluno que utilizou pilhas, fios e esponja de aço.
Bolsistas do PIBID e o Coordenador do Núcleo de Ciências da Natureza – Uruguaiana, Professor Ailton Jesus Dinardi.

Estudantes personalizando o “crachá” da II Feira de Ciências da EMEF Cabo Luiz Quevedo

Na manhã desta segunda-feira (18/11/2019) estudantes reuniram-se no laboratório de ciências da escola para personalizarem seus crachás de identificação da II Feira de Ciências da EMEF Cabo Luiz Quevedo. Para a personalização do crachá os estudantes utilizaram lápis de cor que foram adquiridos com a verba destinada ao núcleo de ciências da natureza – URUGUAIANA. Ao personalizar e identificar seus crachás, os jovens dão sua cara e personalidade na sua identificação.