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Ciências Humanas / História

Oficina étnico-racial no Instituto Pe Francisco Garcia

No dia 24 de maio de 2019, o grupo de bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) subprojeto Ciências Humanas – Campus São Borja, ofertou às turmas 91, 92 e 211 do Instituto Estadual Padre Francisco Garcia, localizado no bairro do Passo, uma oficina referente as relações étnico-raciais com foco nos povos originários brasileiros e a trajetória do negro nessa sociedade. Neste encontro, foi apresentada a problemática acerca das questões étnicas e raciais desses grupos, e suas implicações no desenvolvimento do Brasil até a atualidade, isso fica evidente no descaso em diversas situações do cotidiano relacionadas com a moradia e as oportunidades de trabalho e estudo dessa parcela da população.

A oficina buscou abordar a questão dos povos originários, conceituando, o contexto histórico, colonização, genocídio, etnocídio e a contraposição ao que muitas vezes é ocultado no conteúdo dos livros didáticos. Além disso, a oficina também contou com a fala da professora Jandira Lopes, que explanou alguns fatos sobre a trajetória do povo negro no decorrer da história, trazendo uma visão além do Brasil. A mesma, ainda comentou sobre os problemas deixados pela escravidão e suas consequências sociais no país. 

OFICINA ÉTNICO-RACIAL

ROTEIRO

Introdução: A Oficina étnico-racial tem foco nos povos originários brasileiros e a trajetória do negro nessa sociedade. A oficina tem por objetivo abordar a problemática acerca das questões étnicas e raciais desses grupos, e suas implicações no desenvolvimento do Brasil até a atualidade. Sua preparação e aplicação se deu entre os meses de abril e maio aproveitando as datas comemorativas de 19 de Abril (Dia do Índio) e 13 de Maio (Abolição da Escravatura)

Público alvo da Oficina: Alunos do 9ºano do Ensino Fundamental e 2ºano do Ensino Médio do Instituto Estadual Pe Francisco Garcia – São Borja-RS

Etapas de preparação da Oficina

  1. Divisão dos tópicos da Oficina entre os pibidianos para a leitura e estudo da bibliografia:

– O contexto histórico dos povos originários e negro;

– Os processos de exploração, a presença do indígena e do negro no Pampa, o contexto atual desses povos;

– A demarcação de terras, genocídio, etnocídio, cultura, linguagem, pinturas, músicas, rituais, fusão entre as culturas;

– Negro das Charqueadas, Olarias;

– Massacre de Porongos;

– A utilização do termo: povos nativos;

– Raça não se vincula à biologia.

– Mulher indígena, luta e resistência,

– A Lei 11.645 onde estabelece a obrigatoriedade do estudo da história e cultura  afro-brasileira e indígena nas escolas públicas e privadas do país,

  1. Estudo e análise do Filme “Quanto vale ou é por kg?”. O filme demonstra a problematização da cidadania no Brasil com a comparação entre o Brasil colonial e o de hoje com direção de Sérgio Bianchi. O filme é uma livre adaptação do conto “Pai contra mãe” de Machado de Assis, publicado no volume “Relíquias de Casa Velha” em 1906, entremeado com pequenas crônicas de Nireu Cavalcanti sobre a escravidão extraídas dos Autos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro

 

Etapas de execução

 

  1. Exibição de Filme

Exibir o Filme: “Quanto Vale ou é por quilo” com o objetivo de introduzir  a temática étnico-racial

 

  1. Palestra

A Professora de História da Escola Estadual de Ensino Médio Apparicio Silva Rillo, Jandira Lopes proferirá uma palestra abordando a temática da escravidão, racismo e preconceito

  1. Debate sobre o tema

Num terceiro momento será realizado um debate com os alunos sobre o tema da questão do negro e do índio no passado e nos dias atuais

  1. Dinâmica sobre vocabulário indígena

Será realizada uma atividade lúdico-educativa com palavras indígenas e seus significados. Os alunos terão que procurar no pátio da escola as palavras e os respectivos significados.

  1. Exposição da atividade

Serão colados nas paredes da escola as palavras indígenas e seus significados com o objetivo de sensibilizar a comunidade escolar sobre a importância da valorização da cultura indígena

PIBID HISTÓRIA – DA TEORIA À PRÁTICA DOCENTE

Durante esta última semana os pibidianos fizeram suas primeiras intervensões em sala de aula. As atividades abordaram temas como: conceito histórico, racismo, intolerância, protagonismo e territorialidade. Foi uma enriquecedora experiência que além de possibilitar a inserção dos pibidianos na prática docente, contribuiu para deixar os alunos da escola ainda mais interessados na disciplina de história.  Na próxima semana será realizada em reunião uma troca de experiências, momento que possibilitará o dialogo e reflexão sobre a escola e as  metodologias de ensino, além de nortear as próximas atividades, com o objetivo de buscar práticas pedagógicas inovadoras, que favoreçam além de tudo, os processos de ensino e aprendizagem.

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PIBID História participa do INTRAPIBID na cidade de Bagé

No dia 22 de maio o grupo do PIBID História do Campus Jaguarão, participou do INTRAPIBID, evento que oportunizou a troca de experiências e reflexões sobre as práticas vivenciadas pelos diferentes núcleos de iniciação à docência da UNIPAMPA. Na oportunidade os pibidianos das mais distintas áreas poderam apresentar um breve histórico de suas atividades e debater sobre o trabalho que estão desenvolvendo em seus respectivos campus, ampliando assim o horizonte de possibilidades na busca por uma educação cada vez mais qualificada e transformadora.

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Apresentação artística PIBID História – FALA Feira Alternativa de Literatura e Arte da fronteira

No dia 10 de maio, durante o encerramento da FALA – Feira Alternativa de Literatura e Arte da fronteira, aconteceu no auditório da UNIPAMPA Campus Jaguarão, a apresentação artística dos alunos da escola Dr. Fernando Correa Ribas que participaram das oficinas ministradas pelos pibidianos em 2018. Os alunos tiveram a oportunidade de demostrar todo o seu talento emocionando o público presente. Durante sua fala o coordenador  Jônatas Caratti destacou a importância do programa tanto para os discentes quanto para os alunos da escola, destacando ainda o trabalho em parceria realizado entre os pibidianos e os professores, ” não podemos enquanto professores subestimar os nossos alunos, pois sempre estamos aprendendo com eles” referindo-se ao contexto em que surgiram as oficinas, em que o coordenador simplesmente perguntou aos pibidianos oque eles sabiam fazer e poderiam usar para contribuir com os alunos da escola, e desta forma utilizando as experiencias de cada um para a criação das oficinas do PIBID. Antes da apresentação musical, o pibidiano Gabriel Solimeno destacou a importância das oficinas para a formação dos discentes, pois sobre tudo “tivemos a oportunidade de aprender muito sobre os processos de ensino e aprendisagem”

 

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ENTRE OS MESES DE NOVEMBRO E DEZEMBRO CAMPUS SÃO BORJA

Atividades que foram realizadas sobre a Consciência Negra, trazendo assim, temas importantes para serem debatidos pelos alunos e pibidianos nas escolas, grupo de capoeira também foi convidado para participar desse momento e levar um pouco de suas experiências e o valor da capoeira como esporte, além disso, houve debate sobre o filme Histórias Cruzadas, músicas que abordaram formas de preconceito o racismo na sociedade Brasileira e outros.  Ainda, os pibidianos do Instituto Estadual Padre Francisco Garcia, levaram os alunos do ensino médio juntos com a professora responsável para conhecerem a UNIPAMPA – Universidade Federal do Pampa – Campus São Borja.  Continue lendo

Oficinas realizadas entre os meses de Outubro e Dezembro

Com inicio no dia 04 de Outubro, as oficinas foram um verdadeiro sucesso entre os alunos alunos, contando inclusive com a participação de alguns pais. Os pibidianos além de desenvolverem as atividades especificas de cada oficina, também tiveram a oportunidade de conhecer melhor os alunos e trocar informações e experiencias de vida com eles, além disso foi possível também conversar de maneira descontraída e informal sobre a história do circo, do movimento Hip Hop, das brincadeiras de rua, do xadrez, do teatro, da música, do bairro, da cidade, além de questões ligadas a identidade.