Acolhida 2026 NEABI

A acolhida discente do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) marcou o início das atividades com um encontro voltado à escuta, à troca de experiências e ao fortalecimento do diálogo entre universidade e comunidade. O evento reuniu, no dia 09 de abril de 2026, no auditório do Campus I, estudantes, convidados e representantes da comunidade em um espaço construído coletivamente, com o objetivo de ampliar reflexões sobre uma universidade antirracista. Foi importante também enquanto momento crítico-reflexivo sobre identidade, pertencimento e atuação social.

A programação contou com momentos de integração, como o lanche coletivo e uma atividade em que os participantes foram convidados a expressar como enxergam suas próprias identidades. Além disso, houve uma conversa aberta com a comunidade, que abordou a importância de expandir as ações do NEABI para além do campus, com foco na educação, na visibilidade e na construção de uma atuação mais ampla junto à sociedade.

Entre os destaques, a mestranda Vanessa Mousil, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Indústria Criativa (PPGCIC), apresentou sua revista “Acervo Moko”, com o tema “o legado de pessoas negras em São Borja”, trazendo contribuições sobre memória, registro e valorização das trajetórias negras no município. Também participou o mestrando Marcelo Vieira, do PPGCIC, com 23 anos de atuação em religiões afro-brasileiras (Nação/Batuque-RS), cacique de Umbanda e quimbandeiro, que compartilhou sua vivência e destacou sua participação, em 2024, em uma exposição com a temática dos Orixás na procissão à Yemanjá, a convite da Secretaria de Cultura.

O evento também contou com falas das coordenadoras do núcleo Larissa Nunes Cavalheiro e Aline Amaral, que reforçaram o papel do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) na promoção de um espaço inclusivo, crítico e comprometido com a valorização das identidades e saberes diversos.

A acolhida se consolidou como um momento de construção coletiva e fortalecimento do NEABI, evidenciando a importância do diálogo contínuo entre universidade e comunidade.

A cobertura do evento incluindo fotos, vídeos e produção textual realizada pela estudante de jornalismo: Endriely Caceres.

Memória e formação: I Encontro em São Borja – RS da Rede Sankofa fortalece educação antirracista 

No dia 20 de março de 2026, a Escola Estadual Apparício Silva Rillo, em São Borja, sediou o I Encontro da Rede Sankofa, reunindo educadores das redes municipal e estadual em uma formação voltada à qualificação das relações étnico-raciais na educação pública.

A atividade marcou um passo importante na consolidação de uma articulação interinstitucional comprometida com a construção de práticas pedagógicas antirracistas, fundamentadas na valorização da memória, da ancestralidade e dos saberes afro-brasileiros e indígenas.

Durante a formação, foi ressaltado que o ensino das relações étnico-raciais, enquanto política educacional prevista nas Leis 10.639/03 e 11.645/08, constitui uma medida fundamental para a construção de uma educação antirracista. As legislações consolidam a valorização da diversidade e das culturas afro-brasileira, africana e indígena no currículo escolar, reafirmando o papel da educação como instrumento de transformação social.

Nesse sentido, o encontro se configurou como um importante espaço formativo para docentes, fortalecendo práticas pedagógicas comprometidas com o enfrentamento ao racismo, ao preconceito e à discriminação no ambiente educacional.

A programação contou com a participação de palestrantes como o arquivologista Rui de Lima Bueno, a professora Adiles da Silva Lima e o educador popular Mano Oxxi, que trouxeram contribuições sobre memória, educação e práticas formativas voltadas à equidade racial. A Professora Adiles juntamente com o Professor Dr. Paulo Sérgio da Silva coordena o Projeto Refazenda, que tem como objetivo, junto às Coordenadorias da Educação/RS, com as SMEDS, Universidades, Institutos Federais/RS, Movimentos Sociais Organizados nos diversos territórios da diversidade cultural dos municípios a serem convidados, para, desse modo, fortalecermos o diálogo sobre o patrimônio cultural afro-brasileiro, através de ações pedagógicas que promovam propostas educativas que ampliem o conhecimento e a compreensão sobre História do Continente Africano no período em que aconteceu o tráfico transatlântico de africanos, a história da diáspora africana e seu ativismo na construção da América Latina. Desse modo objetivando ainda promover o cumprimento da Lei 10639/03, que modificou a LDB em dois artigos. Os artigos 26A e 79B, desse modo, passam a propor a revisão da estória que nos foi contada, para que passemos a reescrever a nossa história e, não, a que o colonizador sentiu ter dado certo.

O evento também contou com a presença do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas Lanceiros Negros (NEABI), representado pela coordenadora do Núcleo, Professora Larissa Nunes Cavalheiro, reforçando o papel da universidade e de seus coletivos na promoção de uma educação comprometida com a justiça social. A Professora Jandira Elohá Lopes, integrante do NEABI, esteve entre as envolvidas na organização da ação.

A Rede Sankofa se apresenta como um coletivo de apoio pedagógico cooperativo, orientado pelo compromisso com o futuro da educação e pela implementação efetiva da Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER), a partir da troca de saberes e do fortalecimento mútuo entre educadores.

O encontro evidencia a importância de iniciativas coletivas e contínuas na formação docente, apontando para uma educação verdadeiramente libertadora, inclusiva e alinhada às demandas sociais contemporâneas.

Texto elaborado pela acadêmica de Jornalismo UNIPAMPA Endriely Caceres da Silva, com a colaboração da Professora Jandira Elohá Lopes.

Fotos encaminhadas pela Professora Jandira Elohá Lopes

Quando a fé vira alvo: Neabi cria espaço de diálogo contra o racismo religioso.

Unipampa recebe delegado da Divisão de Combate à Intolerância para debate sobre racismo religioso. Evento promovido pelo NEABI Lanceiros Negros reuniu comunidade acadêmica e externa em uma noite de diálogo sobre justiça, fé e educação antirracista.

O auditório do Prédio I da Unipampa, no campus São Borja, tornou-se um espaço de convergência entre a lei e a fé na noite do último dia 18 de novembro. Como parte da programação do Mês da Consciência Negra, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) Lanceiros Negros promoveu a palestra “Quando a fé vira alvo: o Estado e o combate ao racismo religioso”, conduzida pelo delegado Vinicius Nahan dos Santos, especialista da Divisão de Combate à Intolerância de Porto Alegre.

Mais do que uma exposição jurídica, o encontro propôs uma reflexão crítica sobre como o preconceito contra religiões de matriz africana se materializa no cotidiano e como as instituições devem agir. Nahan apresentou dados e registros históricos, diferenciando a liberdade de expressão de crimes de ódio, e detalhou como a injúria e a depredação de espaços sagrados são tipificadas e investigadas pela polícia.

A relevância da pauta refletiu-se na expressiva mobilização do público. Estima-se que circularam pelo evento entre 118 e 122 pessoas, em um fluxo que rompeu os muros da universidade. A plateia foi composta por uma mescla significativa de estudantes, servidores e, fundamentalmente, membros da comunidade externa de São Borja e região. Essa integração reafirmou a função social da Unipampa como um polo de debate para questões urgentes da sociedade.

A noite também foi marcada pela pluralidade de vozes e pela defesa da educação como ferramenta de transformação. Um dos pontos altos foi a intervenção de Pai Everton Maninho. O líder religioso foi enfático ao argumentar que a punição legal, embora necessária, não é suficiente se não houver uma base educacional sólida que desconstrua estigmas. “Enquanto não tivermos uma educação que fale sobre cultura afro, que fale sobre religião de matriz africana e suas descendências […], nós vamos ter esta dificuldade”, pontuou Pai Everton. Ele cobrou, de forma direta, que as leis educacionais sejam efetivamente aplicadas dentro dos educandários  sejam eles municipais, estaduais ou a própria universidade, para que o respeito seja ensinado antes que a intolerância se manifeste.

O evento encerrou-se com um sentimento de fortalecimento coletivo, deixando claro que a luta contra o racismo religioso exige um esforço conjunto de um lado, um Estado atuante e firme na aplicação da lei; do outro, uma comunidade escolar comprometida em ensinar a história e a cultura que formam a identidade do nosso povo.

NEABI no COPENE Sul 2025: Resistência, Cosmovisão e Ação Universitária.

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, – NEABI Lanceiros Negros -, da UNIPAMPA teve uma atuação importante no COPENE Sul 2025, realizado entre 15 e 18 de outubro, sob o inspirador lema “Resistência do Sul ao Sul: Tecendo Cosmo Percepções para o Bem Viver”. Este evento estratégico, focado em pesquisadores negros, indígenas e membros de NEABIs, proporcionou um palco essencial para a discussão de pautas urgentes. O Núcleo contribuiu com dois trabalhos, ancorados na pesquisa e na extensão universitária.

 

Pesquisa e Extensão em Foco

No ST 01, A Gestão Escolar e a Mobilização Social no Desenvolvimento da Educação das Relações Étnico-Raciais na Educação Básica, foi submetido o trabalho “O aprendizado sobre ações afirmativas: uma jornada de conhecimento através da extensão universitária nas escolas públicas de São Borja”, de Denise Aristimunha de Lima, Joana Camila Martins, Ruth Oliveira Alves e Breno da Rocha (UNIPAMPA). Este trabalho ressaltou a extensão universitária como uma ponte vital para levar o debate e a conscientização sobre ações afirmativas diretamente à educação básica. Já no ST 17, que discutiu comunicação, raça e pensamento afrodiaspórico, a professora Denise Aristimunha de Lima apresentou o estudo do projeto AfroTelas, “Estéticas Comunitárias e Bem Viver: O videoclipe “As Flores – Performático Quilombos” como resistência audiovisual”, de autoria de Mérli Leal Silva, Alice Karen Oliveira e Denise Aristimunha de Lima.

Os debates foram enriquecidos por painéis cruciais. A discussão sobre “Entre a festa e a luta: Clube negros como ter” focou na importância vital do reconhecimento dos clubes sociais negros. O evento destacou como estes espaços utilizavam a festa como estratégia de resistência cultural e sustentação para a luta política contra o racismo, celebrando, inclusive, figuras históricas como as Rainhas Negras. Em outra análise profunda, no sábado, foi feito um exame crítico sobre o impacto da colonização, especificamente o sincretismo católico forçado. O orador detalhou como divindades africanas foram recontextualizadas sob a narrativa cristã como a demonização de Exú e a associação de Oxalá a Jesus Cristo  um processo violento que forçou a adaptação das tradições ancestrais para garantir sua sobrevivência.
   

Celebração Cultural e Ancestralidade

A culminância do evento, ocorreu na noite de sexta-feira, com uma verdadeira celebração da cultura afro-brasileira, integração e ancestralidade, que contou com a performance das Mojuba Danças Populares Brasileiras (UFSM), um diálogo cultural entre o CTG Ronda Crioula (São Sepé) e as matrizes africanas, e o ritmo contagiante da Banda Pagode das Pretas, reforçando o protagonismo feminino negro. O evento gastronômico, servindo Acarajé e Feijoada nas versões tradicional e vegana, selou a noite como um ato de resistência coletiva e celebração dos sabores e saberes afro-brasileiros.

A participação do NEABI no COPENE Sul 2025 foi uma rica jornada de conhecimento, luta política, resgate cultural e celebração da ancestralidade, reforçando o papel da universidade na promoção das temáticas étnico-raciais.

Sarau Literário “Escrevendo Vivências” reúne arte, diversidade e cultura em São Borja

Na última sexta-feira (26), o Jardim do Museu João Goulart foi palco de uma noite especial dedicada à arte, à literatura e à diversidade. O Sarau Literário – Escrevendo Vivências, promovido pela ONG Girassol Amigos da Diversidade em parceria com a Gaia, celebrou os 18 anos da entidade e se tornou um marco para a comunidade LGBTTQIAPN+ de São Borja.

O evento reuniu apresentações culturais, declamações poéticas, cinema, exposições de arte, dinâmicas literárias e muita troca de saberes, criando um espaço afetivo de convivência, memória e resistência cultural. Entre as atrações estiveram a performer Lady Paty, a declamadora Maria Luisa Garcia Gelatti (Miss Trans Diversidade RS), a artista Silvana Pinheiro (Tina Cultural), o coletivo Cena Queer, o projeto Pinta Mundo, o Laboratório de Artes do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), a Scalco Centro de Artes, o NEABI – Lanceiros Negros (Unipampa) e o Comitê de Gênero e Sexualidade da Unipampa – Campus São Borja.

 

O NEABI Lanceiros Negros participou levando jogos educativos, como Umbó, Truco Africano e Memória Indígena, além de obras de autores negros e indígenas. Essa ação reforçou o compromisso do núcleo com a valorização da cultura, a promoção do diálogo intercultural e a luta pela igualdade racial.

O público também se encantou com apresentações individuais, como a performance da violinista Telma Regina Gomes Pinto, que trouxe ao encontro o som único de um violino artesanal italiano, além das intervenções musicais do DJ Allan Ayres e da artista Roza Helena. A Sociedade Cultural João Escobar Filho (JEF) contribuiu com a exibição do filme Rafiki, ampliando a diversidade de linguagens artísticas presentes no sarau.

O encontro ainda contou com um espaço acolhedor, marcado pela troca de histórias, leitura de crônicas locais e momentos de confraternização. Um coffee especial e pipoca encerraram a noite, deixando um gostinho de continuidade para futuras ações culturais.

O Sarau Literário “Escrevendo Vivências” reafirma a importância de iniciativas que unem arte, literatura, diversidade e memória, celebrando a cultura e fortalecendo a comunidade como espaço de expressão, diálogo e transformação social.

Realização: ONG Girassol Amigos da Diversidade e Gaia
 Apoio: Governo Federal, Prefeitura Municipal de São Borja, JEF Cultural, IFFar, Bioprest Garden, Elite in Party

Jogo de tabuleiro Umbó

Cartões Umbó

Cartões Umbó – verso laranja

Cartões Umbó – verso marrom

Cartões Umbó – verso verde

Cartões Umbó – verso vermelho

 

REGRAS

COMO O JOGO FUNCIONA:
O jogo é em roda, ou seja, a vez vai passando para o jogador(a) da esquerda (sentido horário).

O que precisa para jogar:
1 tabuleiro (download da arte) + 1 dado + 96 cartões (download dos cartões) + 6 peões
A brincadeira é de perguntas e respostas. Cada casa do tabuleiro leva você a um novo saber!

NA SUA VEZ: JOGUE O DADO
Jogue o dado (só uma vez por rodada!). Mova seu peão de acordo com o número que caiu. A cor da casa onde você parou indica a cor da carta que deve ser retirada.

SOBRE OS CARTÕES
Os 96 cartões estão divididos nos seguintes temas: cosmovisão, educação, economia, alimentação. O jogador(a) ao seu lado pega um da mesma cor da trilha onde você está e lê em voz alta para você. Acertou a resposta? Fique na casa onde caiu. Errou? Volte para a casa onde estava anteriormente. Não pode trocar a pergunta nem pedir outra carta.

SOBRE OS JOGADORES(AS)
Umbó é para até 6 pessoas. Cada pessoa escolhe um peão.

COMO VENCER
Ganha quem chegar primeiro na última casado tabuleiro. Lembre- se: mais do que vencer, o importante é o caminho que você percorre e o que aprende com ele.

UMBÓ: O CENTRO DO SABER, O JOGO ONDE A ANCESTRALIDADE GUIARÁ OS SEUS CAMINHOS.
Pronto(a) para começar essa jornada? Escolha seu peão, jogue o dado e bora descobrir tudo que nossos ancestrais têm para ensinar!

NEABI Lanceiros Negros discute racismo e identidade no CESB

Em 05 de setembro, o Colégio Estadual São Borja (CESB) recebeu a visita do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI Lanceiros Negros do campus Unipampa São Borja), para uma tarde de muita conversa e dinâmicas educativas.

Com o tema “Honrando nossas raízes, conhecendo nossa história”, o encontro teve como objetivo sensibilizar os estudantes do ensino médio sobre o racismo e a valorização das identidades negra e indígena.

Durante a atividade, foram discutidos temas como a presença indígena e negra na cultura brasileira, expressa nas línguas, saberes, artes, culinária e modos de viver que influenciam o Brasil até hoje. Também foram abordadas as diferentes formas de racismo, desde o individual, que se manifesta em palavras, gestos ou atitudes preconceituosas, até o estrutural, presente nas desigualdades enraizadas em leis, instituições e oportunidades, e ainda o recreativo, disfarçado em piadas e comentários que reforçam estereótipos. 

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Além disso, discutiu-se a identidade racial, compreendida como a forma pela qual cada pessoa se reconhece e é reconhecida socialmente a partir da história, da família e da sociedade, e a miscigenação, entendida como a mistura de povos e culturas no Brasil, marcada tanto pela diversidade quanto pelas desigualdades históricas.

Além da palestra, os estudantes participaram de um quiz interativo, no qual foram apresentadas situações comuns do dia a dia para discussão: “isso é ou não racismo?”.

A atividade buscou estimular a reflexão crítica e a identificação de práticas discriminatórias que muitas vezes passam despercebidas. Os participantes receberam brindes como incentivo às respostas e à participação ativa.

Segundo os integrantes do NEABI Lanceiros Negros, o momento foi pensado como um espaço de diálogo e escuta, no qual os jovens puderam refletir sobre suas vivências e compreender melhor como o racismo se manifesta em diferentes dimensões da sociedade.

A ação integra as atividades de extensão do NEABI, a partir do projeto de extensão Eniu – Empoderamento Negro e Indígena Unipampa.

 

 

Ações afirmativas: o caminho para o ensino superior

Alunos(as) do primeiro semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Unipampa, orientados(as) pela professora Denise Aristimunha de Lima, realizaram ações de extensão focadas na promoção das ações afirmativas para o acesso ao ensino superior.

A iniciativa, que integra o Projeto ENIU (Empoderamento Negro e Indígena Unipampa). –  vinculado ao NEABI Lanceiros Negros – , levou o tema a estudantes dos anos finais do ensino médio de cinco escolas: Colégio Estadual São Borja (CESB), Escola Apparício Silva Rillo, Escola Estadual Padre Francisco Garcia, Escola Getúlio Vargas e Escola Olavo Billac. As visitas ocorreram entre os dias 27 de junho e 09 de julho.

Cota como ferramenta de transformação

O principal objetivo da ação foi fornecer informações claras sobre como as cotas funcionam como um meio de ingresso em universidades. Além disso, os alunos (as) realizaram apresentações e jogos dinâmicos para reforçar as informações.

 

As atividades ressaltam que ingresso por meio das cotas é uma conquista histórica e uma ferramenta real de transformação social. A atividade foi desenvolvida na disciplina de Fundamentos de Publicidade e Propaganda.

 

Jogo Faces Negras

Download – Jogo Faces Negras

                   

Regras do Jogo

  1. Embaralhe as peças e coloque-as sobre uma superfície com o logo do jogo voltado para cima.
  2. Escolha uma ordem para que cada participante jogue.
  3. Cada jogador deve virar duas peças na sua vez:
    • Se as peças forem iguais, o jogador as retira e guarda consigo, podendo jogar novamente.
    • Se as peças forem diferentes, o jogador as devolve com o logo voltado para cima e passa a vez.
  4. Ganha o jogo o jogador que conseguir pegar o maior número de figuras.

Características das Cartas

  1. Todas as cartas terão o mesmo logo, a mesma cor e o mesmo tamanho.
  2. No lado inverso das cartas estarão imagens de personalidades negras nacionais.
  3. Haverá duas cartas com a mesma figura para cada personalidade negra.
  4. Em cada carta será possível visualizar:
    • O nome da personalidade, localizado acima da imagem.
    • A profissão da personalidade, indicada abaixo da imagem.