Cartilha “Como de fato incluir colegas autistas no trabalho?”

Em 18 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Orgulho Autista. O objetivo desta data é desfazer o mito de que o autismo é uma doença, valorizando o conceito de diferença, o qual se aplica de forma mais adequada às peculiaridades relacionadas ao espectro.

Outra data importante acontece amanhã, dia 06 de julho, em que se celebram 9 anos da criação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, esta lei traz um conjunto de dispositivos destinados a assegurar e a promover, em igualdade de condições com as demais pessoas, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando a sua inclusão social e cidadania.

Como forma de empenho em prol dos direitos das pessoas com autismo em nossa instituição, no ano passado, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) elaborou uma cartilha que aborda as características do autismo, focando, principalmente, a respeito de como podemos incluir autistas no ambiente de trabalho.

Você pode conhecer a Cartilha “Como de fato incluir colegas autistas no trabalho?” clicando no link.

 

Não deixe de ler, compartilhar e colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Todos e todas por uma Unipampa cada vez mais humana, inclusiva e diversa!

Este post faz parte da iniciativa da DASST intitulada “(Re)conheça e Multiplique”, que permite que novos servidores possam conhecer os materiais anteriormente produzidos pela DASST, bem como incentiva a releitura daqueles que já tiveram contato, uma vez que as temáticas desenvolvidas continuam atuais e necessárias.


Se interessou pelos conteúdos produzidos pela DASST? Acesse o site da PROGEPE clicando aqui e confira todos os materiais elaborados pela divisão.

Caso você ou sua equipe esteja enfrentando alguma situação no trabalho que demande orientação e suporte psicológico, entre em contato com as psicólogas da PROGEPE, através do e-mail: psicologia.progepe@unipampa.edu.br. Para saber mais sobre o Serviço de Psicologia, clique aqui.

 

Não perca o foco: o mosquito Aedes Aegypti também pode se proliferar no inverno.

Você sabia que após as chuvas, o mosquito Aedes Aegypti tem chances de se proliferar, mesmo que esteja frio? O mosquito não faz recesso em determinado período e, por isso, é importante estar atento e manter a eliminação de criadouros. 

É essencial que caixas d’águas, garrafas vazias, potes e outros utensílios que possam ser tampados, sejam higienizados e permaneçam fechados. Vasos de plantas, calhas e pneus devem ser limpos e sem deixar acúmulo de água. Potes de pets devem ser higienizados e com trocas de água frequentes.

Os casos de dengue seguem em ascensão no Estado. Portanto, embora as medidas de prevenção sejam rotineiras, não podemos descuidar! Se você apresentar sintomas como: febre, manchas vermelhas no corpo, dor atrás dos olhos, cansaço e/ou dor de cabeça; busque avaliação profissional no serviço de saúde mais próximo, pois pode ser dengue e deve ser iniciado imediatamente o tratamento para evitar agravamento do caso. 

Não esqueça de utilizar repelente – sobretudo em locais com maior concentração de mosquitos -, roupas que cubram o corpo e calçados fechados. Se você identificar algum local que ofereça risco de disseminação do mosquito, seja próximo a sua moradia ou de seu trabalho, comunique às autoridades competentes.

Lembre-se sempre que a prevenção é a melhor aliada no combate ao Aedes Aegypti! Zele por sua saúde e pela de todos ao seu redor!

Precisamos falar sobre Leptospirose

No Rio Grande do Sul, os casos de leptospirose ainda seguem em elevação em virtude da emergência climática de maio e da permanência do cenário de chuvas, dificultando alguns reparos para que a água possa escoar e, consequentemente, causando novos alagamentos e exposição da população que reside nas cidades afetadas. 

A leptospirose é uma doença infecciosa febril transmitida pelo contato com a urina de animais infectados, principalmente roedores, pela bactéria leptospira. A bactéria pode penetrar no corpo por meio de cortes, arranhões, olhos, nariz, boca ou pele íntegra imersa por longos períodos em água ou lama contaminada.

Para reduzir o risco de contaminação, é primordial: cobrir cortes ou arranhões com bandagens à prova d’água; não andar descalço; usar luvas e sapatos impermeáveis; evitar nadar, tomar banho ou ingerir água que possa estar contaminada. 

Além da prevenção, é importante estar atento aos sintomas da doença: febre, dor de cabeça, dor muscular (principalmente panturrilhas), falta de apetite, náuseas/vômitos. Caso apresente qualquer um deles, busque avaliação profissional. Os sintomas surgem normalmente de 5 a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias. Lembramos que a leptospirose tem tratamento no Sistema Único de Saúde. Se precisar, não hesite, vá até o serviço de saúde mais próximo!