Saiba + sobre a varíola dos macacos

➡ A varíola é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox. Sua transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto, de pessoa a pessoa, chamado de pele a pele. O contágio por contato próximo pode ocorrer, sobretudo, por relação sexual, beijo, abraço e contato com a pele lesionada, ou com fluidos corporais, como pus, sangue e saliva da pessoa doente.
 
✳ O contato com objetos contaminados, tais como toalhas, roupas de cama, talheres, pratos e outros utensílios que foram manuseados pela pessoa infectada, também oferecem risco de transmissão. Dessa maneira, trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos ficam mais expostos ao risco de infecção.
 
O teste para diagnóstico laboratorial da varíola dos macacos deve ser realizado em todos os pacientes com suspeita da doença. O tratamento será recomendado pelo profissional após avaliação do caso. 🩺
 
✅ A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) enfatiza e recomenda a prática de medidas de prevenção como uso de máscara, distanciamento, manter superfícies limpa, lavar as mãos ou higienizá-las como álcool 70%, manter-se isolado (principalmente em caso da apresentação dos sintomas destacados na imagem).
 
⚠️ Fique atento a como o vírus se espalha e previna-se para evitar a disseminação dele.
 
Prevenção é a melhor opção. Faça sua parte! 😉

Proteja-se da Varíola dos Macacos: fique atento às recomendações

➡ A varíola dos macacos, também conhecida como monkeypox, é uma doença viral cuja transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com as lesões de pele ou com secreções respiratórias de pessoas infectadas, bem como com objetos recentemente contaminados. O vírus também pode infectar as pessoas por meio de líquidos corporais – pus, sangue e saliva.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem:
  • Erupção cutânea ou lesões de pele;
  • Adenomegalia/Linfonodos inchados (ínguas);
  • Febre;
  • Dores no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Calafrio;
  • Fraqueza.
📌 Pessoas com baixa imunidade, consideradas imunossuprimidas, apresentam enfraquecimento do sistema imunológico, por isso, são mais vulneráveis a infecções. Pertencem a esse grupo:
  • Pessoas com HIV/AIDS;
  • Portadores de imunodeficiência primária grave e doenças autoimunes;
  • Pessoas em tratamento de quimioterapia para câncer;
  • Transplantados;
  • Pacientes em hemodiálise;
  • Pessoas que fazem uso contínuo de imunossupressores.
✳ Além desses, compõem o grupo de risco: gestantes, puérperas e lactantes e também as crianças menores de 8 anos.
🔖 A transmissão do vírus da varíola dos macacos pode colocar em risco esses grupos considerados mais vulneráveis. Por isso, a recomendação é evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas suspeitos, como febre e lesões de pele/mucosa.
O teste para diagnóstico laboratorial da varíola dos macacos, deve ser realizado em todos os pacientes com suspeita da doença. A amostra a ser analisada será coletada, preferencialmente, das secreções das lesões causadas pela doença. Se as lesões já estiverem secas, o material encaminhado são as crostas das lesões. Também é possível realizar coleta por meio de swab de orofaringe (boca e garganta) e swab anal ou genital, nos casos em que o paciente não apresenta lesões na pele ou mucosas.
🩺 O tratamento será indicado pelo médico, levando em consideração as peculiaridades e gravidade do caso.
Ao sentir algum sintoma suspeito que possa ser compatível com a varíola dos macacos, procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Pronto Atendimento para avaliação. Informe se você teve contato próximo com alguém com suspeita ou confirmação da doença.
✅ A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reitera a importância de estar atento aos sintomas e também buscar avaliação profissional, se for necessário. Todavia enfatiza que também é fundamental praticar as medidas de prevenção para combater a varíola dos macacos. 😉
⚠️ Fique atento às medidas destacadas na imagem e zele por sua saúde e pela saúde de todos ao seu redor.

3 de junho é Dia da Conscientização contra a Obesidade Infantil

📍 Hoje, 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Infantil. A data tem como objetivo dar visibilidade ao tema e informar a população sobre os cuidados necessários no combate à doença.
 
➡ A obesidade infantil é caracterizada como uma condição multifatorial, ou seja, várias condições podem desencadear a elevação de peso da criança. Dentre as causas mais frequentes estão os erros na alimentação. A ingestão exagerada de alimentos ricos em gordura e carboidratos são acumulados no organismo como gordura, aumentando o peso da criança. A falta de exercícios físicos também contribui para a obesidade, pois quando as calorias que a criança ingere na alimentação não são gastas em atividades físicas elas também ficam armazenadas no corpo como gordura.
 
Além disso, a má alimentação e a redução de atividades físicas na fase infantil e na adolescência podem ocasionar dificuldades respiratórias, aumento do risco de fraturas, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e efeitos psicológicos como baixa autoestima, isolamento social, transtornos alimentares, entre outras doenças com riscos graves à saúde. Essas doenças podem ser prevenidas com uma alimentação saudável aliada à prática regular de exercícios físicos.
 
🔖 Para identificar se a criança se encontra com excesso de peso, é necessário avaliar o seu peso e estatura. Após realizar a pesagem e verificação da estatura, é possível realizar o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Em seguida, é necessário avaliar o IMC em relação à idade e ao sexo da criança, com base nas curvas para avaliação do crescimento propostas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que podem ser encontradas na caderneta de vacinação da criança. Se uma criança tem seu peso 25% maior que o desejável para sua idade, ela tem o que chamamos de sobrepeso, um alerta para a obesidade. Quando o peso está 30% acima, ela já é considerada obesa.
 
Os responsáveis pela alimentação da criança devem evitar a compra de alimentos como biscoitos recheados ou tipo salgadinhos, doces, refrigerantes e sucos industrializados para armazenar em casa. Embora alimentos ultraprocessados apresentem maior durabilidade, eles devem ser evitados porque apresentam elevadas quantidades de açúcar, sal, gordura e aditivos químicos que podem ser nocivos à saúde. É possível substituir o consumo de alimentos ultraprocessados por alimentos considerados mais saudáveis como frutas, tubérculos, castanhas e cereais integrais. 🍎🥦🥕🥚🍠🥗
 
💻 Outra dica importante aos responsáveis por crianças em idade escolar é procurar limitar o tempo de tela – TV, videogame, celular e tablet -, além de evitar que a criança realize suas refeições assistindo TV. O aumento do tempo de tela pode contribuir para inatividade física e menor gasto energético e a mídia televisiva pode colaborar para escolha por alimentos não saudáveis. Incentive a criança a fazer atividades como dançar, pular corda, jogar bola ou andar de bicicleta. ⚽️🏀🏐
 
✅ No Dia de Conscientização contra a Obesidade Infantil, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) ressalta a importância do estímulo de bons hábitos como alimentação balanceada e prática de atividade física. Reitera a importância do acompanhamento profissional para monitorar condições de saúde e desenvolvimento da criança ou adolescente. Uma vez constatadas alterações, o profissional poderá orientá-lo qual é a melhor conduta de acordo com a especificidade do caso. Se você notar alguma anormalidade, relate ao profissional, pois somente assim ele poderá auxiliar na luta contra a obesidade infantil.
 
Não negue! Aja agora e evite futuras complicações de saúde na vida da criança ou adolescente. A luta contra a obesidade infantil começa na família! 😉