Campanhas

Campanha #NãoÉNormal

Hoje, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) dá sequência à campanha “(Re)conheça e Multiplique”, com o intuito de resgatar materiais já produzidos pela equipe e ampliar o conhecimento dos servidores da Unipampa.

Você recebe neste e-mail duas cartilhas que integraram a campanha #NãoÉNormal: Entendendo a Síndrome de Burnout e Sobrecarga Docente e Trabalho Remoto.

Lançada em 2021 em meio à pandemia do coronavírus e à vigência do trabalho remoto, a campanha #NãoÉNormal teve como objetivo suscitar a conscientização e proporcionar a reflexão acerca de determinadas situações que, quando presentes, podem impactar negativamente no ambiente de trabalho. Foram elaborados vídeos, cards e cartilhas com conceitos, definições e peculiaridades sobre diferentes assuntos de interesse dos servidores e que permanecem atuais.

Os vídeos desta campanha contaram com a participação da psicóloga da PROGEPE, Camila Perez, e você pode acessá-los clicando aqui

Esperamos que a leitura dos materiais possa contribuir com o seu desenvolvimento no trabalho. Siga nos acompanhando porque a campanha “(Re)conheça e multiplique” ainda não terminou!

Se interessou pelos materiais produzidos pela DASST? Acesse o site da PROGEPE clicando aqui e confira todos os materiais elaborados pela divisão.

Servidor da Unipampa: caso você ou sua equipe esteja enfrentando alguma situação no trabalho que demande orientação e suporte psicológico, entre em contato com as psicólogas da PROGEPE, através do e-mail: psicologia.progepe@unipampa.edu.br. Para saber mais sobre o Serviço de Psicologia, clique aqui.

Campanha contra discriminação racial: por uma Universidade antirracista

O presente material corresponde à segunda parte enviada aos servidores referente à “Campanha contra discriminação racial: por uma Universidade antirracista”. Você pode conferir o primeiro conteúdo no post publicado no dia 21 de março. Como estamos no mês da mulher, neste momento iremos destacar alguns pontos relacionados às mulheres negras.

As mulheres negras e o trabalho de cuidado

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2022, as mulheres negras são o maior grupo populacional do país: 60,6 milhões, ou seja, 28% da população total. Já sabemos que o trabalho de cuidado impacta homens e mulheres de forma diversa. Mas quando analisamos a questão com o recorte racial, é nítido que mulheres negras dedicam mais tempo a esse trabalho do que mulheres brancas.

Para Bell Hooks, após anos de escravidão, ainda hoje subsiste a “representação da negra que imprime na consciência cultural coletiva a ideia de que ela está neste planeta principalmente para servir aos outros”. No mesmo sentido, Sueli Carneiro indica que o imaginário social brasileiro relega as mulheres negras a uma condição de subalternidade, atribuindo-lhes papéis sociais específicos, como o de empregada doméstica.

A taxa de desemprego de mulheres negras é a mais alta, com percentual de 22,1% desempregadas, o dobro do percentual dos homens brancos/amarelos (10,0%). Além disso, os dados demonstram, portanto, que mulheres negras estão na base da pirâmide da desigualdade de renda no Brasil.

As mulheres representam a maioria dentre os trabalhadores que desenvolvem atividades remuneradas no âmbito doméstico (domésticas, cuidadoras de idosos ou crianças etc), atividades que sofrem com altos índices de informalidade e baixa remuneração. Nesse grupo, mais de 91% são mulheres, das quais 65% são negras. Além disso, são as mais impactadas no trabalho de cuidado não remunerado, já que, das mães solo brasileiras, 90% são negras.

No Brasil, 11,3 milhões de mulheres criam seus filhos e filhas sozinhas. Entre elas, 72,4% não têm rede de apoio próximo. Pesquisa realizada nos últimos 10 anos (de 2012 a 2022), mostra que 90% das mães solo são negras. (PNADC, IBGE)

Estudo publicado pela Coqual no ano de 2023 aponta que, no Brasil, esse trabalho reprodutivo possui 53% mais chances de impactar negativamente uma mulher preta do que uma mulher branca. Esses dados demonstram a necessidade de se repensar o cuidado a partir das diferentes interseccionalidades, que se somam à questão do gênero e impactam de forma diversa diferentes grupos.

A ratificação da Convenção 156 da Organização Internacional do Trabalho, que trata dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras que possuem encargos familiares, é um importante passo a ser assumido pelo Estado brasileiro a fim de corrigir essas distorções.

Desde 2017, cerca de 80 trabalhadores domésticos foram resgatados em condições análogas à escravidão pela Inspeção do Trabalho no Brasil. Desses, cerca de 80% eram mulheres negras. É necessário, portanto, reconhecer que o racismo estrutural se soma à questão do gênero e do machismo, resultando numa dupla-discriminação dirigida às mulheres negras.

Confira no card clicando aqui: “O que se pode fazer quanto ao enfrentamento da discriminação racial contra mulheres?“, nele constam algumas medidas a serem tomadas, tanto no âmbito individual, quanto organizacional.

É chegado ao fim  da nossa “Campanha contra discriminação racial: por uma Universidade antirracista”. Agradecemos a todos que acompanharam os materiais  compartilhados e desejamos que as reflexões trazidas possam reverberar para além dessa data, pois não basta não concordarmos com o racismo, é preciso que adotemos práticas antirracistas todos os dias.


Já falamos sobre discriminação racial na “Cartilha de Conscientização e Combate ao Racismo – Lutar contra o racismo é dever de todos(as)!”. Para conhecer este e outros materiais elaborados pela DASST, acesse o site da PROGEPE clicando aqui

Servidor da Unipampa: caso você esteja em sofrimento relacionado ao trabalho ou tenha passado por situação de discriminação racial, entre em contato com as psicólogas da PROGEPE, através do e-mail: psicologia.progepe@unipampa.edu.br. Elas poderão prestar acolhimento, bem como auxiliar em relação às medidas a serem tomadas diante dos fatos. Para saber mais sobre o Serviço de Psicologia, clique aqui.

Fique atento aos medicamentos contraindicados em caso de suspeita de dengue!

Infelizmente, o registro de casos prováveis de dengue e óbitos relacionados à doença seguem em elevação no Rio Grande do Sul. O Estado ainda não foi contemplado com a vacina contra a doença. 🚫🦟
 
➡ As formas de combate ao mosquito Aedes Aegypti permanecem as mesmas e devem ser realizadas com bastante frequência, ao menos uma vez ou duas vezes por semana. Reserve um tempo para verificar se não há água parada em vasos de plantas, pneus, garrafas,sacos de lixos, potes ou outros recipientes de pets, calhas, caixas d’águas, piscinas. Se identificar água parada, faça a higienização dos itens, descartando água e eliminando potenciais criadouros para o mosquito. Use sempre repelente para proteger a pele da picada da fêmea do mosquito!
 
Caso observe uma situação que coloque sua saúde e a dos demais em riscos como água parada em terrenos baldios, residências vizinhas ou até mesmo no ambiente laboral, comunique as autoridades responsáveis e acione a Vigilância Sanitária em Saúde para fiscalização e orientações mais específicas.
 
Ao apresentar sintomas como dor atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo, febre alta, cansaço, dor no corpo e quaisquer outras alterações, busque avaliação profissional na unidade de saúde mais próxima.
 
Jamais se automedique! Algumas medicações são contraindicadas em casos de suspeita de dengue, inclusive o Ministério da Saúde enfatiza a importância de não utilizá-las, visto que podem agravar o quadro da doença, ocasionando hemorragias, necessidade de internação hospitalar e até mesmo aumento do risco de óbito.
 
📍 Siga as orientações realizadas por um profissional para o tratamento da dengue. Faça repouso, se hidrate e, se for necessário, solicite o afastamento das atividades de rotina: estudo, trabalho, academia, etc.
 
Zele pela sua saúde! No combate a dengue, a colaboração de todos é essencial! 😉
 
Unipampa contra a dengue! 🚫🦟