Campanhas de Saúde

Não coloque sua máscara no queixo.

Para se prevenir do coronavírus, é fundamental continuar praticando os cuidados como higienização frequente das mãos, distanciamento social, não compartilhamento de objetos de uso pessoal, evitar aglomerações e manter o uso da máscara de forma adequada. 😷
 
⚠️ Ao fazer uso da máscara abaixo do nariz ou abaixo do queixo, você estará se expondo ao vírus. Se for preciso retirar a máscara por pouco tempo – ao beber água, por exemplo –, não a puxe para o queixo. Para fazer isso, você terá de encostar na parte do tecido, que pode estar contaminada. O ideal é só tocar nas cordinhas ou no elástico. Também existe o risco da máscara se inverter, ao ser tirada do queixo e posicionada novamente no rosto. A parte externa, que talvez esteja com o vírus, pode virar para dentro e ficar em contato com a pele, justamente na área das mucosas, facilitando a contaminação.
 
🎯 Para garantir a efetividade da proteção, a máscara deve cobrir o nariz inteiro, descendo até o queixo, de modo que não sejam formados vãos por onde gotículas possam entrar.
 
🔖 Embora alguns estejam saturados com as medidas preventivas, ainda é preciso manter essa rotina. Ao descumprir qualquer protocolo sanitário ou se descuidar por alguns minutos, você aumenta a sua exposição e facilita a contaminação e a propagação do vírus.
 
Realize os cuidados da maneira correta e continue zelando por sua saúde e pela de todos ao seu redor. 😉

10 de março é Dia Mundial do Rim

🗓 Hoje é o Dia Mundial do Rim!
 
A data foi idealizada pela International Society of Nephrology e é celebrada anualmente na segunda quinta-feira do mês de março, em 2022 ocorre no dia 10. O principal objetivo da campanha é aumentar a conscientização sobre a crescente presença de doenças renais mundialmente, bem como a necessidade de estratégias para a prevenção e o gerenciamento dessas doenças.
 

🔹 Qual é a função do rim? 🔹

O rim possui as seguintes funções em nosso corpo:
  1. limpar todas as impurezas e as toxinas de nosso corpo;
  2. regular a água e manter o equilíbrio das substâncias minerais do corpo (sódio, potássio e fósforo);
  3. liberar hormônios para manter a pressão arterial e regular a produção de células vermelhas no sangue;
  4. ativar a vitamina D, que mantém a estrutura dos ossos.
🔖 Quando os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas estamos diante da condição de insuficiência renal. A insuficiência renal pode ser aguda, quando ocorre súbita e rápida perda da função renal, ou crônica, quando esta perda é lenta, progressiva e irreversível.
 
No caso de insuficiência renal aguda, o Ministério da Saúde, enfatiza como principais causas: choque circulatório, sepse (infecção generalizada), desidratação, queimaduras extensas, excesso de diuréticos, obstrução renal, insuficiência cardíaca grave e glomerulonefrite aguda (inflamação nos glomérulos – unidades filtrantes do rim).
 
A doença renal crônica, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, é caracterizada pela lesão irreversível nos rins, mantida por três meses ou mais, que afeta uma em cada dez pessoas no mundo. Quando diagnosticada precocemente, sua progressão pode ser controlada ou retardada, na maior parte dos casos. No entanto, geralmente a doença renal crônica não provoca sintomas significativos ou específicos nos estágios iniciais.
 
📌 O Ministério da Saúde ressalta que a doença renal crônica está associada a duas doenças de alta incidência na população brasileira: hipertensão arterial e diabetes. Em virtude do rim ser um dos responsáveis pelo controle da pressão arterial, quando ele não funciona adequadamente ocorre alteração nos níveis de pressão. A mudança dos níveis de pressão também sobrecarrega os rins. Portanto, a hipertensão pode ser a causa ou a consequência da disfunção renal, e seu controle é essencial para a prevenção da doença. Já a diabetes pode danificar os vasos sanguíneos dos rins, interferindo no funcionamento destes órgãos, que não conseguem filtrar o sangue corretamente.
 
Outras causas são: nefrite (inflamação dos rins), cistos hereditários, infecções urinárias frequentes que danificam o trato urinário e doenças congênitas.
 

🔹 E quais são os sintomas nesses casos? 🔹

 
A progressão lenta da doença permite que o organismo se adapte à diminuição da função renal. Deste modo, muitas vezes, a doença não manifesta sintomas até que ocorra um comprometimento grave dos rins, com perda de até 90% de sua função.
 
⚠️ Nesses casos, os sinais são: aumento do volume e alteração na cor da urina, fadiga, dificuldade de concentração, diminuição do apetite, sangue e espuma na urina, incômodo ao urinar, dor lombar, anemia, enjôos e vômitos, fraqueza, alteração na pressão arterial e inchaço nos olhos, tornozelos e pés.
 

🔹 Como é realizado o diagnóstico de disfunção renal? 🔹

 
A identificação da disfunção renal é feita por meio de dois exames: um de análise da urina e outro de sangue. O primeiro identifica a presença de uma proteína (albumina) na urina, e o exame de sangue verifica a presença de outra, a creatinina.
 

🔹 Como é feito o tratamento? 🔹

 
A doença renal crônica não tem cura, no entanto o tratamento pode retardar ou interromper a progressão da doença e impedir o desenvolvimento de outras condições graves. A insuficiência renal pode ser tratada com medicamentos e controle da dieta. Em casos mais graves pode ser necessária a realização de diálise ou transplante renal, como terapêutica definitiva de substituição da função renal.
 

🔹 Qual a melhor forma de prevenção? 🔹

 
O primeiro passo se constitui na prevenção do desenvolvimento da hipertensão arterial e controle da diabetes, doenças que mais levam à insuficiência renal.
 
Deste modo, o Ministério da Saúde ressalta que é importante:
  • conhecer o histórico familiar de doenças;
  • controlar os níveis de pressão;
  • realizar avaliação médica anual, principalmente após os 40 anos;
  • seguir uma dieta equilibrada, com baixa ingestão de sal e de açúcar;
  • controlar o peso;
  • exercitar-se regularmente;
  • não fumar;
  • se fizer uso de bebidas alcoólicas, que seja de forma moderada;
  • monitorar seus níveis de colesterol;
  • evitar o uso de medicamentos sem orientação médica.
A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reitera a importância de manter um acompanhamento periódico de sua saúde, por meio de exames e consultas. Além disso, em caso de quaisquer alterações, buscar avaliação profissional e iniciar o tratamento recomendado rapidamente. Um descuido pode causar danos irreversíveis à saúde, inclusive no sistema renal. 🩺
 
Cuidar da saúde renal também é primordial! 😉

Desinfete objetos usamos frequentemente

Ainda estamos convivendo com o coronavírus, por isso é necessário manter todos os cuidados por mais tempo. Agir com consciência e responsabilidade é primordial para combater o vírus e suas variantes.
 
📍 Se você estiver trabalhando presencialmente, zele pela sua saúde e pela dos colegas! Mantenha os ambientes bem ventilados, as janelas devem estar sempre abertas para que haja circulação de ar. Não compartilhe objetos de uso pessoal, evite contato físico e aglomerações, utilize corretamente a máscara e higienize frequentemente suas mãos. Higienize sua estação de trabalho e materiais de uso pessoal – computador, celular, lápis, caneta, etc – com álcool 70% ou com algum produto com efeito sanitizante. O mesmo cuidado deve ser realizado em corrimãos, elevadores e quaisquer materiais que ofereçam risco de propagação do vírus. 😷
 
Além dessas medidas, você também deve manter em dia a vacina contra a COVID-19. Complete o esquema vacinal e incentive seus familiares, colegas e amigos a realizar a imunização de forma adequada também.
 
⚠️ Respeite os protocolos sanitários e, se visualizar algum descumprimento, informe as instâncias cabíveis.
 
No combate ao coronavírus, ser conivente é expor todos ao risco. Seja consciente! 😉

Neste carnaval, aproveite a folia no bloco da prevenção.

Carnaval chegando… Expectativa de festa. Realidade de pandemia! 🎭🎊🎉
 
Muitos municípios suspenderam ou adiaram o calendário de comemorações e desfiles de carnaval. Todavia, com o feriado garantido, muitas pessoas aproveitam para visitar familiares, amigos ou optam por recriar sua própria folia de forma simples e restrita.
 
📍 Se você faz parte do grupo que quer festejar, não esqueça de se readaptar ao cenário de pandemia e suas exigências de cuidado. Opte por locais bem ventilados, com janelas abertas e com boa circulação de ar. O respeito à distância mínima entre você e os demais não pode faltar! Não promova aglomerações!
 
😷 Para completar a alegria, use corretamente sua máscara cobrindo nariz e boca, abuse do uso do álcool em gel 70% para higienizar as mãos. Não perca o foco da prevenção!
 
⚠️ No entanto, se estiver com algum sintomas de coronavírus – tosse, coriza, dor de garganta, dor de cabeça ou dor no corpo, febre, perda do apetite ou olfato – acione o modo cuidado redobrado e busque avaliação profissional, siga as orientações para diagnóstico e cumpra o tratamento recomendado. Lembre-se: para restaurar sua saúde, vale a pena adiar ou cancelar as comemorações.
 
Tem dose pendente da vacina contra a COVID-19? Vá à unidade de saúde! Não hesite em cumprir o esquema vacinal, pois ele é cuidado primordial. 💉
 
🔖 Por fim, ao rever amigos ou familiares, evite abraços, beijos, apertos de mãos. O coronavírus não faz recesso na folia, não!
 
Manter os cuidados sanitários pode parecer banal, mas é essencial. Proteja sua saúde e a de todos ao seu redor. As melhores fantasias de carnaval são responsabilidade, maturidade, empatia e consciência. Faça sua parte!
 
Neste carnaval, aproveite a folia no bloco da prevenção! 🥳

Em 28 de fevereiro, é comemorado o Dia Mundial das Doenças Raras

🗓 Dia 28 de fevereiro é celebrado o Dia Mundial das Doenças Raras!
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), elas são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, que variam conforme a enfermidade, bem como de pessoa para pessoa afetada pela mesma condição.
 
Segundo dados de 2021 da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), havia 6 mil tipos de doenças raras. Aproximadamente 72% genéticas, sendo muitas crônicas, progressivas, degenerativas e ainda sem cura eficaz. O Ministério da Saúde destaca que, em 95% dos casos, não existe tratamento, restando somente os cuidados paliativos e serviços de reabilitação.
 
🔖 Entre algumas doenças raras estão: acromegalia, angioedema, deficiência de hormônio do crescimento, diabetes insípido, doença de Crohn; doença falciforme, doença de Huntington, epidermólise bolhosa, esclerose múltipla, espondilite ancilosante, fenilcetonúria, fibrose cística, hepatite autoimune; hipotireoidismo congênito, miastenia gravis, síndrome de Cushing, síndrome de Guillain-Barré, síndrome de Turner, Talassemias, entre outras.
 
A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reitera a importância do investimento para custeio e tratamento ou alívio dos sintomas de algumas doenças raras. Também manifesta seu repúdio a quaisquer formas de discriminação aos portadores de doenças raras.
 
Jamais esqueça: todos os cidadãos são raros! 😉