Saúde e Segurança no Teletrabalho: cuidados que você precisa ter!

Hoje, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) da Coordenadoria de Qualidade de Vida e Desenvolvimento de Pessoal (CQVDP) dá sequência à sua campanha “Saúde e Segurança no Teletrabalho: cuidados que você precisa ter!”. 

Estão anexados a este e-mail cards que continuam a abordar alguns cuidados necessários com sua postura durante o desempenho das suas atividades remotas.

Lembramos que esta campanha acontecerá até maio e tem como objetivo fornecer informação e conhecimento aos servidores da Unipampa, a fim de que o teletrabalho seja desempenhado com saúde, segurança, bem-estar e qualidade de vida. 

Se você não acompanhou os cards anteriores, não perca tempo e acesse o site da Coordenadoria de Qualidade de Vida e Desenvolvimento de Pessoal (CQVDP) clicando aqui. Não fique de fora das dicas!

Fique atento às orientações, compartilhe as dicas com seus colegas de trabalho e o mais importante: coloque-as em prática para ter saúde e segurança no teletrabalho.

Dúvida rápida: sua vacinação contra a COVID-19 está em dia?

No fim de fevereiro, o Brasil viu ter início uma nova etapa da vacinação contra a COVID-19: a aplicação da vacina bivalente, que também abrange cepas da ômicron, além da cepa original. O imunizante, por enquanto, está sendo disponibilizado para idosos – obedecendo a limitação por idade conforme doses recebidas pelos municípios e orientação do Ministério da Saúde (tem variado de 70 a 90 anos), além de profissionais de instituições de longa permanência, lares e profissionais com maior exposição. Se você possui familiar com idade liberada para receber o imunizante, converse com essa pessoa, revise a carteirinha e leve-o à unidade de saúde para completar o esquema. 💉💉💉
 
📍 Caso esteja com dose em atraso, regularize sua situação vacinal. Ao completar o esquema vacinal, você diminui as chances de sintomas graves, caso seja contaminado pelo coronavírus. Não esqueça de ficar atento a sintomas como tosse, dor do corpo, febre, náuseas, vômitos, cansaço, dor de garganta, espirro e coriza. Eles podem sinalizar que você está com COVID-19 e deverá buscar avaliação profissional e cumprir adequadamente o tratamento para breve recuperação.
 
🔖 Para continuar mantendo o vírus longe, evite o compartilhamento de objetos de uso pessoal, evite aglomerações, higienize frequentemente as mãos, mantenha distanciamento dos demais e use máscara se apresentar sintomas gripais. Cuidando de si, estará protegendo a todos ao seu redor.

28 de fevereiro é Dia Mundial das Doenças Raras!

➡ Em 28 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial das Doenças Raras. A data foi criada em 2008 pela Organização Europeia de Doenças Raras e instituída no Brasil em 2018 pela Lei 13.693.
 
Desde 2014, segundo o Ministério da Saúde, o país organiza a rede de atendimento a portadores dessas doenças após a adoção da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza serviços para prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pessoas com doenças raras, além de tratamento dos sintomas. No Brasil, há cerca de 13 milhões de pessoas portadoras de doenças raras.
 
📍 Considera-se a doença rara quando ela afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Deste modo, são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas, que variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição.
 
Alguns exemplos de doenças raras são: angioedema, artrite reativa, deficiência de hormônio do crescimento – hipopituitarismo, doença falciforme, doença de Gaucher, epidermólise bolhosa, esclerose múltipla, fenilcetonúria, fibrose cística, hepatite autoimune, leucemia mieloide crônica, lúpus eritematoso sistêmico, mieloma múltiplo, síndrome de Guillain-Barré e talassemias, entre outras.
 
🔖 As causas e as origens das doenças raras não são totalmente conhecidas, porém estudos demonstram que 80% de todos os casos têm vínculo genético/hereditário, embora haja outros fatores que podem contribuir para a sua ocorrência. Dessa forma, as principais causas conhecidas das doenças raras são: fatores genéticos/hereditários, infecções bacterianas ou virais e infecções alérgicas e ambientais.
 
As doenças raras não têm cura e geralmente são crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas e também levar à morte, afetando a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias. Todavia, um tratamento adequado é capaz de reduzir complicações e sintomas, assim como impedir o agravamento e a evolução da doença.
 
🩺 O atendimento para as doenças raras é feito prioritariamente pela Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS e quando há necessidade o paciente é encaminhado para atendimento especializado em unidade de média ou alta complexidade. No Rio Grande Do Sul, o atendimento especializado é realizado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, localizado na capital.
 
✅ No Dia Mundial das Doenças Raras, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reforça a importância da realização de exames e consultas de rotinas desde o nascimento com continuidade nas demais fases da vida. Além disso, reforça a orientação do Ministério da Saúde sobre a realização de aconselhamento genético para ajudar o indivíduo ou a família a compreender os aspectos envolvidos, incluindo o diagnóstico, o curso provável da doença e o manejo disponível.