🗓 Em alusão ao Dia do Enfrentamento ao Assédio Moral (02 de maio) e à Campanha Maio Furta-Cor, que sensibiliza sobre a Saúde Mental Materna, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e a Divisão de Perícias (DP) lançam a campanha “Saúde mental materna e assédio moral: o que precisamos refletir?”. O objetivo desta campanha é conscientizar sobre o assédio moral no trabalho, especialmente em relação às mulheres que são mães. 🤱🤰
➡ A campanha contará com o envio de dois e-mails. Neste primeiro, será abordado sobre a definição de assédio moral – as características, as consequências e a prevenção a esse tipo de violência – bem como sobre a desigualdade de gênero e as formas de denunciá-la. No segundo, a ser enviado dia 30/05, abordaremos sobre o Maio Furta-Cor, explanando sobre a saúde mental das mulheres, os desafios da maternidade, a sobrecarga feminina, a discriminação sofrida pela mulher, a amamentação e o que a instituição pode fazer para contribuir. 🚺
📍 Assédio moral* é um conjunto articulado de situações preparadas, premeditadas, repetitivas e prolongadas. Sua prática tem intencionalidade no sentido de querer prejudicar, anular ou excluir um indivíduo específico ou um grupo determinado de pessoas. É mais frequentemente associado ao trabalho, mas também pode acontecer em outros contextos, desde que o seu exercício esteja relacionado às relações de poder desenvolvidas na seara profissional.
⚠ No serviço público, o assédio moral ocorre quando o agente público excede os limites de suas atribuições, por ação, omissão, gestos ou palavras, visando atingir a autoestima, autodeterminação, evolução na carreira ou estabilidade emocional de outro agente público, causando danos ao ambiente de trabalho.
📍 O objetivo dessa forma de violência é desestabilizar emocional e profissionalmente o outro servidor, por meio de ações diretas e indiretas. Importante destacar que é papel do gestor reprimir condutas indesejadas e não minimizar relatos, podendo responder por omissão caso não se posicione adequadamente.
As consequências acarretam danos psicológicos, físicos, sociais e profissionais ao indivíduo. Pessoas assediadas passam a perceber a sua saúde, confiança, moral e desempenho profissional afetados. Em alguns casos, deixam de ser capazes de se comportar como de costume, seja no trabalho, seja na vida pessoal.
✳️ As condições de trabalho e as relações entre trabalhadores influenciam a qualidade de vida dos indivíduos e a sua produtividade. Mesmo que já existam diversos estudos que comprovem que há maior produtividade e desempenho quando o colaborador se sente motivado e pertencente no local de trabalho, a omissão dos problemas quando se trata do assédio moral ainda é grande.
A informação é a melhor forma de prevenção. Todos devem ter acesso sobre o que é assédio moral, sobre quais são os comportamentos e as ações aceitáveis no ambiente de trabalho.
🔖 Em 12 de setembro de 2019, por meio da Resolução N° 254, foi instituída a Política de Promoção da Cultura de Paz na Universidade Federal do Pampa, cujo objetivo é criar condições para o planejamento, execução e avaliação de medidas de conscientização, prevenção, responsabilização englobando todos os tipos de violência na Unipampa e envolvendo membros de sua comunidade interna e/ou externa.
Muitas vezes, o assédio é tão intimidador ou sutil que a vítima se sente coagida a não denunciar, nem sequer falar com outra pessoa sobre o ocorrido. No entanto, é importante que ela conheça e busque os seus direitos. Além da pessoa que sofre o assédio, outras pessoas (terceiros) também podem denunciar. Busque apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para a recuperação da autoestima, dignidade, identidade e cidadania.
📌 O assédio moral pode atingir qualquer sexo, raça e etnia. Entretanto, sabe-se que a diversidade nem sempre é respeitada, determinando impactos diferenciados no acesso e nas relações laborais. As mulheres são as principais atingidas com essa forma de violência no ambiente de trabalho.
As discriminações e as desigualdades tornam-se mais evidentes no espaço social do trabalho, no qual a mulher fica relegada ao desempenho de papéis/funções outorgados por outras pessoas, sob a ótica de uma ideologia, ainda dominante, de que a divisão de papéis é naturalmente determinada pela diferenciação biológica. Assim, somado ao gênero, a raça e a etnia são também fatores de discriminação, de modo que as mais afetadas com o assédio moral são as mulheres negras.
🗣Caso você sofra assédio, deve reunir provas/testemunhas do assédio, detalhar todas as situações de assédio sofridas com data, horário e local, além de procurar orientação psicológica para enfrentamento da situação (psicologia.progepe@unipampa.edu.br). A denúncia deve ser feita ao superior hierárquico e/ou à Ouvidoria. A vítima pode procurar, ainda, o Sindicato profissional, a Delegacia de Polícia Federal ou Delegacia da Mulher (BO) e o Ministério Público.
*A DASST e a DP já trouxeram este assunto na “Cartilha de Prevenção ao Assédio Moral – Informe-se e faça a diferença no ambiente de trabalho” e na campanha #NãoÉNormal. Você pode acessar a cartilha e os materiais referentes à campanha no site da PROGEPE clicando aqui.
A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), por meio da Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e da Divisão de Perícias (DP), dá continuidade ao seu projeto de saúde mental, a campanha #NãoÉNormal. De junho a dezembro, essa campanha aborda diferentes temáticas que, quando presentes, podem impactar negativamente no ambiente de trabalho.
O tema do mês de novembro é “Assédio Moral”.
O assédio moral no trabalho impacta tanto na vida profissional quanto pessoal do trabalhador. Interfere na autoestima, compromete a dignidade, afeta suas relações afetivas e sociais. A prática constante e prolongada pode causar graves danos à saúde física e psicológica, podendo evoluir, inclusive, para uma incapacidade laborativa.
Infelizmente, é um tipo de violência que acontece dentro das organizaçõesa , mas pode ser combatida a partir de práticas de gestão e intervenções preventivas. Todos devem ter acesso sobre o que é assédio moral, sobre quais são os comportamentos e as ações aceitáveis no ambiente de trabalho. Como a informação é a melhor forma de prevenção, preparamos os seguintes materiais para que você possa identificar, combater e denunciar os casos de assédio moral que possam vir a ocorrer:
➜ Cartilha que contém conceitos, definições e tipos de assédio moral, situações que configuram ou não assédio moral no serviço público, formas de prevenção, como proceder nos casos de assédio moral na Unipampa, dentre outras informações super relevantes relacionadas ao tema. Você pode conferir a cartilha clicando aqui.
➜ Cards que trazem 5 atitudes e comportamentos sobre o que #NãoÉNormal e que não podem ser naturalizados. São situações relacionadas ao tema do mês que visam gerar reflexão e, se necessário, mudanças de hábitos.
➜ Vídeo de curta duração no qual a psicóloga da PROGEPE, Camila Perez, aborda algumas informações da cartilha de forma simples e sucinta.
Lembramos que todos os vídeos da campanha #NãoÉNormal permanecerão disponíveisno canal da Pró-Reitoria de Pessoas (Progepe) no YouTube. Caso você não tenha acompanhado os cinco vídeos anteriores, não perca mais tempo, acesse o canal e assista! Para não perder o último vídeo, inscreva-se e ative o sininho!
Desejamos que você desfrute dos materiais, faça uma leitura atenta da cartilha e dos cards e assista o penúltimo vídeo da campanha. Você também pode fazer parte desta campanha publicando em suas redes sociais as imagens dos cards junto com a hashtag #NãoÉNormal.
Se você for vítima ou presenciar situações que configurem assédio moral, não se cale, denuncie!
O assédio moral #NãoÉNormal e não pode ser naturalizado no ambiente laboral!
Qualquer dúvida ou sugestão referente à campanha, estamos disponíveis para auxiliá-lo. Basta entrar em contato com a DASST pelo e-mail: dasst.progepe@unipampa.edu.br.
Se você, servidor, precisa de suporte e orientação em relação à temática de assédio moral, entre em contato com a psicóloga da PROGEPE, Camila Perez, através do e-mail: camilaperez@unipampa.edu.br.
O Dia Nacional de Enfrentamento ao Assédio Moral acontece no dia 02 de maio. Por esta razão, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) escolheu esse mês para o lançamento da “Cartilha de Prevenção ao Assédio Moral – Informe-se e faça a diferença no ambiente de trabalho!“.
Desde 12 de setembro de 2019, por meio da Resolução nº 254, existe a Política de Promoção da Cultura de Paz na Universidade Federal do Pampa. Essa política tem como intuito criar condições para o planejamento, a execução e a avaliação de medidas de conscientização, prevenção e responsabilização, englobando todos os tipos de violência na Unipampa que envolve membros de sua comunidade interna e/ou externa.
Diante disso, a cartilha tem como objetivo orientar os servidores, as servidoras e os funcionários terceirizados da instituição a identificar e combater os casos de assédio moral que possam vir a ocorrer.
O documento foi organizado pela enfermeira da DASST, Francine da Rosa Silva Cabral, e contou com a colaboração da psicóloga da PROGEPE, Camila do Canto Perez, e da assistente em administração, Cindy Rosa Martinez.
A cartilha responde aos seguintes questionamentos de maneira didática e objetiva:
O que define assédio moral? Existe um conceito?
O que é assédio moral no serviço público?
Quais são os tipos de assédio moral e suas classificações?
Existe um perfil de quem assedia e de quem é assediado?
Quais são as situações que caracterizam assédio moral?
O que não é considerado assédio moral?
Quais são as causas e as consequências do assédio moral?
Existem formas de prevenir o assédio moral?
O que fazer em caso de assédio moral?
O que é considerado assédio moral na Unipampa?
Como proceder em casos de assédio moral na Unipampa?
Lembrando que o Dia de Enfrentamento ao Assédio Moral é dia 02 de maio, entretanto, o assédio moral não tem data e hora para acontecer. Informe-se e faça a diferença no ambiente de trabalho!
A DASST reforça a importância de denunciar qualquer ato de assédio moral, bem como buscar orientação profissional, se for necessário. Se você for vítima ou presenciar situações que configurem assédio moral, não se cale, denuncie!