Campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais”

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) dá continuidade hoje ao reenvio dos materiais da campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais”.

Compreender os transtornos mentais é importante para todos, tanto para quem se vê enfrentando um processo de adoecimento, quanto para quem convive com familiares ou colegas de trabalho que padecem momentânea ou cronicamente com doenças mentais.

Conhecer um pouco mais sobre esses transtornos ajuda a desmistificar tabus e contribui para a saúde, evitando práticas nocivas como a psicofobia. Talvez ainda não conheça este termo, mas nada mais é do que o preconceito contra pessoas com transtornos ou deficiências mentais. O estigma com as pessoas que sofrem de doenças mentais atrapalha a busca por informações e dificulta ainda mais o tratamento.

Fique atento(a) e dê uma olhada no card que aborda “Algumas situações que podem surgir no ambiente de trabalho e que configuram psicofobia”.

Para evitar essas situações, nossa campanha tem como objetivo combater a psicofobia, informar corretamente a população acadêmica e sensibilizar os servidores da Unipampa, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitam conhecer a patologia, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor(a) e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem a equipe.

Neste post, você vai conhecer um pouco mais sobre o “Transtorno do Pânico” e os “Transtornos de Ansiedade”.

Estes materiais fazem parte da iniciativa da DASST intitulada “(Re)conheça e Multiplique”, que permite que novos servidores possam conhecer os materiais anteriormente produzidos pelo setor, bem como incentiva a releitura daqueles que já tiveram contato, uma vez que as temáticas desenvolvidas continuam atuais e necessárias.

Desmistificar tabus e acolher de forma adequada impacta na saúde do servidor e pode surtir efeitos positivos em relação ao clima de trabalho e ao suporte às atividades desempenhadas. Acompanhe os materiais, aprimore seus conhecimentos e também sua sensibilização. Dessa forma, com certeza, você contribuirá na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e humano. 

Aprenda sobre transtornos mentais e diga não à psicofobia!


Se interessou pelos materiais produzidos pela DASST? Acesse o site da PROGEPE clicando aqui e confira todos os materiais elaborados pela divisão.

Caso você ou sua equipe esteja enfrentando alguma situação no trabalho que demande orientação e suporte psicológico, entre em contato com as psicólogas da PROGEPE, através do e-mail: psicologia.progepe@unipampa.edu.br. Para saber mais sobre o Serviço de Psicologia, clique aqui.

#AbrilAzul | Mês de Conscientização sobre o Autismo

 

Abril é o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A campanha Abril Azul foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma forma de sensibilizar as pessoas sobre o autismo, assim como dar visibilidade ao tema. 

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamento repetitivos e estereotipados, podendo apresentar repertório restrito de interesses e atividades. Destaca-se que o autismo não é uma doença e nem tem cura!

Embora, geralmente, o TEA ainda seja diagnosticado de forma tardia, os sintomas característicos do autismo podem estar presentes antes dos 3 anos de idade, com um diagnóstico possível por volta dos 18 meses. Alguns dos sinais de alerta nesta fase são: 

  • Não responder ou não olhar quando chamado pelo nome ou quando faz, essa resposta se dá de forma mais lenta do que o esperado.
  • Dificuldade em demonstrar sentimentos e sentido figurado. 
  • Apego excessivo em determinados brinquedos ou outros objetos como talheres e tampas de garrafas.
  • Fazer movimentos repetitivos com objetos ou com o próprio corpo. 
  • Diminuição ou ausência do sorriso facial e/ou do contato visual. 
  • Temperamento explosivo, com mudanças bruscas de humor e irritabilidade. 
  • Sensibilidade excessiva a sons. 

Apesar do TEA ter algumas características definidoras, que auxiliam no diagnóstico e na escolha de terapias adequadas ao caso, ele se manifesta de formas múltiplas e não há um padrão para as capacidades e a personalidade de cada pessoa. Atualmente o manual do DSM-5 classifica cada autista dentro de um determinado nível de suporte, conforme a possibilidade de autonomia: 

  • Nível 1 de suporte: em geral, são pessoas que apresentam dificuldades para manter e seguir normas sociais, apresentam comportamentos inflexíveis e dificuldade de interação social desde a infância.

Pode ser “menos visível” pelo “masking”, estratégia utilizada por algumas pessoas com TEA para tentar, a partir da imitação do comportamento de pessoas neurotípicas, esconderem o transtorno e se comportarem da forma que a sociedade espera. Por isso, ao longo da vida, é necessário acompanhamento psicológico para desfazer os efeitos negativos do masking e proporcionar maior segurança para que o autista se expresse livremente. 

  • Nível 2 de suporte: geralmente possuem comportamento social atípico, rigidez cognitiva, dificuldades de lidar com mudanças e hiperfoco (interesse intenso por determinados objetos, pessoas ou temas). 

Nesse nível do espectro, o autista pode demonstrar déficits marcantes na conversação, com respostas reduzidas ou consideradas atípicas. As dificuldades de linguagem são visíveis mesmo quando a pessoa possui algum suporte, e a sua iniciativa para interagir com os outros é limitada.

  • Nível 3 de suporte: nesse caso, as pessoas têm dificuldades graves no seu cotidiano e déficit severo de comunicação, com uma resposta mínima a interações com outras pessoas e a iniciativa própria de conversar muito limitada. Também podem adotar comportamentos repetitivos, como bater o corpo contra uma superfície ou girar, e apresentarem grande estresse ao serem solicitados a mudarem de tarefa.

O diagnóstico do autismo é essencialmente clínico, realizado por meio de observação direta do comportamento do paciente e de entrevista com os pais ou cuidadores. O tratamento envolve a intervenção de médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, pedagogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e educadores físicos, além da imprescindível orientação aos pais ou cuidadores.  Deste modo, uma equipe multidisciplinar avaliará e desenvolverá um programa de intervenção especializado, conforme o grau de autismo da pessoa e peculiaridade de cada caso.

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) enfatiza que a discriminação ao autista é crime com penalidades previstas em lei e deve ser denunciada aos órgão competentes.Também ressalta que servidores autistas ou com dependente autista poderão usufruir do direito à concessão de horário especial, mediante avaliação pericial, para realização das terapias, sem prejuízo salarial, conforme determina a legislação federal vigente. 

Um autista deve ser respeitado e incluído nos diversos espaços da sociedade!

A DASST quer saber a sua opinião!

Servidor(a) da Unipampa,

Hoje você recebe no seu e-mail institucional uma pesquisa de satisfação sobre as campanhas produzidas pela Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST).

Esta pesquisa tem por objetivo coletar informações relacionadas ao perfil e à percepção dos servidores acerca do conteúdo, dos métodos de divulgação e da veiculação das campanhas de promoção à saúde, prevenção de agravos e segurança no ambiente laboral, promovidas pela DASST. 

Desta forma, o formulário pretende ser um instrumento investigativo, com intuito de qualificar ainda mais o trabalho desenvolvido por nossa equipe.

O tempo estimado para responder o questionário é de, aproximadamente, 15 minutos e  permanecerá coletando respostas até o dia 03 de maio

Para acessá-lo, clique aqui.

Contamos com a sua colaboração!