#JaneiroRoxo | Mês da luta contra a hanseníase

🗓 Janeiro se veste de roxo para lembrar a importância da conscientização sobre a hanseníase.
 
➡ A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria. Atinge, sobretudo, pele e nervos periféricos como mãos e pés. A transmissão ocorre via respiratória por meio da fala, espirro ou tosse durante o convívio prolongado com o doente sem tratamento.
 
⚠ É longo o espaço de tempo entre o contágio e o aparecimento dos seguintes sinais e sintomas da doença:
 
🟣 Uma ou mais manchas de cor variada – esbranquiçada, avermelhada ou acastanhada.
🟣 Mancha com diminuição e/ou perda de sensibilidade, pele seca e queda de pelos.
🟣 Dor, sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e pernas.
🟣 Nódulos – caroços – no corpo, avermelhados e dolorosos.
🟣 Diminuição da força muscular das mãos, pés ou face.
 
📌 O diagnóstico da hanseníase é clínico e pode ser realizado por profissionais da unidade de saúde. A doença tem cura e o tratamento é ofertado no Sistema Único de Saúde. Quanto mais cedo for diagnosticada, mais eficaz será o tratamento. O paciente deixa de transmitir a doença para outras pessoas ao iniciar o tratamento medicamentoso.
 
✅ A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) destaca a importância de dar atenção aos sinais do corpo e buscar avaliação profissional, sempre que for necessário. Ressalta ainda que, se o tratamento para a hanseníase não for realizado, a doença pode causar sequelas. Na dúvida, sempre busque ajuda profissional.
 
Hanseníase: não deixe esta mancha apagar a sua história. Quem trata, cura! 💜

Dengue: a prevenção é a principal arma contra a doença.

Em 2024, o combate à dengue não pode parar! Infelizmente, os números de casos no Brasil dispararam e preocupam os órgãos de saúde e exigem atenção de toda a população. 🦟🚫
 
➡ No Rio Grande do Sul, até o dia 25 de janeiro, o número de municípios infestados ultrapassaram 450 e o número de casos confirmados ultrapassam 950, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde.
 
⚠ A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito fêmea Aedes aegypti, cujos principais sintomas são: dor no corpo, febre, calafrios, manchas vermelhas, dor de cabeça e dor atrás dos olhos.
 
Recentemente, foi aprovada uma vacina que integrará o Calendário Nacional de Imunização. Entretanto, em virtude da capacidade de produção laboratorial, a primeira campanha de vacinação atenderá 521 municípios distribuídos em 37 regiões de saúde do país com público alvo específico, ou seja, considerados de maior risco.
 
🔖 Dessa forma, a melhor maneira de combater o mosquito é eliminando seus criadouros com medidas simples como: não deixar água acumulada em vasos de plantas, pneus, garrafas e sacos de lixos; realizar a troca da água frequente dos recipientes reservados aos pets; manter caixas d’águas higienizadas e tapadas; utilizar mosquiteiros sobre a cama; usar telas em janelas; proteger as áreas do corpo que o mosquito possa picar, com o uso de calças e camisas de mangas compridas, além do uso de repelentes.
 
✅ A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reforça que é preciso estar atento aos sinais e sintomas. Ao apresentar algum, é importante ir à unidade de saúde mais próxima para avaliação e orientação.
 
Para o tratamento da dengue são recomendados: repouso, ingestão de líquidos e medicações, conforme necessário. Caso os sintomas persistam ou piorem, é preciso retornar ao serviço de saúde imediatamente.
 
📌 Não esqueça: combater a dengue é um dever de todos nós! Colabore compartilhando e praticando as medidas de prevenção. 🦟🚫

Qual deve ser nosso compromisso institucional quando se trata de Janeiro Branco?

➡ Dando continuidade à campanha “Janeiro Branco: Saúde mental perpassa o cuidado de si e do outro”, hoje abordaremos sobre a necessidade do olhar e do comprometimento coletivo quando se trata de saúde mental na instituição.
 
▫ Qual deve ser nosso compromisso institucional no que diz respeito à saúde mental dos servidores? ▫
 
Quando falamos desse tema, é necessário destacar que a saúde mental engloba aspectos a nível individual – como fatores genéticos, traços de personalidade, entre outros – e também a nível social – como desigualdade de acessos, discriminações, entre outros.
 
📌 Nesse sentido, é necessário cuidarmos para que a campanha do Janeiro Branco ganhe também uma abrangência com compromisso social, evitando ser apenas mais uma a culpabilizar o sujeito – e seu cérebro – pelo próprio mal-estar, ou a transformar qualquer desvio à norma em doença mental, a ser curada por profissionais psicólogos e psiquiatras. Buscar tratamento adequado quando se necessita é importante, mas saúde mental diz respeito também ao entorno do sujeito, ao seu mundo externo, que repercute diretamente no seu mundo interno e na promoção de saúde.
 
Desta forma, um dos fatores a ser pensado é a configuração do trabalho contemporâneo em que há muita pressão pela produtividade, o que contribui para a autocobrança e a frustração, por não se alcançar metas, muitas vezes inatingíveis. As demandas de trabalho não estão sob o controle das pessoas, mas a pressão por resultados pode gerar adoecimento.
 
🔖 Queremos salientar que saúde mental é muito mais do que ausência de adoecimento psíquico, do que ter um cérebro funcionando bem, do que ser um sujeito bem adaptado à sociedade ou do que perseguir um ideal de felicidade. Trata-se de uma construção que não cessa, que precisamos fazer cada um de nós, mas, sobretudo, no campo das relações e da coletividade. Quando não se tem o olhar crítico, a ênfase no diagnóstico de determinada psicopatologia pode encobrir a reflexão sobre o contexto em que o indivíduo vive, trabalha e se relaciona.
 
Deste modo, reivindicar de fato a saúde mental deve passar, necessariamente, pela defesa de um modo de vida que privilegie o bem-estar de sujeitos e coletivos; que acolha e promova os direitos humanos e as diversidades; que compartilhe condições de moradia digna, alimentação, Sistema Único de Saúde público e universal, com atendimento em saúde mental na perspectiva antimanicomial, trabalho protegido, educação pública de qualidade, políticas econômicas e sociais que atendam às necessidades de todas as pessoas.
 
⚠ Qualificamos o debate chamando atenção da sociedade para a importância do elo entre saúde mental e saúde social, indicando que o cuidado deve acontecer “dentro” e “fora” dos sujeitos, e, sobretudo, “entre”, ou seja, em tudo o que diz respeito às nossas relações.
 
🔗 Para ler mais, acompanhe o material clicando aqui. Nele respondemos o questionamento: “A nível institucional, qual compromisso é preciso ter quando se trata de cuidado em saúde mental dos servidores?“, bem como trazemos exemplos práticos de como podemos fazer para efetivamente promover o cuidado em saúde mental na Unipampa.
 
✅ No Janeiro Branco, não podemos deixar passar em branco a reflexão ampla e aprofundada sobre os aspectos coletivos que dizem respeito à nossa saúde mental. Que possamos repensar constantemente nossas práticas de trabalho, vislumbrando a Unipampa acolhedora, plural e inclusiva que devemos construir sempre, cada vez mais.
 
Saúde mental não se restringe a Janeiro Branco ou a Setembro Amarelo. Saúde mental é um papo para todos os meses do ano. 😉
 
Janeiro Branco: Saúde mental perpassa o cuidado de si e do outro. ✨