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Dia Nacional da Biomecânica trouxe estudantes do ensino médio para dentro da UNIPAMPA neste 10 de Abril de 2019!

Neste dia 10 de Abril de 2019 foi celebrado o Dia Nacional da Biomecânica. O evento acontece no mundo todo e tem o objetivo de divulgar a biomecânica para estudantes e com isso tentar ajudar eles na escolha de uma profissão para ingresso na universidade. O GNAP tem um papel importante nesse movimento mundial, conforme artigo publicado na edição deste mês no prestigiado Journal of Biomechanics. Estudantes do terceiro e segundo anos do ensino médio visitaram o laboratório e conheceram os projetos de pesquisa desenvolvidos pelo grupo, assim como participaram de demonstrações e tiveram espaço para perguntas com dúvidas, curiosidades e questionamentos.

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Chá verde e seu potencial neuroprotetor

A doença de Alzheimer é uma condição que envolve perdas cognitivas importantes, sendo a mais conhecida a perda de memória recente. Essa doença não tem cura e atinge principalmente idosos. Nos últimos anos o GNAP tem buscado investigar o papel de compostos naturais com capacidade de atenuar esses déficits cognitivos. Um destes compostos é o chá verde, que é barato e popular e fácil. Estudos do grupo mostraram que a ingesta regular do chá verde tem efeitos benéficos na memória e aprendizado. Essas conclusões tem sido possíveis com estudos em modelos animais de mamíferos que possuem mecanismos de aprendizado similares aos humanos. Pesquisas como essa, buscam desenvolver terapias que possam proteger a perda da memória em um tipo da doença neurodegenerativa. No contexto da doença de Alzheimer, estudos recentes do grupo mostraram que o chá verde tem um potencial neuroprotetor melhor que outros chás naturais da mesma planta, já que é o mais rico em propriedades antioxidantes. Essas pesquisas são importantes para serem utilizadas na prática e descobrir em quais mecanismos biológicos atuam e assim contribuir para futuramente descobrir substâncias que possam proteger a memória em forma de medicamentos que lutem contra as perdas resultantes do Alzheimer.

Texto elaborado por Marcela Trindade e Maria Carolina Gonçalves, alunas de ensino médio do Instituto Elisa Valls e bolsistas CNPq de Ensino Médio da Universidade Federal do Pampa, Campus Uruguaiana

Fratura no metatarso de jogadores de futebol: um problema que começa cedo

O futebol é um dos principais esportes no Brasil, não é mesmo? Diariamente estamos rodeados de notícias sobre esse esporte, muitas delas envolvendo a saúde e o bom condicionamento físico dos atletas, pois é imprescindível que cada atleta esteja em boa forma para competir. Apesar de ser uma prática extremamente benéfica e divertida, o futebol pode apresentar alguns riscos, como lesões e fraturas devido ao estresse repetido sobre estruturas corporais.

No Grupo de Pesquisa em Neuromecânica Aplicada da Universidade Federal do Pampa, temas relacionados com o desempenho e lesões no esporte são investigados. Um dos projetos de pesquisa desenvolvidos busca compreender quais fatores podem levar a uma lesão característica do futebol, a fratura do quinto metatarso (o menor dedo do pé). Interessados em prevenir essa lesão em crianças e adolescentes que praticam o esporte, o grupo realizou medidas e avaliações em atletas adolescentes. A pesquisa lideradas pelo doutorando Renato Azevedo e coordenada pelo Prof. Dr. Felipe P Carpes mostrou que já nos atletas jovens são observadas sobrecargas mecânicas sobre os metatarsos (ossos dos dedos), similares aquelas que são encontradas nos pés de jogadores adultos. Esse tipo de risco até então era descrito apenas para atletas adultos, e realça uma preocupação: o risco de lesão começa muito cedo.

Esse tipo de enfermidade é muito comum entre os jogadores de futebol. O craque Neymar, por exemplo, teve que passar por uma cirurgia ao fraturar o osso durante uma disputa de bola. No entanto, para que crianças e adolescentes possam curtir o esporte de maneira saudável, é preciso adotar algumas precauções. Os cientistas recomendam que o uso de chuteiras seja alternado com o uso de tênis com menor tração no solo, o que se mostrou favorável a diminuir o estresse sobre os ossos dos pés. Dessa maneira, todos podem aproveitar o futebol sem se importar com esse tipo de problema. O trabalho completo está publicado na revista científica Physical Therapy in Sport (link: https://doi.org/10.1016/j.ptsp.2016.10.001)

Texto elaborado por Marcela Trindade e Maria Carolina Gonçalves, alunas de ensino médio do Instituto Elisa Valls e bolsistas CNPq de Ensino Médio da Universidade Federal do Pampa, Campus Uruguaiana

10/04 Dia Nacional da Biomecânica

Neste dia 10 de abril de 2019 comemora-se, em todo o mundo, o Dia Internacional da Biomecânica. A data simboliza um dia para divulgação desta área de estudo que investiga aspectos do movimento de humanos e outros animais aplicandoprincípios da física aos sistemas biológicos. Ao redor do mundo, o Dia Nacional da Biomecânica fomenta atividades que busquem apresentar a biomecânica como uma opção de formação e de carreira para estudantes do ensino médio. A Universidade Federal do Pampa tem um papel de destaque nesse cenário, pois no Campus Uruguaiana atua o Grupo de Pesquisa em Neuromecânica Aplicada, GNAP, que preocupa-se em desenvolver pesquisas de qualidade e popularizar a biomecânica, principalmente entre estudantes do ensino médio. O grupo é liderado pelo Prof. Dr. Felipe Carpes, Presidente da Sociedade Brasileira de Biomecânica e membro do conselho executivo da Sociedade Internacional de Biomecânica. No próximo dia 10 de Abril o GNAP receberá estudantes de ensino médio no laboratório para mostrar um pouco do que a ciência promove no campo da biomecânica e como essa área contribui com a formação de diferentes profissionais na área da saúde e outras.

Por: Marcela Trindade e Maria Gonçalves, alunas do Instituto Elisa Valls, e bolsistas PIBIC CNPq Ensino Médio no GNAP UNIPAMPA.

A tecnologia aplicada na construção de tênis de corrida e quebra de recordes

A tecnologia aplicada na construção de tênis de corrida e quebra de recordes

Felipe P Carpes, Ph.D.

Estamos – novamente, ou nunca saímos dela? – em uma época de interessantes disputas tecnológicas entre fabricantes de tênis esportivos, que se desdobram em busca do estabelecimento de um design que conceda melhor aproveitamento da energia mecânica gerada durante a corrida, e mais que isso, um melhor desempenho em maratonas. Tudo isso pode parecer muito recente para alguns, mas em verdade, são temas debatidos faz algum tempo. Um dos debates atuais está focado na entressola do tênis (midsole). Faz algum tempo que se sabe que uma entressola mais rígida favorece o aproveitamento da energia da pisada e da própria acomodação do pé no contato com o solo. A idéia é aproveitar melhor a energia de regiões do pé que apenas a dissipam, aumentando a eficiência da corrida. Quando corremos, um pouco da energia é dispendida pela movimentação dos dedos. Diferente do que acontece nos músculos do tornozelo e nos arcos do pé, que deformam e funcionam como molas retornando à posso inicial e “devolvendo” energia em força de potência para a corrida, esse retorno da energia não acontece nos dedos e então parte dela é basicamente perdida (em termos de produção de potência, ela se dissipa em calor por exemplo… sabemos que a energia total de conserva). Isso fez com que materiais com a fibra de carbono fossem introduzidos na construção de calçados, por promover maior rigidez aos materiais da sola do tênis, principalmente. Essa maior rigidez permite transferir melhor a energia para a propulsão na corrida, especialmente para aquelas regiões do pé que acabam não transferindo muita energia. Até aqui, tem muita ciência envolvida. E não é à toa que pessoas com o Darren, que tive o prazer de ter como supervisor e até hoje colaboro com estudos (eu e muitos outros brasileiros que estudaram em Calgary; Darren palestrou no nosso SNA de Santa Maria em 2011) e o Wouter (um grande amigo que fiz durante meu pós doc na Bélgica; Wouter também palestrou no nosso SNA de Curitiba, em 2016) são alguns dos nomes citados na reportagem. São biomecânicos que tem se dedicado muito ao estudo do calçado esportivo e a melhor compreensão do desempenho na corrida de longa duração.
Nessa disputa por achar o material ideal, uma série de patentes vem sendo registradas (podem conferir no link da postagem, são muitas, somente vendo as depositadas pela Nike), uma corrida tecnológica gigante entre diferentes marcas, e muita inovação sendo gerada, a qual acaba por ser aplicada em vários outros contextos do nosso dia a dia e que muitas pessoas nunca perceberão.
O texto termina com a discussão de que esses calçados afinal poderiam ter entressolas consideradas molas, e por isso – quem sabe – poderiam ser banidos do esporte. E aí, como fica?
Não acho que é para tanto, mas como é legal ver a ciência aplicada, e principalmente, ver que o movimento humano ainda é algo tão complexo de ser compreendido.

Workshop sobre Registro de Ensaios Clínicos promovido pelo GNAP reuniu estudantes e cientistas

No dia 13 de Novembro de 2018 o Grupo de Pesquisa em Neuromecânica Aplicada da Universidade Federal do Pampa, juntamente com o Programa Multicêntrico de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas, e com o apoio da Sociedade Brasileira de Fisiologia, por meio do edital de apoio a eventos, promoveu o Workshop sobre delineamento e registro de estudos clínicos.

O evento teve como objetivo qualificar estudantes de diferentes graus e cientistas atuantes na pós-graduação frente ao crescente interesse e demanda por registros de estudos clínicos. A atividade teve inscrições gratuitas e atraiu 50 participantes. A programação teve dois momentos. Inicialmente, o prof. Dr. Paulo Bayard fez uma exposição sobre a importância da ética em pesquisa e do registro de estudos clínicos para o desenvolvimento científico e tecnológico. A seguir, a Profa. Dra. Cintia Botton ministrou o workshop. O evento abordou todas as fases do delineamento de estudos clínicos, incluindo estratégias metodológicas, e o registro de estudo em plataformas como o Clinical Trials e o REBEC. Adicionalmente, o tema também envolveu o compartilhamento de dados (data sharing), considerado também uma tendência atual para a pesquisa científica.

Considerado de extrema relevância pelos participantes, o evento deverá ter uma edição futura para discussões adicionais sobre o tema.

Os participantes receberão o certificado de participação nos próximos dias.

Clínica de Ciclismo e Workshop de Corrida de Rua beneficiam praticantes do esporte na região

O GNAP desenvolve vários projetos de pesquisa científica, com resultados publicados em revistas internacionais especializadas com alto impacto. Mas também consideramos importantes levar o conhecimento científico ao público leigo. Por isso, todos os anos, promovemos clínicas e workshops. Neste ano, ciclistas e corredores de rua foram novamente beneficiados por estarem perto de uma universidade federal.

A IV Clínica Científica de Ciclismo ocorreu no dia 20 de Outubro de 2018 e contou com palestras em temas diversos relacionados com a prática do ciclismo de estrada e de moutain bike. O prof. Dr. Felipe Carpes (GNAP UNIPAMPA) falou sobre os projetos do GNAP e as oportunidades de avaliação para atletas. O doutorando Alvaro Machado (GNAP UNIPAMPA) palestrou sobre efeitos da fadiga acumulada no desempenho. Em seguida, os Uruguaios Andres Borras e Nestor Piñon, diretores do GFNY Uruguai, falaram sobre os desafios e satisfações em organizar provas de ciclismo de longa duração. Por fim, o Dr. Mateus Rossato (FEFF UFAM) palestrou sobre o controle de cargas internas e externas no treinamento. O evento encerrou com uma mesa redonda ara perguntas do público e no dia seguinte, em parceria com a Associação de Ciclismo de Uruguaiana, foi organizada uma competição de ciclismo em circuito urbano.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

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No dia 27 de Outubro de 2018, no III Workshop Científico de Rua os participantes ouviram do Prof. Dr. Felipe P Carpes (GNAP UNIPAMPA) sobre as oportunidades para avaliação biomecânica de atletas no laboratório, que é o único da região que possui facilidades para esse tipo de avaliação. Os presentes ouviram a Dra. Patricia Dias Pantoja falar sobre as adaptações neuromuscular em corredores master e logo em seguida o Dr. Gustavo Leporace falou sobre prevenção de lesões em corredores. O GNAP planeja um quarto workshop para 2018, mas é possível que o evento não aconteça mais em Uruguaiana, com o objetivo de registrar um maior número de participantes. A edição deste ano teve 138 inscrições gratuitas, mas a aderência dos inscritos no dia do evento foi baixa.

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4ª Clínica Científica de Ciclismo

Dia 20 de Outubro teremos a 4ª Clínica Científica de Ciclismo, com palestrantes de peso! Um dos nossos palestrantes será o Prof. Dr. Mateus Rossato (UFAM), um dos fundadores, junto com o Prof. Dr. Felipe Carpes (UNIPAMPA), do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciclismo, referência em pesquisa com ciclistas. Além dos professores, o evento conta com a participação do doutorando Alvaro Machado, falando sobre resultados de estudos sobre fadiga em ciclismo, realizados na UNIPAMPA, e o diretor do GFNY Uruguay, Andrés Borras, que palestrará sobre a organização de grande eventos de ciclismo. A clínica acontece no  Campus Uruguaiana da Universidade Federal do Pampa a partir das 13:30 h. Confira os detalhes abaixo.

A clínica envolve palestras pensadas para atletas, treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais, e caracteriza-se como uma excelente oportunidade para estudantes de graduação. Após as palestras temos espaço para perguntas, debates e trocas de conhecimentos.

Faça sua inscrição na clínica clicando aqui!

No dia 21, domingo, haverá um competição de ciclismo. Ficou interessado? Saiba mais detalhes sobre a competição e faça sua inscrição clicando aqui!

Programação e palestrantes:

13:30 h – Credenciamento
14:00 h – Abertura
14:30 h – Apresentação do P.A.C.T.O., programa de avaliação de atletas (GNAP)
15:00 h – Fadiga e recuperação no ciclismo (Álvaro Machado e Felipe Carpes, GNAP)
15:30 h – Organização de grandes eventos esportivos (Andres Borras, GFNY Uruguay)
16:00 h – Controle de cargas no treinamento (Mateus Rossato, UFAM)
17:00 h – Mesa redonda sobre aplicação de conhecimentos científicos no ciclismo (perguntas do público para os palestrantes)
18:00 h – Encerramento

Defesas de Mestrado no GNAP!

Nesta sexta-feira, 03 de Agosto, o GNAP recebeu mais 4 mestres que defenderam suas dissertações no Programa de Pós-graduação em Educação Física, nível de mestrado acadêmico, sob orientação do prof. Dr. Felipe P Carpes.

Liver Priario defendeu sua dissertação que abordou os efeitos do treinamento multicomponente e do destreinamento na capacidade funcional de idosos. A dissertação foi avaliada pela. Dr. Helen L Schimidt e pelo Dr. Jeam M Geremia. Gislaine dos Santos defendeu sua dissertação que tratou das adaptações agudas na sensibilidade e pressão plantar em corredores após exercício. A dissertação foi avaliada pela. Dr. Helen L Schimidt e pelo Dr. Jeam M Geremia. Liege Brum Porto defendeu sua dissertação que tratou dos efeitos da liberação miofascial no desempenho de corredores com ou sem dor lombar, sendo avaliada pelo Dr. Uysses F Ervilha e Dr. Jeam M Geremia. Por fim, Camila Ceolin defendeu sua dissertação que tratou das adaptações agudas na corrida descalça, avaliada pelo Dr. Carlos Bolli Mota e Dr. Fernando Diefenthaeler. Todas as dissertações foram aprovadas e desejamos sucesso a todos nos próximos passos!

Da esquerda para a direita: Prof. Felipe Carpes, Liver Priario, Dra Helen Schimidt e Dr. Jeam Geremia
Da esquerda para a direita: Prof. Felipe Carpes, Gislaine dos Santos, Dr Jeam Geremia e Dra Helen Schimidt
Da esquerda para a direita. No vídeo, Dr Ulysses Ervilha, prof. Felipe Carpes, Liege Porto e Dr Jeam Geremia.
Da esquerda para a direita: Prof. Felipe Carpes, Camila Ceolin, Prof. Carlos Bolli Mota e Dra Helen Schimidt.

 

Semana de defesas de Doutorado no GNAP!

A semana do dia 16 de Julho foi de muitas conquistas para o GNAP. Na segunda-feira, dia 16, a Helen Lidiane Schimidt defendeu sua tese de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Bioquímica da Universidade Federal do Pampa. A banca foi composta pelos professores Dra. Mauren Souza, Dra. Morgana Duarte, Dr. Leonardo Rambo e Dr. Weber Claudio da Silva. A orientação da tese foi do prof. Felipe Carpes, com orientação da profa Pâmela Mello-Carpes.

Na mesma semana, mas no dia 20 de Julho, sexta-feira, a Eliane Celina Guadagnin defendeu sua tese de doutorado em ciências do movimento humano, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A banca foi composta pelos professores Dr. Fábio Barbieri, Dr. Jeam Geremia, e  Dr. Eduardo Cadore. Eliane foi orientada pelo professor Marco Vaz, com orientação do professor Felipe Carpes.

Parabenizamos as novas doutoras e desejamos uma carreira de sucesso!

Helen Lidiane Schimidt, agora doutora em bioquímica.
Eliane Celina Guadagnin, agora doutora em ciências do movimento humano.

GNAP acompanha competições locais

No domingo dia 26 de Junho a equipe do Programa de Avaliação do Condicionamento Físico e Treinamento Orientado à competição junto ao nosso grupo participou da etapa do campeonato local de mountain bike. A presença da equipe teve o objetivo de divulgar as oportunidades de avaliação dos atletas em nosso laboratório.

GNAP lança novo site para auxílio aos alunos de graduação

Um novo site foi lançado nesse início de 2018 pelo nosso grupo. A Sala de Estudos do GNAP é um site que reune todas as informações dos componentes curriculares da graduação em fisioterapia e educação física que o grupo oferta, sendo ministrado pelo prof. Felipe Carpes. Na Sala de Estudos os estudantes encontram os materiais das aulas de biomecânica e cinesiologia, referências, vídeos, aplicativos, além de todos os detalhes das Olimpíadas de Biomecânica, nosso projeto de ensino divulgado no mundo todo.

Viste a Sala de Estudos do GNAP e saiba mais.