Campanhas de Saúde

20 de outubro é Dia Mundial da Osteoporose

A osteoporose caracteriza-se pela diminuição da massa muscular e acomete, principalmente, homens acima de 70 anos e mulheres com mais de 65 anos. As fraturas por osteoporose ocorrem de forma mais frequente na coluna, antebraço e fêmur. 🦵
 
🔖 Destaca-se que uma primeira fratura aumenta em até cinco vezes o risco de uma nova fratura. As fraturas do quadril são as mais graves e aumentam a taxa de mortalidade em 12 a 20% nos dois anos seguintes à fratura.
 
A condição tem influência genética, mas também se desenvolve a partir de fatores de risco como tabagismo, sedentarismo, insuficiência de cálcio e vitamina D e uso de alguns medicamentos.
 
Os principais tipos de osteoporose são: pós–menopausa – associada à insuficiência hormonal do climatério -, senil – mais frequente em pessoas acima de 70 anos – e secundária – decorrente de outras doenças, como doença renal crônica, ou do uso de medicamentos, como corticoides.
 
🩺 O principal exame a ser realizado para diagnosticar a osteoporose é a densitometria óssea. Caso o paciente apresente fatores de risco, o exame pode ser feito a partir dos 50 anos. O tratamento será recomendado pelo médico, conforme avaliação e peculiaridades de cada caso.
 
➡ Nesse dia, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reitera as medidas de prevenção da doença:
 
  • Aumentar a ingestão de cálcio através do consumo de leite e de seus derivados.
  • Expor-se ao sol para ajudar a manter adequados os níveis de vitamina D.
  • Praticar atividades físicas regularmente a fim de fortalecer os músculos e melhorar o equilíbrio, evitando quedas.
  • Evitar o consumo de álcool e de fumo.
  • Evitar o consumo excessivo de sal.
  • Utilizar medicamentos prescritos pelo médico a fim de recuperar a massa óssea perdida e diminuir o risco de fraturas.
  • Evitar quedas por meio da adequação de iluminação dos ambientes, da retirada de tapetes e de outros objetos do chão e da instalação de barras de apoio em banheiro.
📌 Previna-se da osteoporose. Se for necessário, consulte um profissional! 😉

Não crie obstáculos para a vacinação e garanta a proteção | Calendário da Criança

➡ Iniciando a campanha de incentivo à vacinação, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) traz abaixo as vacinas correspondentes ao Calendário de Vacinação Infantil, atualizado no segundo semestre de 2022: 🗓👶👧🧒👦
 
▪️ BCG: protege contra formas graves de tuberculose meníngea e miliar. Deve ser administrada uma única dose ao nascer.
▪️ Hepatite B: protege contra a hepatite B. Deve ser administrada uma dose ao nascer.
 
▪️ Poliomielite 1,2 e 3 (VIP inativada): protege contra a poliomielite. O esquema vacinal abrange três doses – 1ª dose: 2 meses, 2ª dose: 4 meses e 3ª dose: 6 meses. Após as doses, devem ser realizados dois reforços com a vacina VOP.
 
▪️ Poliomielite 1 e 3 (VOP atenuada): protege contra a poliomielite. É recomendado dois reforços, sendo o 1º reforço com 15 meses e o 2º reforço com 4 anos de idade.
 
▪️ Rotavírus Humano G1P1 (VRH): protege contra a diarreia por rotavírus. O esquema vacinal é de duas doses, sendo a 1ª dose aos 2 meses e a 2ª dose aos 4 meses.
 
▪️ DTP+Hib+HB (Pentavalente): protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus, Influenza B e Hepatite B. O esquema vacinal abrange três doses, sendo a 1ª dose aos 2 meses, 2ª dose aos 4 meses e 3ª dose aos 6 meses. Deve ser realizado reforço com a vacina DTP.
 
▪️ Pneumocócica 10 – valente (PCV-10): protege contra pneumonias, meningites, otites, sinusites pelos sorotipos que compõem a vacina. O esquema vacinal contempla duas doses, sendo a 1ª aos 2 meses e a 2ª aos 4 meses. Deve ser realizado reforço aos 12 meses.
 
▪️ Meningocócica C: protege contra a meningite meningocócica tipo C. O esquema vacinal abrange duas doses, a 1ª dose aos 3 meses e a 2ª dose aos 5 meses. Deve ser administrada dose de reforço aos 12 meses. Segundo a nova orientação do Ministério da Saúde, se a criança de até 10 anos não tiver se vacinado, deve tomar uma dose da meningocócica C.
 
▪️ Febre Amarela: protege contra a febre amarela. O esquema vacinal contempla uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos.
 
▪️ Sarampo, caxumba e rubéola (SCR) – Tríplice viral: protege contra sarampo, caxumba e rubéola. O esquema vacinal básico contempla duas doses – 1ª dose com a SCR e 2ª dose com SCRV. A idade recomendada é 12 meses.
 
▪️ Sarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCRV) – Tetra Viral: protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. O esquema vacinal abrange 2 duas doses, sendo a 2ª dose da SCR e a 1ª dose da varicela. A idade recomendada é 15 meses.
 
▪️ Hepatite A: protege contra a hepatite A. Deve ser administrada uma dose aos 15 meses.
 
▪️ Difteria, tétano e pertussis (DTP): protege contra difteria, tétano e coqueluche. No que se refere ao esquema básico, deve-se considerar doses anteriores com penta e DTP. Devem ser realizados dois reforços, sendo o 1º aos 15 meses e o 2º reforço aos 4 anos de idade.
 
▪️ Difteria e Tétano (dT): protege contra difteria e tétano. O esquema vacinal deve ser de três doses, considerando doses anteriores com penta e DTP. A idade recomendada para administração da vacina é aos 7 anos de idade, com realização de dose de reforço a cada 10 anos. Em casos de ferimentos graves, a cada 5 anos.
 
▪️ Papilomavírus Humano (HPV): protege contra papilomavírus Humano 6, 11,16 e 18 – recombinante. O esquema vacinal contempla duas doses. Para meninas a idade recomendada é dos 9 aos 14 anos. Para meninos, a idade recomendada é de 11 a 14 anos.
 
▪️ Pneumocócica 23 – valente (PPV 23): protege contra meningite, sepse, pneumonias, sinusite, otite e bronquite. O esquema vacinal contempla 1 dose. A vacina é recomendada a partir de 5 anos de idade para os povos indígenas, sem comprovação da vacina PCV 10.
 
▪️ Varicela: protege contra a varicela. O esquema vacinal é de uma dose, correspondente a 2ª dose da varicela. A vacina deve ser realizada aos 4 anos.
 
▪️ COVID-19: Pfizer, a partir dos 5 anos, ou Coronavac, a partir dos 3 anos. A criança deve receber duas doses do respectivo imunizante, respeitando o intervalo previsto entre as doses.
 
✅ Revise a carteirinha da criança e, se estiver faltando alguma dose ou vacina, busque um serviço de saúde para atualizar. 😉
 
Servidor da Unipampa, lembre-se que vacinas são seguras, não causam doenças e protegem a comunidade. Informação na mente e atitude consciente ajudam a salvar vidas! 💉🩹
 
📌 Observação: Para adequação do calendário, respeitando o intervalo mínimo entre as doses, recomendamos a busca por um serviço de saúde para administração das doses e orientações pertinentes, de acordo com o imunobiológico e as peculiaridades de cada caso. Destacamos ainda que a disponibilidade das doses e horários podem sofrer alterações, conforme as normas de cada município.

15 de outubro é Dia Nacional de Combate à Sífilis Congênita

➡ O terceiro sábado do mês de outubro ficou conhecido por celebrar o Dia do Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, visando conscientizar sobre os riscos da doença, os métodos de prevenção durante as relações sexuais e o cuidado preventivo. O mês de outubro se veste de verde para reforçar a importância do Combate à Sífilis Congênita! 💚
 
🔖 Um estudo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) mostrou que, nos últimos anos, os números de casos da doença cresceram. O estudo apontou que, de 2010 a 2020, foram registrados, no Brasil 783, mil casos da doença.
Sífilis, ou Lues, é uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. É curável e exclusiva do ser humano, tendo como principal via de transmissão, o contato sexual, seguido pela transmissão para o feto durante o período de gestação de uma mãe com sífilis não tratada ou tratada inadequadamente. Todavia, também pode ser transmitida por sangue contaminado.
 
A doença possui vários estágios e diversas manifestações clínicas:
 
  • Sífilis primária: ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria. Surge entre 10 a 90 dias após o contágio. A lesão é rica em bactérias, normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de íngua na virilha.
  • Sífilis latente: não aparecem sinais ou sintomas. É dividida em sífilis latente recente – menos de 2 anos de infecção – e sífilis latente tardia – mais de 2 anos de infecção.
  • Sífilis secundária: os sinais e os sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial: manchas no corpo, febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo.
  • Sífilis terciária: pode surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção. Os sinais são lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas.
  • Sífilis congênita: é a infecção transmitida da mãe para o bebê e pode ocorrer em qualquer fase da gravidez. O risco é maior para as mulheres com sífilis primária ou secundária. A sífilis materna, sem tratamento, pode causar má-formação do feto, aborto espontâneo e morte fetal. Na maioria das vezes, porém, o bebê nasce aparentemente saudável e os sintomas aparecem nos primeiros meses de vida: pneumonia, feridas no corpo, alterações nos ossos e no desenvolvimento mental, surdez e cegueira.
O tratamento é feito com antibióticos e deve ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais para avaliar a evolução da doença e estendido aos parceiros sexuais. A sífilis é uma infecção curável, com tratamento relativamente simples, mas pegar uma vez não promove imunidade. Nas formas mais graves da doença, como na fase terciária, o não tratamento adequado pode levar à morte.
 
📌 Para prevenir-se da sífilis, é recomendado o uso de preservativos durante todas as relações sexuais – inclusive anais ou orais. Além disso, é essencial que gestantes e parceiros sexuais realizem acompanhamento pré-natal para o controle da sífilis congênita.
 
✅ A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) ressalta que a prevenção é essencial, mas que o tratamento realizado da forma adequada é fundamental para a cura e, sobretudo, para o enfrentamento da doença que é de extrema relevância na saúde pública. 😉

Aprendendo sobre transtornos mentais | Combate à psicofobia

Hoje, 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, é um dia para a educação, a conscientização e a defesa da saúde mental global contra o estigma social. Nesse intuito, há um programa anual de conscientização para chamar a atenção para os transtornos mentais e seus principais efeitos na vida das pessoas em todo o mundo.

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e a Divisão de Perícias (DP) aproveitam o ensejo para realizar o encerramento da campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais”. De junho a outubro, foram divulgados materiais que abordaram diferentes tipos de transtornos mentais. O objetivo da campanha foi o de sensibilização dos colegas, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitem conhecer as patologias, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem as equipes. 

Neste último material, vamos falar especificamente sobre Psicofobia. Você mesmo já deve ter ouvido ou até mesmo proferido frases como estas, voltadas às pessoas com transtornos mentais:

“Falta força de vontade para você superar isso!”

“Se você ocupar a cabeça, isso passa.”

“Bullying? Eu estava só brincando!”

“Depressão? Desculpa para não trabalhar, isso sim!”

Todas essas frases possuem algo em comum: preconceito. O preconceito ou discriminação em relação a pessoas que sofrem de transtornos e deficiências mentais é conhecido como psicofobia.

O estigma presente nesses casos advém da falta de conhecimento. Historicamente, a distinção do que seria normalidade e do que seria loucura norteou as posturas a serem adotadas, sempre houve uma preocupação em identificar a sanidade mental como um traço importante para confiar e validar o que a pessoa disse. Indivíduos ditos “normais” foram tratados com dignidade e respeito, enquanto os ditos “loucos”, foram isolados e humilhados. Por conta disso é que até hoje existe preconceito nesse sentido.

Portanto, o principal antídoto para o combate à psicofobia é conscientizar as pessoas sobre as doenças mentais – tanto para que não tenham receio de procurar ajuda profissional, quanto para diminuir os estigmas sofridos por quem convive com a doença.

O medo do estigma e os muitos pensamentos equivocados sobre saúde mental fazem com que pessoas com transtornos mentais deixem de procurar a ajuda que necessitam.

Sem o tratamento adequado, muitas pessoas passam décadas sofrendo de sintomas intermediários, chegando, em alguns casos, a ter o funcionamento da vida muito comprometido, interferindo no trabalho, casamento, saúde física e em outros aspectos pessoais. ​O estigma, além de impedir o tratamento, pode agravar o sofrimento e até levar ao suicídio de alguém com diagnóstico de transtorno mental.

O tratamento mais indicado para os transtornos mentais é a associação entre psicoterapia e medicação. Aí entramos em outra questão: também existe preconceito em relação ao uso de medicamentos, mas é necessário destacar que o tratamento medicamentoso por si só não tem a função de “cura” e não objetiva corrigir “algo errado”. Ele tem um efeito benéfico, diminuindo o sofrimento e potencializando a chance de melhora do quadro de saúde. Deve ser feito com cuidado e atenção e, em grande parte dos casos, deve ser interrompido assim que possível, por recomendação médica.

O que causa preocupação são as pessoas que não aceitam tomar medicação de jeito nenhum ou as pessoas que acham que basta tomar para tudo ficar maravilhoso. Não é apenas uma questão de tomar remédio, ele diminui mais rapidamente a gravidade dos sintomas e impede consequências nocivas para o paciente, contudo, a psicoterapia e as medidas para melhorar a qualidade de vida são primordiais, como mudanças no estilo de vida, prática de esportes, boa alimentação, sono reparador e ter uma rede de apoio nos relacionamentos.

Confira algumas situações que podem surgir no ambiente de trabalho e que configuram psicofobia clicando aqui.

Acima de tudo, em nossas relações pessoais, a empatia e o respeito devem imperar. Se você percebe que o colega não está bem, oriente que ele faça o tratamento adequado, procurando psicólogo e/ou psiquiatra, pois esses profissionais compreendem os diferentes tipos de transtornos mentais e são habilitados para lidar com essas questões.

Se o colega precisar se afastar para tratamento de saúde, você pode julgar que ele está prejudicando o trabalho, mas ao invés de olhar por essa perspectiva, coloque-se no lugar dele e entenda que ele não está bem e que se ele se cuidar poderá ter condições de retornar e passar a executar bem seu trabalho – diferentemente se ele não se afastar e não fizer o tratamento adequado, assim estará prejudicando ainda mais a si mesmo e a toda a equipe.

Servidor da Unipampa, faça sua parte no combate à psicofobia e compartilhe os nossos materiais com sua família, amigos e colegas de trabalho.  Não esqueça: combater o estigma e contribuir para uma sociedade sem preconceito é missão de todos nós! 

Siga acompanhando as campanhas produzidas pela DASST e DP porque falamos sobre saúde mental não apenas na data de hoje, mas o ano inteiro!

Aprendendo sobre transtornos mentais | Síndrome de Burnout

A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), por meio da Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e da Divisão de Perícias (DP), dá seguimento à sua campanha de saúde mental que está acontecendo desde junho.

O objetivo da campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais” é sensibilizar os colegas, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitam conhecer a patologia, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem a equipe.

O quinto tema da campanha é a “Síndrome de Burnout”. Desde o dia 01 de janeiro de 2022, essa síndrome passou a ser considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno relacionado ao trabalho. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, é desenvolvida pelo trabalho desgastante e se manifesta a partir do esgotamento mental ligado ao estresse, à alta demanda, à excessiva responsabilidade e à competitividade no ambiente de trabalho. 

Para saber mais sobre esse adoecimento tão importante na atualidade, a cartilha do mês de outubro foi organizada de forma a responder os seguintes questionamentos:

  • Quais são os principais sintomas?
  • Como surge o Burnout?
  • Como evitar?
  • Qual o papel da instituição?

Acesse o material clicando aqui

Lembre-se que a Síndrome de Burnout é uma condição clínica que deve ser levada a sério, inclusive qualquer um de nós pode desencadeá-la em algum momento da vida ou conviver com alguém que tenha essa síndrome. Por isso, não duvide, não minimize e não questione!

Desmistificar tabus e acolher de forma adequada impactam na saúde do servidor e podem surtir efeitos positivos em relação ao clima de trabalho e ao suporte das atividades desempenhadas. Informe-se, indique o material para o seus colegas de trabalho e contribua na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e humano. 

Aprenda sobre transtornos mentais e diga não à psicofobia!