Assessoria de Diversidade, Ações Afirmativas e Inclusão | ADAFI | Página: 18

Aprendizagens Interculturais: produção de sentidos na educação (6ª edição)

27/07 às 19h

Encontro 04

As línguas indígenas na literatura: entre e escrita e a oralidade

Convidada
Lucia Morais Tucuju
Especialista em Literatura Infantil e Juvenil pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Professora, mediadora de leitura, escritora, narradora de histórias, membro da Academia Internacional de Letras do Brasil. Membro do Mulherio das Letras Indígenas. Professora de Literaturas Indígenas em Pós-graduação em Relações Étnico-Raciais e Pós-Graduação de AutoriaFeminina Brasileira. Como atriz, atuou no espetáculo teatral, o monólogo: “Arandu Lendas Amazônicas”, patrocinado e apresentado pelo Banco do Brasil, em cartaz nos CCBBs do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Brasília e no filme Ricos de Amor 2 na netflix. Origem indígena do povo Galibi, marworo, do Amapá.

Mediação
Aliriane Almeida
Bibliotecária formada pela UFRGS. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação PPGCIN/UFRGS pesquisa a desinformação sobre as populações indígenas e a Lei 11.645/2008. Coordena a Biblioteca Pública de Alegrete/RS. Especialista em Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Fiocruz/GHC-POA). Especialista em Cultura e Literatura. Especialista em Literatura de autoria feminina. Foi conselheira no Conselho Regional de Biblioteconomia de 2018 a 2022.

Onorio Tavendy de Moura
Indígena do povo kaingang da marca Kanhru, natural da Terra Indígena de Nonoai – RS. Graduado em Relações Públicas pela Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA. Mestre em Educação pela Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC. Doutorando em Educação pelo Programa de Pós-Graduação – UNISC, doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Letras – UFRGS. Faz parte do Grupo de Pesquisa Peabiru: Educação Ameríndia e Interculturalidade (UFRGS/UNISC – CNPq). Membro, organizador e coordenador do Curso de Extensão: Aprendizagens Interculturais: Produção de Sentidos na Educação.

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Questão reflexiva https://forms.gle/hj5jHxVkiypFtpeV7

Material de apoio

Lançamento do livro Tucumã – Canal Daniel Munduruku no YouTube https://youtu.be/KwtQmeZ8zb0

Canal Lúcia Tucuju no YouTube https://youtube.com/channel/UCaqzYQoiSli3AAV8-4bqP0Q @luciamoraistucuju6359

ADAFI prorroga prazo de inscrições em edital para bolsistas indígenas, negros, quilombolas e pessoas com deficiência

ADAFI – Assessoria de Diversidade, Ações Afirmativas e Inclusão prorrogou o prazo de inscrições do Edital 273/2023 que se destina a selecionar bolsistas indígenas, negros, quilombolas e pessoas com deficiência. Os bolsistas selecionados irão trabalhar com projetos de intervenção a partir de sua cultura e vivências em suas comunidades locais e na comunidade acadêmica, promovendo o desenvolvimento e a integração entre a Universidade, comunidade local e a comunidade acadêmica.

Os candidatos podem se inscrever até o dia 30 de julho, enviando a documentação solicitada no Edital 273/2023 para o e-mail adafi@unipampa.edu.br.

Todas as informações referentes à seleção estão disponíveis nos Editais 273/2023 e 281/2023.

Retificação do Edital 273/2023 em 27.07.2023

Edital 289/2023 – Segunda retificação do Edital 273/2023 em 01.08.2023

25/07 Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

No 1º Encontro de Mulheres Afro-latino-americanas e Afro-caribenhas (1992, República Dominicana), o Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha foi instituído. O evento foi criado para dar visibilidade à luta das mulheres negras contra a opressão de gênero, a exploração e o racismo.

No Brasil, a data também é celebrada como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela foi um líder quilombola de destaque que resistiu à escravidão durante duas décadas no século XVIII, lutando pela comunidade negra e indígena que vivia sob sua liderança.

Tereza de Benguela, a grande homenageada do Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha, foi uma líder quilombola que ajudou comunidades negras e indígenas na resistência à escravidão no século XVIII.

Após a morte do marido, José Piolho, Tereza assumiu o comando do Quilombo Quariterê e o liderou por décadas. Ficou conhecida por sua visão vanguardista e estratégica.

Sua liderança se destacou com a criação de uma espécie de Parlamento e de um sistema de defesa. Ali, era cultivado o algodão, que servia posteriormente para a produção de tecidos. Havia também plantações de milho, feijão, mandioca, banana, entre outros.