Carnaval 2026 | Folia só ser for com saúde e segurança!

O Carnaval já começou no Brasil e no feriado a folia ganha mais força. Na Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST), puxamos o bloco “Folia só se for com saúde e segurança!” Nele reforçamos as dicas para você que vai aproveitar a festa na rua, no sambódromo, na praia ou em meio à natureza.
 
Faça o checklist das dicas abaixo e aproveite o feriadão sem imprevistos ou transtornos: 
  • Tenha consigo um documento de identificação, pois em alguma situação de perigo, necessidade de suporte médico ou abordagem em uma blitz de trânsito é primordial que consigam saber quem você é. 
  • Mantenha os cuidados no trânsito. Não consuma bebida alcoólica antes de dirigir, não use o celular enquanto dirige, use o cinto de segurança, respeite os limites de velocidade, obedeça a sinalização e não tenha pressa de chegar ao destino.
  • Se tiver doença crônica (diabetes, hipertensão, epilepsia, dentre outras), alguma alergia grave, utilizar medicamentos específicos e/ou utilizar algum recurso como próteses, leve um aviso. Em situações de risco, essas informações são essenciais para um atendimento rápido e eficaz. 
  • Hidrate-se constantemente para evitar desidratação, queda da pressão arterial, desmaio e até agravos mais sérios que levam a óbito. Beba muita água durante a festa, mesmo quando não estiver com vontade. 
  • Abuse da proteção solar com bastante protetor solar, chapéus, bonés e óculos escuros. Evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, horário em que os raios solares estão mais fortes e são potencialmente mais prejudiciais à saúde. 
  • Se for curtir o carnaval em meio à natureza, use bastante repelente. Infelizmente, casos de dengue, zika e outras doenças transmitidas por mosquitos seguem preocupantes no país e reforçam a importância da prevenção. Também fique atento, caso o local possa abrigar escorpiões ou outros animais peçonhentos e perigosos. Informe-se sobre os serviços de saúde que estão próximos de você, para evitar demora em atendimentos, se precisar! 
  • Se for beber, tenha cautela! O excesso de bebida alcoólica pode deixar você vulnerável a situações constrangedoras e riscos, também pode resultar em brigas e acidentes. Não esqueça de se alimentar antes de ingerir bebidas alcoólicas e intercalar o consumo de álcool com o consumo de água.
  • Alimente-se adequadamente. Dê preferência a comidas leves, como verduras, legumes e frutas. Evite frituras e alimentos considerados mais pesados, pois eles dificultam a digestão e a reposição de energia. Se for consumir alimentos de banca, fique atento ao preparo para evitar infecções intestinais. 
  • Durma bem antes e após a folia. Um sono de qualidade e descanso para o corpo são fundamentais para a reposição de energia. 
  • Se tiver relações sexuais, use preservativo! O uso correto da camisinha previne Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s, como HIV/AIDS, HPV, gonorréia, sífilis, hepatite, entre outras) e também evita gravidez não planejada. 
  • Esteja atento aos seus pertences. Evite andar com grande quantia de dinheiro em espécie, bolsas ou mochilas que chamem a atenção, tenha muita atenção ao usar o aparelho celular e cartões de banco. Se for vítima de algum furto ou roubo, mantenha a calma, busque um representante da lei ou delegacia mais próxima e faça a ocorrência. 
  • Respeite a todos(as) à sua volta. A folia é para descontrair e não deve gerar constrangimentos, ameaças ou atitudes desnecessárias que violem os direitos dos demais. Não esqueça que nem todas as pessoas possuem o mesmo propósito que você na festa, então, ao abordar alguém, se a pessoa aparentar desconforto e não sinalizar nenhum “sim”, não avance! Não havendo um “sim”, é sempre “Não”. Não esqueça: importunação sexual é crime, com penalidades previstas em lei. 
  • Se você for vítima de alguma situação que viole seus direitos e/ou seu corpo, procure a delegacia mais próxima ou ligue para os números 180 e/ou 181 (exclusivo para mulheres) ou disque 100. Se for vítima de algum crime ou situações graves que necessitem de intervenção da Polícia Militar, ligue 190. Se precisar de algum atendimento urgente à saúde ligue 192 (SAMU), 193 (Bombeiros) ou vá ao serviço de saúde mais próximo. 
Checklist feito com sucesso, caia na folia, descanse e aproveite o feriado! A DASST deseja um ótimo carnaval para todos(as)! 

Dia Internacional dos Direitos Humanos: dignidade é direito em toda idade

Neste ano, em alusão ao Dia Internacional dos Direitos Humanos, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) lançou a campanha “Dia Internacional dos Direitos Humanos: dignidade é direito em toda idade”, trazendo um enfoque para a conscientização e combate ao etarismo (forma de discriminação baseada na idade de uma pessoa ou de um grupo).

Abordaremos a respeito de conceitos e linguagem etaristas e sobre o etarismo e as mulheres, exemplificando como o etarismo afeta principalmente o gênero feminino.

REVEJA OS SEUS CONCEITOS

“Parece que o tempo não perdoa…” 

O etarismo não é um problema inerente à idade, mas sim uma forma de discriminação, que gera baixa autoestima, exclusão, insegurança e sensação de inutilidade, como mostrou a revisão da OMS, em 2020. Piadas e comentários desrespeitosos reforçam esses efeitos.

“É só uma brincadeirinha”

É preciso combater piadas relacionadas à idade, bem como a infantilização, evitando usar termos ou linguagem preconceituosa, por exemplo, “solteirona”, “vovozinha”.

“Todo(a) velho(a) é doente”

É necessário evitar generalizações que levam a associações equivocadas e excludentes.

“Esse tipo de roupa não combina com pessoas da sua idade”

Acreditar que para usar roupas, acessórios e até maquiagem e penteados há uma idade certa, reforça estereótipos e restringe a liberdade individual de se expressar.

“Você não está velha(o) demais para fazer essas coisas?

Pessoas idosas podem aprender, inovar, começar novos relacionamentos e assumir novos desafios. Não existe limite de idade para explorar novas possibilidades.

“Aposentadoria como solução”

Sugerir aposentadoria a pessoas idosas que enfrentam dificuldades de adaptação, em vez de oferecer treinamento e acolhimento, fortalece práticas discriminatórias relacionadas à idade.

ETARISMO E MULHERES: UMA DUPLA DISCRIMINAÇÃO

O etarismo afeta as mulheres de forma desproporcional e mais intensa, configurando uma intersecção com o sexismo, muitas vezes chamada de etarismo de gênero.

Enquanto o envelhecimento dos homens é frequentemente associado à experiência, à sabedoria e à autoridade (o “grisalho charmoso” ou “sábio profeta”), o envelhecimento feminino é culturalmente ligado à perda de valor, invisibilidade e obsolescência, principalmente em relação à beleza e à capacidade reprodutiva. Essa disparidade coloca as mulheres em constante desvantagem.

As mulheres estão mais expostas ao sofrimento mental, à sobrecarga, ao não reconhecimento do seu trabalho na esfera doméstica. Além disso, apresentam maiores demandas de cuidado na velhice, mas em relação aos homens, recebem menos cuidados. Como são as principais cuidadoras ao longo da vida, normalmente têm menos oportunidade de se envolverem em um trabalho formal, e quando o tem, isso aumenta ainda mais a sobrecarga de trabalho, gerando menor remuneração, menor probabilidade de se aposentar e maior dependência de benefícios sociais.

Exemplos de como o etarismo afeta principalmente as mulheres:

  • Padrão de beleza inatingível: A sociedade impõe às mulheres uma pressão implacável para manterem uma aparência jovem. Cabelos grisalhos, linhas de expressão e rugas são frequentemente vistos como sinais de “desleixo” ou algo a ser combatido a qualquer custo. Se elas tentam disfarçar os sinais da idade com procedimentos estéticos, são rotuladas como “artificiais”. Essa dicotomia as coloca em uma situação de “perde-perde” constante.
  • Invisibilidade no mercado de trabalho: Mulheres com mais de 40 ou 50 anos enfrentam uma dificuldade muito maior em serem contratadas, promovidas ou até mesmo mantidas em seus cargos, em comparação com homens da mesma faixa etária. Elas são frequentemente vistas como menos adaptáveis a novas tecnologias ou com uma data de validade próxima devido à idade, ignorando sua vasta experiência. Muitas vezes, a maternidade e os cuidados com a família ao longo da vida profissional também contribuem para essa desvalorização.
  • Duplo padrão na mídia e cultura pop: Historicamente, na cultura, a mulher mais velha é frequentemente retratada como a “bruxa má”, a velha rabugenta ou a “desleixada” (se não for extremamente magra e jovem), enquanto o homem mais velho é visto como o “sábio”, o “mentor” ou o “galã maduro”. Essa disparidade de representação reforça os estereótipos negativos sobre a maturidade feminina.
  • Comentários etaristas disfarçados: O etarismo pode se manifestar em elogios superficiais, como: “Nossa, você tem X anos? Nem parece!” ou “Ela é tão jovem de espírito”. Embora pareçam inofensivos, esses comentários reforçam a ideia de que a idade avançada é algo negativo e que o valor da mulher está em “não parecer” ter a idade que tem.

O preconceito etário é um tema relativamente novo no universo da diversidade e inclusão, precisamos nos conscientizar de que somos todos(as) etaristas em desconstrução e que por isso é necessário disposição para aprender juntos(as).

Assim, o convite é para que reflita sobre o que você sente e sobre suas atitudes frente ao envelhecimento, ou a sua indiferença diante desse tema. Pode ser interessante perceber-se, buscar seus reais sentimentos sobre esse assunto, para poder fazer algo a respeito, engajar-se. Cada um de nós tem algo a fazer diante do preconceito e da discriminação pela idade, pois, se não for hoje, a causa do enfrentamento ao etarismo, um dia será de todos(as) nós.

  • Confira nos cards (link aqui) sobre como o etarismo afeta mais as mulheres.

Nossa campanha sobre direitos humanos e etarismo termina aqui! Agradecemos por você ter nos acompanhado e esperamos que o conteúdo compartilhado tenha proporcionado reflexões importantes, incentivando a todos(as) para que sejamos promotores(as) de ambientes de trabalho livres de etarismo.


Reforçamos que os(as) servidores(as) da UNIPAMPA que são ou já tenham sido vítimas de qualquer tipo de discriminação podem contar com o serviço de psicologia, disponibilizado pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (psicologia.progepe@unipampa.edu.br) – caso sintam necessidade desse acompanhamento. 

Segurança do Trânsito: dirija com atenção.

Final de ano chegando! Junto acumulam-se comemorações de Natal, Ano Novo, Carnaval e até mesmo recesso e férias. Viagens se tornam mais frequentes nessa época, sobretudo com uso do automóvel.

Com a intenção de auxiliar o(a) servidor(a) a garantir segurança em suas viagens, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) traz algumas dicas extremamente importantes para a harmonia no trânsito e para que você possa realizar seu trajeto sem preocupação. 

  • Mantenha a revisão do veículo em dia: faça a checagem dos sistemas de freios, suspensão, bateria, faróis e lanternas, palhetas dos limpadores de para-brisa, entre outros.
  • Antes de pegar a estrada, pesquise a rota de sua viagem para ter informações sobre o trajeto que será feito. Evite trechos considerados perigosos, principalmente com curvas acentuadas e/ou com pouca iluminação, caso sua viagem seja mais longa e se prolongue pelo turno da noite. Se puder, se organize com antecedência e saia mais cedo para chegar com calma ao destino.
  • Confira a data de validade de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e se o documento do veículo está em dia. Não esqueça que dirigir regularizado é obrigatório. Atualmente é possível utilizar a versão digital da CNH em todo o Brasil, pois ela tem a mesma validade jurídica da versão física. Ela pode ser usada em fiscalizações de trânsito e outras situações que exijam a identificação, desde que o celular esteja com bateria e o aplicativo da CNH do Brasil previamente instalado, configurado no celular e devidamente ativo e autenticado.
  • Pratique a direção defensiva: tenha paciência, adote uma postura calma e busque prever possibilidades de acidentes. Mantenha distância segura de outros veículos. Redobrando a atenção é mais fácil antecipar possíveis problemas de trânsito.  
  • Evite brigas e discussões: o estresse e a ansiedade são comuns nessa época do ano. Evite aborrecimentos! Se houver algum obstáculo, preste atenção nas placas de sinalização, realizando sua viagem de acordo com as normas de trânsito. 
  • Caso seja parado em uma blitz, siga as instruções das autoridades. A fiscalização só retira de circulação condutores e veículos que ameaçam a harmonia no trânsito. Ao solicitar a CNH e o documento do veículo, você poderá utilizar a versão digital de ambos, pois elas podem ser verificadas pelos agentes de fiscalização por meio do aplicativo específico, que é utilizado para confirmar a autenticidade mesmo sem conexão com a internet. 
  • Respeite leis e normas de trânsito: dirigir com pressa traz riscos a você e aos demais. Por isso, não ultrapasse os limites de velocidade, não realize manobras arriscadas, evite distrações e não dirija com o celular próximo a si. Obedeça a sinalização e respeite o pedestre! 
  • Use o cinto de segurança e certifique-se que os demais passageiros também estejam utilizando. Estudos recentes demonstram que não usar o cinto de segurança no banco de trás aumenta em até cinco vezes o risco de morte do ocupante do banco da frente. Um estudo publicado pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (ABRAMET) apontou que o uso do cinto de segurança reduz em até 60% o risco de morte e de lesões graves para os passageiros dos bancos dianteiros, e em até 44% para os ocupantes dos bancos traseiros. 
  • Não dirija com sono: o efeito de dirigir sonolento é o mesmo que assumir a direção sob efeito de álcool. Nesse caso, seu cérebro e seu corpo não respondem direito a seus comandos. Por isso, uma noite bem dormida e efetuar pausas para descanso durante o trajeto são fundamentais para você andar com segurança na estrada. Lembrando sempre que é expressamente proibido dirigir sob efeito de álcool ou de outras substâncias psicoativas.
  • Em situação de emergência, procure a Polícia Rodoviária ou as unidades de apoio das estradas.
  • Se for viajar de motocicleta, use capacete e roupas apropriadas. Sobre duas rodas o cuidado deve ser redobrado.

A DASST apresenta essas importantes orientações a fim de proporcionar uma viagem segura a você e aos demais neste período de datas comemorativas. Mas, lembre-se: a atenção no trânsito deve acompanhar você e sua família durante todo o ano. Um mínimo descuido pode causar transtornos imensos.

Não coloque sua vida e a dos demais em risco! Faça sua viagem em segurança! 


Este e-mail faz parte do Projeto “(Re)conheça e Multiplique”, que tem como intuito resgatar materiais já produzidos pela DASST e ampliar o conhecimento dos servidores da Unipampa. Este projeto possibilitará, portanto, que novos servidores possam conhecer os materiais anteriormente produzidos por nosso setor, bem como incentivar a releitura daqueles que já tiveram contato, uma vez que as temáticas desenvolvidas continuam atuais e necessárias.

Dia Internacional dos Direitos Humanos: Dignidade é direito em toda idade

Dia 10 de dezembro comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Neste ano, em alusão a esta data, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) lança a campanha “Dia Internacional dos Direitos Humanos: dignidade é direito em toda idade”, trazendo um enfoque para a conscientização e combate ao etarismo. A campanha será dividida em dois posts. Neste primeiro, abordaremos sobre o que é etarismo, quais são suas consequências, como o etarismo se manifesta no ambiente de trabalho e como combatê-lo no contexto laboral.

O que é etarismo?

O etarismo – também conhecido como ageísmo ou idadismo –  é uma forma de discriminação baseada na idade de uma pessoa ou de um grupo. Ele ocorre por meio de estereótipos negativos relacionados à idade, resultando em exclusão social e dificuldades no acesso a direitos. Seu impacto se estende à vida pessoal, profissional e social, comprometendo a dignidade, a autonomia e a participação plena de quem o enfrenta.

Diferentemente das demais formas de discriminação, incluindo o sexismo e o racismo, o etarismo é pouco conhecido e debatido, além de ser socialmente aceito e fortemente institucionalizado, o que demanda uma imediata conscientização da sociedade acerca da sua existência e de seus efeitos prejudiciais para a qualidade de vida e a inclusão social da população idosa.

Além disso, difere das demais formas de preconceito e discriminação, porque “teoricamente qualquer pessoa poderá ser atingida por ele ao longo de sua vida e desde que viva o suficiente para envelhecer”, já que o envelhecimento é um processo que atinge a todos indistintamente. Por fim, é importante ressaltar a forma sorrateira como o etarismo se apresenta, inclusive sob a roupagem de cuidado, produzindo uma influência poderosa sobre o comportamento das pessoas. 

De acordo com uma análise realizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), realizada com mais de 83 mil pessoas em 57 países, o preconceito em razão da idade é fenômeno universal e transcultural, sendo que a maioria das pessoas desconhecem os estereótipos inconscientes que elas possuem em relação às pessoas idosas, razão pela qual é preciso trazer luz ao tema para que tenhamos a oportunidade de construir uma sociedade mais livre, justa e solidária.

Vivemos a maior transição etária dos últimos tempos, em uma era em que o tabu do envelhecimento ainda aflige a nossa sociedade. Envelhecemos como nação, enquanto nossa sociedade ocidental contemporânea tem como um valor cultural a busca pela eterna juventude. Pouco se fala sobre o envelhecimento populacional no Brasil, mas até 2030, estaremos entre os 5 países com maior percentual de população acima de 60 anos. 

Um reflexo, entre outros fatores, do aumento da expectativa de vida é a postergação da aposentadoria ou seguir trabalhando em nova carreira. Assim, devemos estimular atitudes saudáveis de convivência para que não haja conflitos e a convivência no trabalho seja harmoniosa.

Quais as consequências do etarismo?

O etarismo é um fenômeno universal de grande incidência. Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada duas pessoas apresentam atitudes moderadas ou altamente discriminatórias relacionadas à idade. Além disso, é mais prevalente em países de baixa e média renda.

Dentre os impactos psicológicos provocados pelo etarismo, estudos apontam que a discriminação sofrida pode ser fonte indutora de estresse e sofrimento psíquico. É preciso considerar também que o preconceito de idade não está sozinho, mas acompanhado de outras formas de preconceito e discriminação social, como capacitismo, sexismo, racismo e LGBTQIAPN+fobia. 

 

Como o etarismo se manifesta no ambiente de trabalho?

À medida em que uma pessoa envelhece, não só as oportunidades no mercado de trabalho se tornam mais escassas, mas também é comum que pessoas mais velhas fiquem excluídas de cargo ou fiquem à margem de suas próprias equipes, tendo suas opiniões invalidadas. 

Comentários que desvalorizam e desrespeitam a capacidade de aprendizado ou de liderança favorecem o isolamento profissional e limitam a participação ativa. Isso se deve aos estereótipos relacionados aos(às) trabalhadores(as) mais velhos(as), que são percebidos(as) como pessoas mais estáveis e confiáveis, porém, mais lentas, menos flexíveis e com maiores dificuldades de aprendizado e de treinamento. 

O etarismo pode aparecer quando pessoas jovens são vistas como inexperientes, adultos de meia-idade como ultrapassados e pessoas idosas como incapazes de acompanhar mudanças, reforçando barreiras injustas no ambiente corporativo.

Esse fenômeno está presente e sorrateiramente invisível, afetando os(as) servidores(as) com idade igual ou superior a 60 anos, que se sentem discriminados(as) e pressionados(as) a deixar seus cargos para dar lugar aos mais jovens. 

Convidamos você a seguir acompanhando a nossa campanha e auxiliando no enfrentamento ao etarismo!


Os(as) servidores(as) da UNIPAMPA que são ou já tenham sido vítimas de qualquer tipo de discriminação podem contar com o serviço de psicologia, disponibilizado pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (psicologia.progepe@unipampa.edu.br) – caso sintam necessidade desse acompanhamento. 

Cartilha de Conscientização e Combate ao Racismo (2ª edição)

Amanhã, 20 de novembro, celebramos o Dia da Consciência Negra, data que traz à tona a discussão e a reflexão sobre o racismo. Considerando a importância do tema durante o ano inteiro, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) apresenta a segunda edição da “Cartilha de Conscientização e Combate ao Racismo: Lutar contra o Racismo é Dever de Todos(as)“.
 
O material foi elaborado com o objetivo de sensibilizar e conscientizar a comunidade acadêmica da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) sobre a importância das medidas de combate ao racismo e da denúncia de situações discriminatórias. Por isso, nesta cartilha, daremos ênfase ao enfrentamento do racismo nas organizações. Para acessar a produção, clique aqui.
 
Informe-se, reflita e compartilhe o material!
 
Jamais esqueça que racismo é crime e deve ser denunciado.
 
O combate ao racismo é dever de todas e todos na Unipampa! Faça a sua parte!
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Este post faz parte do Projeto “(Re)conheça e Multiplique”, que tem como intuito resgatar materiais já produzidos pela DASST e ampliar o conhecimento dos servidores da Unipampa. Este projeto possibilitará, portanto, que novos servidores possam conhecer os materiais anteriormente produzidos por nosso setor, bem como incentivar a releitura daqueles que já tiveram contato, uma vez que as temáticas desenvolvidas continuam atuais e necessárias.