Conheça a Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie (3ª edição)

O Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. É uma campanha nacional que busca chamar a atenção da sociedade para o enfrentamento à violência doméstica. A escolha do mês tem relação com a data da sanção da Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, que completou 20 anos no dia 7 de agosto.

Além de esclarecer as diversas formas de violência doméstica, o Agosto Lilás também fomenta debates sobre os direitos das mulheres e a igualdade de gênero. O objetivo é trazer visibilidade ao tema e ampliar os conhecimentos sobre os dispositivos legais existentes e como auxiliar as vítimas.

Com o propósito de marcar este mês de extrema relevância, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST), vinculada à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), compartilha a “Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie”. Publicada em sua terceira edição no ano de 2025, a cartilha é voltada ao enfrentamento do assédio sexual, que se configura como uma das expressões da violência de gênero. Embora essa violência possa atingir qualquer indivíduo independentemente do gênero, as mulheres figuram como as principais vítimas, reflexo de uma cultura pautada no machismo e no patriarcado.

Convidamos todos e todas a realizarem a leitura do material em anexo. É fundamental compreender a definição de assédio sexual, suas manifestações no ambiente profissional, seus impactos, além dos canais de auxílio e estratégias de prevenção.

Nosso compromisso central reside na prevenção. No entanto, sua efetividade depende do acesso à informação e do engajamento coletivo para a construção e a manutenção de um ambiente de trabalho seguro, saudável e pautado pelo respeito.

Confira a 3ª edição da Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie

O Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. É uma campanha nacional que busca chamar a atenção da sociedade para o enfrentamento à violência doméstica. A escolha do mês tem relação com a data da sanção da Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, que completou 19 anos no dia 7 de agosto.

Além de esclarecer as diversas formas de violência doméstica, o Agosto Lilás também fomenta debates sobre os direitos das mulheres e sobre a igualdade de gênero. O objetivo é trazer visibilidade ao tema e ampliar os conhecimentos sobre os dispositivos legais existentes e como auxiliar as vítimas.

Na ocasião deste mês tão importante, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST), da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), relança a “Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie”. O material traz o enfoque na temática do assédio sexual – um dos tipos de violência contra as mulheres. Sabe-se que esse tipo de violência vitimiza pessoas independente de gênero, contudo, mulheres são as que mais sofrem esse tipo de situação, em razão de uma cultura machista e patriarcal.

Reserve um momento para ler a cartilha anexada, pois é importante que todos(as) saibam a respeito do que se trata o assédio sexual, como ele pode estar presente no contexto laboral, quais suas consequências, como procurar ajuda e preveni-lo. 

A prevenção é nossa intenção primordial, mas só conseguimos, de fato, prevenir, caso estejamos munidos de informação e implicados com o objetivo de zelar por uma cultura saudável e respeitosa no nosso ambiente de trabalho.


Este e-mail faz parte do Projeto “(Re)conheça e Multiplique”, que tem como intuito resgatar materiais já produzidos pela DASST e ampliar o conhecimento dos servidores da Unipampa. Este projeto possibilitará, portanto, que novos servidores possam conhecer os materiais anteriormente produzidos por nosso setor, bem como incentivar a releitura daqueles que já tiveram contato, uma vez que as temáticas desenvolvidas continuam atuais e necessárias. 

Servidor(a) da Unipampa: caso você percebeu que sofreu ou está sofrendo assédio sexual, reúna provas/testemunhas, detalhe todas as situações de assédio sofridas com data, horário e local, além de procurar suporte psicológico para enfrentamento da situação através do e-mail psicologia.progepe@unipampa.edu.br. A denúncia deve ser feita ao superior hierárquico e/ou à Ouvidoria. A vítima pode procurar ainda o Sindicato profissional, a Delegacia de Polícia Federal ou a Delegacia da Mulher (BO) e o Ministério Público.

Confira a Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie

O Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. É uma campanha nacional que busca chamar a atenção da sociedade para o enfrentamento à violência doméstica. A escolha do mês tem relação com a data de sanção da Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, que completou 17 anos no dia 7 de agosto.

Além de esclarecer as diversas formas de violência doméstica, o Agosto Lilás também fomenta debates sobre os direitos das mulheres e sobre a igualdade de gênero. O objetivo é trazer visibilidade ao tema e ampliar os conhecimentos sobre os dispositivos legais existentes e como auxiliar as vítimas.

Neste ano, a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), através da parceria entre a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e a Divisão de Perícias (DP), elaborou a “Cartilha de Prevenção ao Assédio Sexual – Rompa o ciclo do silêncio e denuncie” com enfoque específico no tema do assédio sexual – um dos tipos de violências contra a mulher. Sabe-se que esse tipo de violência vitimiza pessoas independente de gênero, contudo, mulheres são as que mais sofrem esse tipo de situação, em razão de uma cultura machista e patriarcal.

Reserve um momento para ler a cartilha em anexo, pois é importante que todos(as) saibam a respeito do que se trata o assédio sexual, como ele pode estar presente no contexto laboral, quais suas consequências, como procurar ajuda e preveni-lo. A prevenção é nossa intenção primordial, mas só conseguimos prevenir se estamos munidos de informação e implicados com o objetivo de zelar por uma cultura saudável e respeitosa no nosso ambiente de trabalho.

Caso você percebeu que sofreu ou que está sofrendo assédio sexual, reúna provas/testemunhas, detalhe todas as situações de assédio sofridas com data, horário e local, além de procurar suporte psicológico para enfrentamento da situação (psicologia.progepe@unipampa.edu.br). A denúncia deve ser feita ao superior hierárquico e/ou à Ouvidoria. A vítima pode procurar, ainda, o Sindicato profissional, a Delegacia de Polícia Federal ou a Delegacia da Mulher (BO) e o Ministério Público.