O livro de Autoria da Professora Amélia Bastos e convidados e Design gráfico de Maria Clara Petrarca faz uma revisão dos direitos da pessoa com deficiência nos âmbitos do município de Bagé, do Estado do Rio Grande do Sul e do país.






O livro de Autoria da Professora Amélia Bastos e convidados e Design gráfico de Maria Clara Petrarca faz uma revisão dos direitos da pessoa com deficiência nos âmbitos do município de Bagé, do Estado do Rio Grande do Sul e do país.






A professora Amélia Rota Borges de Bastos, coordenadora do Núcleo de Estudos em Inclusão (NEI) da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), lançará, no dia 11 de maio, em Bagé, o livro “Direitos da Pessoa Autista”. Apresentando os direitos dos autistas no âmbito das legislações federal, do estado do Rio Grande do Sul e do município de Bagé, o livro foi escrito com base na metodologia da leitura fácil, que proporciona a compreensão para pessoas com deficiência intelectual.
Serão disponibilizados 900 exemplares para distribuição gratuita de “Direitos da Pessoa Autista”. O conteúdo do livro também está disponível neste link. Os recursos para a publicação foram disponibilizados pelo Sicredi Liberdade e Rotary Clube Bagé Sul.
* Livro apresenta legislação com linguagem de compreensão facilitada.

“Direitos da pessoa autista” será lançado em 11 de maio.
Para acessar a obra completa, clique no link abaixo:


Notícia publicada por Fernanda Cavalheiro Garcia
Encerrou no dia 06 de março, o curso de verão sobre Comunicação Aumentativa/Alternativa (CAA).
Com mais de 50 participantes, o curso discutiu conceitos relacionados ao tema e as estratégias de implementação da CAA no contexto da escola.
Palestraram no curso, os principais nomes da CAA no Brasil.
O curso ficará disponível no site do NEI para acesso ilimitado:
Link para inscrição: https://forms.gle/GUrPEfcjwEcdwhjX6

Elaboração da notícia: Fernanda Cavalheiro Garcia
NEI e o Programa de Educação Tutorial do campus Bagé (PET-Letras Bagé) do curso de Licenciatura em Letras – Português e Literaturas de Língua Portuguesa lançam o Guia de fontes Ciranda Cirandinha: Vamos todos incluir.
Trata-se de um guia de fontes sobre a temática da pessoa com deficiência, mediada pelo potente recurso da literatura infantil. O material traz a indicação de livros e vídeos que abordam temas como acessibilidade, barreiras atitudinais e as inúmeras possibilidades das pessoas com deficiência.
Espera-se que o Guia apoie professores da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental no que tange a abordagem do tema em sala de aula, de forma colaborar para a construção de uma cultura de inclusão.
No dia 16 de janeiro foi a abertura do curso de verão sobre Comunicação aumentativa/alternativa (CAA). A palestra de abertura foi feita pela professora Rita Bersch, um dos nomes de referência do tema no país.
O curso de CAA é uma promoção do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e do Núcleo de Estudos em Inclusão.
Os encontros acontecerão às segundas-feiras – das 19-21h pelo meet. O Público-alvo desta ação são estudantes da Unipampa e comunidade externa interessada no tema.
Para maiores informações, acesse a Aba: CURSO DE VERÃO COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA/AUMENTATIVA
INÍCIO: 16/01 – 19H – 21H – VIA MEET
ORIENTAÇÕES DE ACESSO
LINK/HORÁRIO DAS AULAS SÍNCRONAS: (Sem título)
• Segunda-feira, 16 de janeiro · 7:00 até 9:00pm
• Informações de participação do Google Meet
• Link da videochamada: https://meet.google.com/vxa-wehw-xev
INSCRIÇÕES: https://forms.gle/oNLH2v6EwDBrLh7R8
PROGRAMA DO CURSO: CURSO INTRODUÇÃO A COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA (8)
Integrantes do NEI montaram uma sala sensorial, com o objetivo de discutir os inúmeros sentidos que devem ser mobilizados no processo de aprendizagem.
NEI participa de Seminário de Inclusão Social em Aceguá. Integrantes do NEI montaram uma sala sensorial, com o objetivo de discutir os inúmeros sentidos que devem ser mobilizados no processo de aprendizagem. Professora Amélia Bastos palestrou para os professores da rede sobre o tema: Planejamento colaborativo: família, escola e serviços de apoio.
Nos dias 11 e 18 de agosto, foram realizadas rodas de conversa com professores do Atendimento Educacional Especializado da rede Municipal de Educação sobre o tema do Desenho Universal de Aprendizagem. A formação totalizou 8h de trabalho, estudo, trocas afetivas e cognitivas.


O Planetário da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), localizado no Campus Bagé, está desenvolvendo sessões específicas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa batizada de “Sessão Azul do Planetário” foi idealizada pela professora da Unipampa, Amelia Rota Borges de Bastos, em colaboração com a equipe do Planetário da Universidade, em especial com o professor Guilherme Frederico Marranghello e a técnica Cecília Petinga Irala. O objetivo foi promover um passeio com recursos de acessibilidades para crianças autistas e suas famílias conhecerem o local. Além disso, a ação contou com o apoio do Núcleo de Estudos em Inclusão (NEI) da Unipampa.
As sessões iniciais serviram como experimento para a institucionalização desse tipo de prática no cotidiano do Planetário. A primeira sessão azul ocorreu no dia 8 de junho para o público da organização Caminho da Luz. Após essa data, foram realizadas mais duas sessões, no dia 29 de junho com o Centro de Reabilitação e Apoio (CRA) do município de Candiota, e no dia 3 de julho com a Associação Janelinha para o Mundo. A iniciativa foi inspirada em sessões de cinemas adaptadas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista.
O planejamento do experimento envolveu a construção de recursos de antecipação, importantes para a inserção do público TEA em novos ambientes: como um vídeo de antecipação – com apresentação da equipe e do espaço físico onde ocorrem as sessões; materiais em comunicação alternativa/aumentativa para ampliar a comunicação entre visitantes não verbais e a equipe do Planetário, e planejamento de atividades prévias com as instituições responsáveis em levar os visitantes à visita. Além disso, foi estimulada a construção de foguetes pelas crianças para uma maior aproximação com os planetaristas.
De acordo com Amelia Borges, a sessão foi pensada para oferecer às crianças e famílias de autistas a oportunidade de um passeio tranquilo, sem medo de preconceitos e estigmatização. “Essas sessões azuis compreendem que existem comportamentos que são típicos do TEA, mas que em nada impedem que essas pessoas usufruam da experiência do Planetário”. Para o desenvolvimento da sessão também foi construída uma parede sensorial, que contou com a colaboração de alunos do curso de Engenharia de Produção da Unipampa. Além disso, foram confeccionadas almofadas e adquiridas lanternas e óculos de âmbar para facilitar a adaptação das crianças ao planetário.
A técnica Cecilia Irala estima que a cada cinco turmas que visitam o Planetário, pelo menos uma possui uma pessoa com TEA. Ela menciona o trabalho que vem sendo realizado em termos de inclusão destas pessoas no ambiente do Planetário, e a importância das estratégias de adaptação da sessão. “A gente executou esse planejamento para o público autista e para a família. É um passeio para as famílias trazerem os filhos e não terem que se preocupar com estar incomodando. Para eles ficarem tranquilos e aproveitarem o passeio”, comenta Irala.
Segundo Amelia, o exemplo das sessões azuis pode ser utilizado em outros espaços da Universidade. Ela comenta sobre a importância da inclusão como um valor do Planetário. “A astronomia é para todos, e tu tem um conjunto de pessoas que estão preocupadas em pensar em recursos de acessibilidade, e implementar esses recursos, porque se não, a astronomia não é para todos”, destaca.
A partir destes primeiros experimentos, o objetivo é aprimorar ainda mais as práticas de acessibilidade, inclusive nas sessões abertas. “A cada sessão azul, a cada trabalho que a gente faz específico, aprendemos tanto que conseguimos incluir essas pessoas no coletivo, na sessão aberta, que têm todos os públicos”, relata Irala. A ideia da equipe do Planetário em conjunto com a professora Amelia Borges é refletir sobre a experiência e buscar melhorar ainda mais o acolhimento e inclusão do público TEA.
Para a docente, o diferencial das ações desenvolvidas pelo Planetário em termos de inclusão está na intencionalidade. “É uma intenção do Planetário que ele seja para todos. Essa intencionalidade tem que estar na Universidade”, comenta Amelia . A Sessão Azul do Planetário da Unipampa é um exemplo de como inserir a acessibilidade no cotidiano e nos mais diversos espaços da Universidade.

No último dia 29/06 o Planetário da Unipampa recebeu o CRA – Centro de Reabilitação e Apoio na Sessão Azul: Uma tarde de muita alegria, diversão e aprendizagens sobre Astronomia.