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6 comportamentos errados em tempos de pandemia

Desde 2020, estamos vivendo um cenário de pandemia no Brasil, no qual seguir as recomendações oficiais para evitar a disseminação do vírus é extremamente importante. Infelizmente, não conseguimos combater o coronavírus ainda, mas em 2021 nosso país iniciou o processo de vacinação contra a COVID-19, que segue o calendário priorizando os grupos de risco.

Mesmo que você já tenha sido vacinado, deve continuar mantendo os cuidados necessários para evitar a propagação do vírus. Lembre-se que, ao se proteger, você também protege os demais à sua volta e contribui para que, em breve, possamos vencer essa luta.

Vale lembrar que ao sentir qualquer sintoma (dor de cabeça, cansaço, febre, tosse, falta de ar, dor de garganta, perda do apetite e paladar), você deve procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação. Se for confirmada a infecção por coronavírus, mantenha o isolamento recomendado de 14 dias para evitar a transmissão do vírus para os demais e garantir uma boa recuperação.

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) traz orientações sobre os 6 comportamentos errados durante a pandemia realizados por algumas pessoas, para que possamos refletir sobre eles e intensificar os cuidados, praticando-os da maneira correta. Para conferir se você está agindo corretamente frente à pandemia, clique aqui e acompanhe o material produzido pela DASST.

O uso da máscara, a higienização frequente das mãos, o distanciamento e a vacinação são os maiores aliados para manter o vírus longe e preservar vidas!

Não se esqueça: com responsabilidade e cooperação de todos, o inimigo perderá a força e venceremos a pandemia!

Se precisar sair de casa, atente-se aos cuidados a serem tomados ao retornar…

A pandemia do coronavírus, infelizmente, ainda não acabou! Embora o processo de vacinação contra a COVID-19 esteja ocorrendo, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) reitera que devemos continuar atentos e seguir todas as recomendações dos órgãos oficiais para evitar a contaminação, a transmissão e a propagação do vírus. 

O cenário atual exige cautela e paciência para que possamos vencer o coronavírus. Com as novas variantes em nosso país e Estado, acompanhamos a sobrecarga dos profissionais da saúde para salvar vidas. Então, a colaboração e a conscientização de todos é primordial!

Se você puder, fique em casa. Não se exponha ao vírus! Se for inevitável sair, use sua máscara corretamente – bem ajustada ao rosto, cobrindo nariz e boca e faça a troca a cada 2 horas ou quando estiver úmida -, higienize as mãos com álcool em gel 70% e mantenha distância de 1,5 a 2 metros entre os demais. Evite locais fechados, mantenha as janelas abertas. Não faça festa, comemorações, viagens ou quaisquer outras coisas que possam gerar aglomerações.

Se você se enquadra no perfil dos grupos prioritários para ser vacinado contra a COVID-19, fique atento ao calendário e, quando chegar a sua vez, garanta essa potente forma de proteção. Também vale lembrar que dia 12 de abril de 2021 iniciou-se a aplicação da vacina contra a Influenza (Gripe) aos públicos prioritários, a mesma não protege contra o coronavírus, mas confere imunidade aos grupos mais vulneráveis à contaminação das cepas do vírus da Influenza. Uma vez descartada a possibilidade de um paciente estar com influenza, fica mais fácil diagnosticar a COVID-19, caso o mesmo apresente os sintomas. 

Para ficar por dentro de todos os cuidados que se deve ter ao retornar para a casa, clique aqui

Ressalta-se que esses cuidados são grandes aliados no combate ao coronavírus. Quanto mais você, seus familiares, amigos e demais pessoas evitarem a exposição, o vírus fica mais longe. Infelizmente, não é possível fazer uma desinfecção total de tudo a todo o tempo, mas com a adoção dessas medidas preventivas é possível reduzir o risco de contágio, consequentemente evitando a disseminação do coronavírus e aos poucos vamos vencendo essa luta.

A transmissão do coronavírus pode acontecer quando…

O coronavírus é invisível e traiçoeiro!

Fique atento(a) às formas de transmissão do vírus e, se estiver com algum sintoma respiratório, evite contato com o demais e busque avaliação médica.

Perda do olfato e paladar, tosse, espirro, dor de cabeça, cansaço, vômitos, diarreia e febre são sintomas bem comuns da contaminação por coronavírus. Não espere, vá a uma unidade de saúde.

Se você viajou nas últimas semanas ou teve contato com alguém doente, não esqueça de falar durante a avaliação.

Siga as orientações dos profissionais de saúde e mantenha o isolamento recomendado de 14 dias.

Não esqueça de seguir praticando as medidas de prevenção, elas são primordiais! Use máscara, higienize as mãos com álcool em gel 70%, evite aglomerações e abraços, não compartilhe objetos pessoais. E, se puder, permaneça em casa!

Se você fizer parte do grupo prioritário de vacinação, fique atento ao calendário de vacinação contra a COVID-19 e se vacine!

Lembre-se: contra o vírus, a melhor aliada é sempre a prevenção!

O coronavírus não faz recesso, nem tira férias.

A partir do dia 21 de dezembro, a Unipampa entrará em recesso de natal e fim de ano, retomando as atividades no início de janeiro. Por isso, reforçamos a todos a importância dos cuidados e da prática das medidas de prevenção durante a pandemia do coronavírus também neste período. 

Lembre-se: o vírus não faz recesso, nem tira férias. Por isso, continue usando sua máscara, lavando as mãos com água e sabão ou higienizando as mãos com álcool em gel 70%, evitando aglomerações e mantendo distanciamento social. 

Nesse fim de ano, recomenda-se que os abraços sejam virtuais, que os encontros sejam por meio de videochamadas, que as viagens sejam evitadas e que o maior desejo para 2021 seja o fim da pandemia. 

Lembramos que aquelas atividades consideradas essenciais pela universidade, serão mantidas. Portanto, não estarão em recesso! No entanto, independente de estar em recesso ou em atividade, ressaltamos que as medidas de prevenção devem ser executadas por todos em todos os momentos.

A todos e todas, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) deseja um natal repleto de paz e esperança e também que o próximo ano seja otalmente diferente de 2020, para que em breve estejamos mais próximos novamente. Para que isso ocorra, é fundamental ter conscientização e colaboração de todos para evitar a propagação do vírus. 

Se proteja e proteja a todos a sua volta. Juntos venceremos o coronavírus!

DASST realiza formação com os membros dos Centros de Operações de Emergência em Saúde para a Educação (COE-E Local)

Na tarde do dia 09 de dezembro de 2020, foi realizada uma formação sobre a prevenção ao coronavírus com os representantes dos Centros de Operações de Emergência em Saúde para Educação (COE-E Local). Esse encontro foi promovido pela Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) da Pró Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) em parceria com o Comitê de Monitoramento do Coronavírus da Unipampa e contou com a colaboração do médico perito da PROGEPE, Paulo Salim. 

O principal objetivo do encontro foi dirimir dúvidas relacionadas à operacionalização dos planos de contingência de cada unidade. Foi um momento de troca de conhecimento com ênfase nas medidas preventivas, orientação em relação à identificação e à conduta diante de casos suspeitos e confirmados de coronavírus, além de esclarecimentos sobre questões associadas à área administrativa. 

Novamente, agradecemos a presença de todos que puderam participar, disponibilizamos os slides da apresentação para consulta e reiteramos que a equipe DASST está à disposição para sanar quaisquer dúvidas ou demandas, nas quais seja possível realizar apoio técnico da área da saúde ou segurança do trabalho.

Para acessar os slides da apresentação, clique aqui.

DASST elabora material com orientações sobre o coronavírus nas crianças

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, as evidências científicas atuais afirmam que as crianças são afetadas pelo coronavírus com menor frequência e menos gravidade de sintomas.

Um estudo publicado no início de março de 2020 sugere que elas são tão propensas a se infectarem com o coronavírus quanto os adultos, mas apresentam menos sintomas e menor risco de desenvolver doença grave. A explicação para isso pode estar ligado ao fato de menor testagem em crianças justamente por não apresentarem sintomas mais graves.

Pensando nisso, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) elaborou este material com orientações sobre o coronavírus nas crianças que conta com a explicação sobre os sintomas e as formas de prevenção. Para acessá-lo, clique aqui.

Com relação à utilização de máscaras, lembramos que ela deve:
  • estar de acordo com o tamanho do rosto da criança;
  • estar confortável;
  • ser utilizada e manuseada de forma correta, e;
  • ser higienizada de forma adequada (lavar com água e sabão abundantes e/ou deixar de molho em solução de água sanitária – 1 colher de sopa para 500ml de água – por 30 minutos e, após a secagem, passar ferro quente em ambos os lados e armazenar em um saco plástico limpo).

Ressalta-se também que, se a máscara estiver úmida ou após o tempo máximo de 2 horas de uso, deve ser trocada por outra limpa. Além disso, caso a criança derrube no chão, deve ser substituída imediatamente.

Informação e prevenção são as melhores formas de proteção!

DASST, juntamente com psicóloga da PROGEPE, elabora manual de cuidado em saúde mental durante o distanciamento social

O distanciamento social é essencial para combater a velocidade de propagação do coronavírus, desse modo evitando a contaminação e a transmissão do vírus de forma mais rápida. 

Quanto menos “gente circulando” e mais gente executando as medidas preventivas e mantendo distanciamento, menores são as chances de aumento de contágio. Isso, além de preservar a sua saúde, possibilita que os serviços de saúde de maior complexidade possam atender os casos mais graves e, nesse momento, preparar estrutura com mais leitos para tratamento de Covid-19 nos estados e municípios em que for necessário.

Ficar em casa é essencial para conter a disseminação, mas sabemos que esse período atípico traz consigo muitas mudanças, que podem desencadear angústia e sofrimento.

Pensando nisso, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) juntamente com a psicóloga da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), Camila Perez, elaborou um manual para você cuidar de si e da sua saúde mental durante o período de isolamento. 

O documento foi executado a partir das perguntas elaboradas pela Assessoria de Comunicação Social (ACS) que foram feitas à psicóloga da PROGEPE. 

Esperamos que esse material possa contribuir para que o período em que vivemos seja mais leve para você. Boa leitura! Para acessá-lo, clique aqui

CORONAVÍRUS | Saiba como se prevenir

O coronavírus assemelha-se a uma coroa (corona) do sol e é causador de infecções respiratórias. É um vírus com letalidade menor e apresenta sintomas semelhantes à gripe, mas pode evoluir para uma grave infecção como pneumonia e causar óbitos. Os tipos de coronavírus mais conhecidos são: Alpha coronavírus 229E e NL63, Beta coronavírus OC43 e HKU1, SARS-CoV (causador da Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS), MERS-CoV (causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS) e SARS-CoV-2: novo tipo de vírus do agente coronavírus (COVID-19), que surgiu na China em 31 de dezembro de 2019. Alguns causam doenças graves com importante impacto na saúde pública, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) que foi identificada em 2012 e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002.

Febre, tosse, dificuldade para respirar e dor de garganta são os sintomas mais comuns. O período de incubação do vírus é de 5 a 12 dias. A transmissão se dá em média 7 dias após aparecimento dos sintomas. Mas já há estudos que sugerem que possa ocorrer a transmissão sem que a pessoa infectada apresente nenhum dos sintomas. Em São Paulo, uma adolescente assintomática teve a confirmação do diagnóstico de coronavírus por meio do exame laboratorial.

Fonte: Jornal Grupo O Liberal

O diagnóstico é feito com base em análise clínica e laboratorial (por meio de técnicas RT-PCR em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral). Não existe um tratamento específico para o coronavírus, são realizadas medidas de suporte que aliviam alguns sintomas como uso de analgésico e antitérmico para dor e febre, além de repouso e ingestão de bastante água. Os casos graves são encaminhados para o Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Já os casos mais brandos são acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e são instituídas as medidas de precaução no domicílio.

A prevenção é feita através da higienização das mãos com água e sabão ou álcool a 70%, evitar locais com aglomeração de pessoas ou ambientes fechados, não fazer troca de utensílios como copos ou talheres, cobrir a boca com lenço de papel quando espirrar ou tossir e descartá-lo no lixo, utilizar lenços descartáveis para higienizar o nariz, evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas, evitar contato com pessoas doentes ou pessoas que possam ser possíveis casos suspeitos.

Até a data de hoje, 13 de março, no Brasil há setenta e sete casos confirmados de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. Os estados que tiveram confirmação de casos são: Rio Grande do Sul (4), Paraná (6), São Paulo (42),Rio de Janeiro (16), Espírito Santo (1), Bahia (2), Minas Gerais (1), Pernambuco (2),Alagoas (1) e no Distrito Federal (2). Somente os estados de Roraima, Amapá e Tocantins não apresentam casos suspeitos para o coronavírus.

Fonte: Ministério da Saúde em 12 de março de 2020 às 16h20.

Como saber se posso ser suspeito de coronavírus?

Para tornar-se um caso suspeito, é preciso se encaixar dentro de algum dos critérios:  

Situação 1: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OU

Situação 2: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (COVID-19), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.“

Quais são os casos prováveis?

É a situação 3: Contato próximo domiciliar de caso confirmado laboratorial, que apresentar febre E/OU qualquer sintoma respiratório, dentro de 14 dias após o último contato com o paciente.

Vale ressaltar que, desde o dia 09 de março de 2020, todas as pessoas que entrarem no Brasil vindos da América do Norte, Ásia e Europa e apresentarem sintomas como coriza, febre, tosse e falta de ar poderão ser considerados suspeitos de COVID-19. 

 

Qual é o critério de confirmação do coronavírus?

CRITÉRIO LABORATORIAL: Resultado positivo em RT-PCR.  No estado do Rio Grande do Sul, o Laboratório Central do Estado (LACEN/ RS) está realizando a análise de exames específicos para o coronavírus desde o dia 06 de março, segundo a Secretaria Estadual do Rio Grande do Sul.

CRITÉRIO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO: Contato próximo domiciliar de caso confirmado laboratorial, que apresentar febre E/OU qualquer sintoma respiratório, dentro de 14 dias após o último contato com o paciente e para o qual não foi possível a investigação laboratorial específica.

 

Fonte: Ministério da Saúde em 13 de março de 2020.

Tem que registrar os casos e avisar algum órgão de saúde?

Sim. Os casos devem ser notificados nos serviços públicos ou privados dentro das primeiras 24 horas a partir de suspeita clínica, por meio do preenchimento de um formulário eletrônico, disponível em http://bit.ly/2019-ncov, conforme orientação do Ministério da Saúde.  É um evento de saúde pública de notificação imediata.

A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul disponibilizou o número de telefone 150 do Disque Vigilância e o e-mail disquevigilancia@saude.rs.gov.br para que profissionais de saúde e a população possam esclarecer dúvidas e ser orientados sobre a notificação dos casos.

O Ministério da Saúde também disponibilizou o número de telefone 136 para entrar em contato, caso apresente algum sintoma. E as informações atualizadas a respeito do coronavírus e mapa das unidade de saúde disponíveis para atender a população podem acessadas por meio do aplicativo disponível para iOS (https://apps.apple.com/br/app/coronav%C3%ADrus-sus/id140800838) e Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.datasus.guardioes&hl=pt_BR). Também é possível acompanhar o número de casos notificados por meio da plataforma IVIS (http://plataforma.saude.gov.br/novocoronavirus/).

No ambiente de trabalho, como podemos prevenir o coronavírus?

O ideal é manter o local sempre higienizado e arejado. Se possível limpar com álcool as mesas, computadores, canetas e outros acessórios que possam servir como via de contágio e evitar compartilhá-los. Se possível, disponibilizar sabão, água e álcool gel, lenço ou toalha descartável, lixeira para descarte de lenços.

Dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou o surto do novo coronavírus COVID-19 como pandemia, ou seja, a disseminação da doença ocorre em nível mundial. Esse é o primeiro tipo de coronavírus a receber essa classificação.

FIQUE ATENTO! PREVINA-SE!

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho reforça as orientações fornecidas pelo Ministério da Saúde → Se você apresentar os sintomas característicos do Coronavírus, procure a unidade de saúde mais próxima para receber todos os cuidados e orientações necessárias. 

Para informações atualizadas não deixe de acompanhar os boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde. A última atualização foi realizada em 13 de março.

* Nota: este material foi elaborado com base em informações e orientações da Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul até a data de 13 de março de 2020 (último acesso às 9h05).