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Água: Essencial e Escassa

O trabalho intitulado “Água: Essencial e Escassa”, se trata de uma intervenção aplicada pelas discentes Carla Lopes e Lisiane Marques com alunos do sexto ano do Ensino Fundamental na escola Municipal Carlota Vieira da Cunha.

O objetivo principal da ação foi promover a conscientização sobre a importância e a limitação da água e estimular a reflexão sobre o impacto das ações humanas na sua disponibilidade e qualidade.

A estratégia didática teve uma duração total de 50 minutos, dividida em três momentos: 1) Sondagem e Engajamento (10 minutos): Momento inicial para ativar o conhecimento prévio dos alunos com perguntas abertas, como “O que vem à mente de vocês quando falamos em ‘água’?”; 2) Apresentação do Assunto e Conhecimento (20 a 30 minutos): Transmissão do conteúdo teórico utilizando slides e um vídeo educativo curto (5 minutos); 3) Verificação do Aprendizado (10 minutos): Momento prático e avaliativo em que os alunos, organizados em grupos, produziram cartazes e responderam perguntas-chave e propuseram ações de economia de água e cuidado com o meio ambiente.

Os objetivos foram: identificar o nível de compreensão dos alunos sobre a escassez hídrica; observar a capacidade de relacionar suas práticas de consumo com a poluição e avaliar o potencial da intervenção em estimular a mudança de hábitos.

A avaliação demonstrou que a intervenção foi bem-sucedida, facilitando a aprendizagem e a assimilação dos conceitos. O entusiasmo e os cartazes produzidos pelos alunos, evidenciaram que eles conseguiram conectar a teoria à prática, reconhecendo a importância de suas ações individuais e coletivas.

A abordagem pedagógica aplicada, combinada com a transmissão de conhecimento e atividades práticas, foi eficaz para a aprendizagem e para a conscientização. A mobilização dos estudantes é fundamental para que o conhecimento científico se transforme em atitudes e comportamentos mais sustentáveis no dia a dia.

Sistema Terra e Universo

A intervenção intitulada “Sistema Terra e Universo” foi realizada com a turma do 6º Ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Carlota Vieira Da Cunha.

A aula de 50 minutos ocorreu no dia 23 de outubro, conduzida pelos discentes Carla Gomes Lopes e Eduardo, e contou com o apoio do professor Gillian. O objetivo foi verificar a eficácia da metodologia em três momentos: problematização, organização e aplicação na consolidação do aprendizado sobre os movimentos da Terra e os componentes do Sistema Solar.

A intervenção foi estruturada em três momentos: a) Problematização Inicial: A fase inicial se deu com perguntas abertas para levantar os conhecimentos prévios da turma; b) Organização do Conhecimento: Foi utilizada uma apresentação de slides (intitulada “O UNIVERSO EM NOSSAS VIDAS: A TERRA, O SOL E A LUA”) para detalhar conceitos em geral sobre o sistema solar; c) Aplicação e Certificação do Conhecimento: Em substituição ao cartaz foi aplicado algumas questões que foram copiadas no caderno e respondidas em grupo geral da turma.

Foi observada uma participação significativa dos alunos, gerando engajamento da turma. O uso dos três vídeos em aula na fase inicial foi um recurso eficaz, contribuindo diretamente para que os alunos mantivessem a concentração durante a aula. O método de certificação por questionário coletivo validou a assimilação dos conceitos.

A facilidade com que a turma respondeu as questões evidenciou a eficácia da sequência didática e da metodologia aplicada na transmissão do conteúdo.

Conclui-se que a Intervenção Pedagógica sobre o Sistema Terra e Universo alcançou seu objetivo de consolidar o aprendizado em 50 minutos. O alto nível de engajamento e participação da turma do 6º Ano, somado à certificação positiva do conhecimento por meio do questionário coletivo, reforça a validade da metodologia utilizada nesta intervenção.

Consumo de Energia

A intervenção realizada com a turma do 3º ano da Escola de Ensino Médio XV de Novembro, turno da noite, teve como foco a compreensão do consumo de energia elétrica no cotidiano, destacando a importância do uso consciente dos aparelhos domésticos. A atividade foi desenvolvida pela bolsista Érica da Silva Borges, sob supervisão da professora Ana Caroline Machado Gonçalves, e buscou aproximar conceitos de Física da realidade prática dos estudantes, incentivando a responsabilidade ambiental e o entendimento dos gastos energéticos.

A proposta iniciou com o levantamento de hipóteses a partir de perguntas problematizadora, como: “O ar-condicionado moderno pode gastar menos que um ventilador antigo?” e “O tempo de uso influencia no valor da conta de luz?”. Esse momento gerou um debate inicial que estimulou a reflexão e permitiu identificar concepções prévias dos alunos. As hipóteses foram registradas para comparação com os resultados das atividades seguintes.

Após, foi realizado um jogo educativo no qual cada aluno recebeu uma ficha com um cenário de uso de aparelhos elétricos. As fichas apresentavam a potência dos equipamentos e o tempo de funcionamento, permitindo que os estudantes calculassem o consumo energético (E = P × t). Após resolverem os cálculos, os alunos compararam seus resultados, identificaram quais personagens consumiam mais energia e discutiram alternativas de economia no dia a dia.

A dinâmica favoreceu o trabalho colaborativo, a análise crítica e a interpretação de dados, ao mesmo tempo em que aproximou o conteúdo científico da experiência cotidiana. A intervenção contou com boa participação, especialmente durante a atividade prática, onde os estudantes demonstraram interesse e empenho. Mesmo com minha dificuldade inicial em conteúdos de Física, foi possível conduzir a atividade com segurança, tornando o momento rico e significativo.

Setembro Amarelo

A intervenção realizada no dia 25 de setembro de 2025, na Escola Estadual de Ensino Médio XV de novembro, com a turma do 2º ano do turno da noite, teve como tema central o “Setembro Amarelo”, campanha dedicada à prevenção do suicídio e à valorização da vida. A atividade foi conduzida pela bolsista Érica da Silva Borges e teve como objetivo promover a reflexão sobre saúde mental, reconhecer sinais de sofrimento emocional e incentivar o autocuidado e o apoio mútuo.

A apresentação iniciou com uma conversa aberta sobre emoções, estresse e situações do cotidiano que podem gerar sofrimento, permitindo levantar os conhecimentos prévios da turma. Em seguida, os slides ilustrativos apresentaram a origem da campanha, o significado da cor amarela e sua relação com a valorização da vida. Também foram discutidos sintomas da depressão, sinais de alerta e comportamentos que podem indicar risco, sempre reforçando a importância de falar sobre sentimentos e pedir ajuda quando necessário.

Um ponto fundamental foi a apresentação do CVV (Centro de Valorização da Vida), destacando seus canais de atendimento e a relevância do serviço como rede de apoio. A intervenção buscou reforçar que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas um gesto de coragem e cuidado consigo mesmo.

Após a explanação, os alunos participaram da atividade “Caixa do incentivo à vida”, escrevendo mensagens de apoio, empatia e esperança para colegas. Algumas frases foram compartilhadas em sala, promovendo um momento de sensibilidade e reflexão coletiva. Observou-se boa participação dos estudantes, com destaque para o engajamento dos meninos, que fizeram mais perguntas e interagiram de forma ativa.

A intervenção contribuiu para fortalecer o diálogo sobre saúde mental, estimulando a empatia, a escuta atenta e a valorização da vida dentro do ambiente escolar.

Fontes de Energia

A intervenção realizada no dia 22 de agosto de 2025 teve como tema central as fontes de energia, abordando sua presença constante no cotidiano e suas diferentes formas de utilização. A atividade foi desenvolvida com a turma do 2º ano do Ensino Médio, no turno da manhã, e buscou apresentar, de maneira clara e ilustrada, como a energia é essencial para o funcionamento da sociedade, seja para carregar um celular, acender uma lâmpada, movimentar máquinas ou realizar processos industriais.

A apresentação foi conduzida pelas bolsistas Érica da Silva Borges e Lilian de Oliveira Machado, sob supervisão da professora Ana Caroline Machado Gonçalves. Dividida em dois momentos expositivos, a intervenção explicou as principais fontes de energia renováveis e não renováveis, como solar, eólica, hídrica, biomassa, nuclear, petróleo, carvão mineral e gás natural. Também foram discutidas as características de cada fonte, suas vantagens, limitações e impactos ambientais.

Os slides utilizados facilitaram a visualização dos tipos de energia e permitiram relacioná-los com situações reais vividas pelos estudantes. Apesar de a participação oral ter sido reduzida com apenas um aluno interagindo mais ativamente, a turma demonstrou atenção e interesse durante toda a exposição. A escuta foi positiva e contribuiu para que a dinâmica fluísse de maneira organizada e compreensível.

Ao final, foi possível perceber que a intervenção ampliou a compreensão dos alunos sobre o papel da energia na sociedade, incentivando reflexões sobre sustentabilidade, consumo consciente e impactos ambientais. A avaliação ocorreu de forma contínua, considerando a participação, o interesse e o preenchimento da atividade impressa entregue aos estudantes.

Oficina Leitura e Literatura nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental

No dia 19 de novembro de 2025, na sala 311 do Campus Jaguarão, a mestranda Fernanda da Silva Araújo (PPGEdu – Unipampa) realizou a oficina Leitura e Literatura nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental com o grupo de bolsistas do Pibid Alfabetização. Fernanda fez uma exposição teórica sobre os principais princípios do trabalho com a leitura e a literatura nos anos iniciais e, depois, realizou uma atividade denominada “Laços de Palavras”, a qual possibilitou o exercício da criatividade e imaginação pelos bolsistas.

Título: Feira da consciência negra: memória e luta

No dia 19 de novembro de 2025, a escola Getúlio Vargas, em Itaqui, organizou uma feira sobre a Consciência Negra como um modo de lembrar e fortalecer a luta por um futuro melhor. As turmas com pibidianos de Matemática organizaram jogos africanos, como: Tsoro Yematatu, Shisima e Mancala, onde os demais estudantes da escola puderam conhecer e interagir com os jogos.

PIBID INTERDISCIPLINAR DA SOCIOLOGIA DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO MÉDIO TRICENTENÁRIO APROVA E APRESENTA TRABALHOS NO 17° SIEPE EM BAGÉ

O grupo de Pibidianos da escola Tricentenário submeteu trabalhos para avaliação e apresentação no 17° Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão (SIEPE). Os trabalhos submetidos têm por objetivo relatar a experiência dos pibidianos em decorrência de suas atividades na escola integrante. Sendo assim, o primeiro trabalho irá relatar a experiência do Pibid no ensino regular e integral do ensino médio, abordando a realização de projetos próprios dos pibidianos e integrados a alguns existentes na escola. Por outro lado, o segundo trabalho aborda as experiências com o EJA (educação de jovens e adultos) que ocorre no período da noite, sendo uma modalidade marcada pelo perfil heterogêneo dos estudantes, em sua maioria com trajetórias interrompidas, responsabilidades familiares e demandas profissionais que influenciam diretamente sua relação com a escola. Em ambos relatos, identifica-se uma necessidade de abordagem mais dinâmica para o melhor
aprendizado e foco dos alunos em um determinado conteúdo, como por exemplo, o uso dos
Chromebooks disponibilizados pela escola para os estudantes realizarem pesquisas, produzir slides, etc. Portanto, os dois relatos se justificam visto que, as experiências de iniciação a docência proporcionada pelo PIBID são essenciais para a formação docente, aproximando o aluno de licenciatura ao cotidiano escolar em suas várias camadas. O 17° SIEPE ocorreu de 4 a 6 de novembro, os relatos foram apresentados por um Pibidiano de cada grupo, Andressa Antunes e Bruno Pereira.

Texto elaborado por Gianna Cacciatore

COLÉGIO ESTADUAL GETÚLIO VARGAS VINCULADO AO PIBID DA SOCIOLOGIA PROVA E APRESENTA TRABALHOS CIENTÍFICO NO 17° SIEPE

Atualmente, muito se discute sobre diversos temas raciais com o objetivo de diminuir o preconceito existente nos mais variados ambientes sociais. Com isso, oColégio Estadual Getúlio Vargas vinculado ao PIBID da sociologia desenvolveu um estudo interdisciplinar capaz de reunir a socialização dos alunos e pibidianos no desenvolvimento do projeto intitulado Narrativas da Resistência de uma Mulher Negra na História: ‘’Um defeito de cor’’ aprovado para ser apresentado no décimo sétimo Salão de Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão.
Pesquisa essa que visa criar uma minissérie audiovisual baseado no livro de Ana Maria Gonçalves, Um Defeito de Cor, que tem por objetivo protagonizar os estudantes do Ensino fundamental anos iniciais, finais e médio, como forma de trabalhar questões raciais e a interdisciplinaridade com as diferentes áreas do conhecimento das grades curriculares dos alunos. Envolvendo a leitura e interpretação da obra, o diálogo guiado pela professora responsável e a criação e elaboração de um material audiovisual como forma de compreensão da temática racial.
Diante desse contexto racial, percebemos diversos abusos cometidos por homens que se sentiam detentores do poder e da supremacia da raça branca. Não é de se espantar pelas violências relatadas no livro de Ana Maria Gonçalves (2009) a fragilidade humana de rebaixar outras etnias como forma de satisfação pessoal.
Desse modo, o Brasil como por exemplo no período escravocrata tinha como principal meio econômico o tráfico de pessoas negras como mercadorias a serem vendidas e exploradas. (Silva, 2025). Das barbáries ao futuro marcado com a difícil reparação histórica que muito provavelmente não será feita.
Acerca disso, como objetivo geral do projeto, desenvolver nos alunos uma consciência histórica e cultural sobre a população negra no Brasil por meio da leitura crítica do romance Um Defeito de Cor. Estimulando a produção criativa e coletiva dos alunos em relação ao assunto proposto. Gerar esse debate de inclusão social nos traz não só conforto para diversas pessoas que se sentem desconfortáveis em uma sociedade majoritariamente composta por pessoas brancas, mas sim protagonismo e referência para esses estudantes. Dados do IBGE (2022, n. p.) apontam que ‘’[…] em 2022, cerca de 43,5% (88,2 milhões de pessoas) se declararam brancas, 10,2% (20,6 milhões) se declararam pretas, 0,6% das pessoas (1,2 milhão) se declararam indígenas e 0,4% (850,1 mil) se declararam amarelas. Uma porcentagem bastante significativa que nos mostra a existência de pessoas negras no nosso país e a diversidade existente de diferentes etnias que compõem o nosso Brasil.

Texto elaborado por Guus Dorneles