Janeiro Branco 2023 | Cuidar da mente é cuidar da vida!

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➡️ Durante todo esse mês celebramos o Janeiro Branco, criado em 2014 pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão, com objetivo de reforçar a importância da reflexão e conscientização acerca dos cuidados com a saúde mental. 🧠
 
📍 Entendo a relevância do tema e a importância dos cuidados com a mente, a Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) destaca os principais sintomas que sinalizam alerta para a saúde mental: ansiedade, desânimo, alteração no humor, problemas de sono, preocupação excessiva. Além disso, enfatiza abaixo dicas que contribuem para a preservação da saúde mental do servidor:
 
  • Busque se desconectar das telas em alguns momentos do dia para ler um livro, meditar, praticar um exercício físico – sob orientação profissional -, fazer uma caminhada ao ar livre ou alguma atividade que dê prazer. 📖🧘‍♀️🏊
  • No ambiente de trabalho, seja ele presencial ou na modalidade de teletrabalho, tente manter a sua rotina habitual o máximo possível. Ao manter seus rituais de trabalho – como acordar-se, vestir-se, tomar um café…-, seu dia ficará mais estruturado e evitará prejuízos à sua saúde mental. Faça pausas para relaxar o corpo e o cérebro. Lembre-se que esse deve ser um hábito essencial, já que intervalos melhoram significativamente os níveis de produtividade e a capacidade de foco.
  • Evite a “infoxicação”. Se algumas notícias estão causando aumento de sentimentos de ansiedade, reduza o tempo ou evite ficar com a televisão ligada e acompanhar matérias relacionadas ao assunto. Para saber mais sobre este tema, acesse o material já produzido pela DASST e pela DP clicando aqui. 🔗
  • Mantenha relacionamentos bons e saudáveis e destine momentos do dia a quem você gosta. Converse com quem faz você se sentir bem. O apoio dos familiares, dos amigos e dos colegas é fundamental para o bem estar. 🗣
  • Mantenha bons hábitos alimentares e a ingestão adequada de água. Eles impactam positivamente na saúde física e, consequentemente, na saúde mental também. 🥦🥑🍓
  • Tenha uma boa noite de sono, pois dormir bem é essencial para a saúde e o bem estar. Pratique a higiene do sono: estabeleça um horário para dormir e acordar e evitar o uso de telas pelo menos 30 minutos antes de dormir, para melhorar a qualidade do seu descanso à noite. 😴
  • Se estiver sentindo ansiedade, mau humor ou qualquer outra alteração, busque ajuda profissional para evitar o agravamento da situação. É possível prevenir o adoecimento mental através da psicoterapia ou de demais técnicas que serão indicadas pelo profissional. Se o adoecimento mental estiver relacionado ao trabalho, é possível buscar suporte junto às psicólogas da Divisão de Perícias através do e-mail: psicologia.progepe@unipampa.edu.br. 💌
  • Se perceber alguma alteração em sua saúde física, também busque avaliação profissional. Não esqueça que ela é tão importante quanto sua saúde mental. 🩺
Fique atento e cuide da sua saúde mental o ano inteiro. Cuidar da mente é cuidar da vida! 🧠

Aprendendo sobre transtornos mentais | Combate à psicofobia

Hoje, 10 de outubro, Dia Mundial da Saúde Mental, é um dia para a educação, a conscientização e a defesa da saúde mental global contra o estigma social. Nesse intuito, há um programa anual de conscientização para chamar a atenção para os transtornos mentais e seus principais efeitos na vida das pessoas em todo o mundo.

A Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e a Divisão de Perícias (DP) aproveitam o ensejo para realizar o encerramento da campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais”. De junho a outubro, foram divulgados materiais que abordaram diferentes tipos de transtornos mentais. O objetivo da campanha foi o de sensibilização dos colegas, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitem conhecer as patologias, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem as equipes. 

Neste último material, vamos falar especificamente sobre Psicofobia. Você mesmo já deve ter ouvido ou até mesmo proferido frases como estas, voltadas às pessoas com transtornos mentais:

“Falta força de vontade para você superar isso!”

“Se você ocupar a cabeça, isso passa.”

“Bullying? Eu estava só brincando!”

“Depressão? Desculpa para não trabalhar, isso sim!”

Todas essas frases possuem algo em comum: preconceito. O preconceito ou discriminação em relação a pessoas que sofrem de transtornos e deficiências mentais é conhecido como psicofobia.

O estigma presente nesses casos advém da falta de conhecimento. Historicamente, a distinção do que seria normalidade e do que seria loucura norteou as posturas a serem adotadas, sempre houve uma preocupação em identificar a sanidade mental como um traço importante para confiar e validar o que a pessoa disse. Indivíduos ditos “normais” foram tratados com dignidade e respeito, enquanto os ditos “loucos”, foram isolados e humilhados. Por conta disso é que até hoje existe preconceito nesse sentido.

Portanto, o principal antídoto para o combate à psicofobia é conscientizar as pessoas sobre as doenças mentais – tanto para que não tenham receio de procurar ajuda profissional, quanto para diminuir os estigmas sofridos por quem convive com a doença.

O medo do estigma e os muitos pensamentos equivocados sobre saúde mental fazem com que pessoas com transtornos mentais deixem de procurar a ajuda que necessitam.

Sem o tratamento adequado, muitas pessoas passam décadas sofrendo de sintomas intermediários, chegando, em alguns casos, a ter o funcionamento da vida muito comprometido, interferindo no trabalho, casamento, saúde física e em outros aspectos pessoais. ​O estigma, além de impedir o tratamento, pode agravar o sofrimento e até levar ao suicídio de alguém com diagnóstico de transtorno mental.

O tratamento mais indicado para os transtornos mentais é a associação entre psicoterapia e medicação. Aí entramos em outra questão: também existe preconceito em relação ao uso de medicamentos, mas é necessário destacar que o tratamento medicamentoso por si só não tem a função de “cura” e não objetiva corrigir “algo errado”. Ele tem um efeito benéfico, diminuindo o sofrimento e potencializando a chance de melhora do quadro de saúde. Deve ser feito com cuidado e atenção e, em grande parte dos casos, deve ser interrompido assim que possível, por recomendação médica.

O que causa preocupação são as pessoas que não aceitam tomar medicação de jeito nenhum ou as pessoas que acham que basta tomar para tudo ficar maravilhoso. Não é apenas uma questão de tomar remédio, ele diminui mais rapidamente a gravidade dos sintomas e impede consequências nocivas para o paciente, contudo, a psicoterapia e as medidas para melhorar a qualidade de vida são primordiais, como mudanças no estilo de vida, prática de esportes, boa alimentação, sono reparador e ter uma rede de apoio nos relacionamentos.

Confira algumas situações que podem surgir no ambiente de trabalho e que configuram psicofobia clicando aqui.

Acima de tudo, em nossas relações pessoais, a empatia e o respeito devem imperar. Se você percebe que o colega não está bem, oriente que ele faça o tratamento adequado, procurando psicólogo e/ou psiquiatra, pois esses profissionais compreendem os diferentes tipos de transtornos mentais e são habilitados para lidar com essas questões.

Se o colega precisar se afastar para tratamento de saúde, você pode julgar que ele está prejudicando o trabalho, mas ao invés de olhar por essa perspectiva, coloque-se no lugar dele e entenda que ele não está bem e que se ele se cuidar poderá ter condições de retornar e passar a executar bem seu trabalho – diferentemente se ele não se afastar e não fizer o tratamento adequado, assim estará prejudicando ainda mais a si mesmo e a toda a equipe.

Servidor da Unipampa, faça sua parte no combate à psicofobia e compartilhe os nossos materiais com sua família, amigos e colegas de trabalho.  Não esqueça: combater o estigma e contribuir para uma sociedade sem preconceito é missão de todos nós! 

Siga acompanhando as campanhas produzidas pela DASST e DP porque falamos sobre saúde mental não apenas na data de hoje, mas o ano inteiro!

Aprendendo sobre transtornos mentais | Síndrome de Burnout

A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), por meio da Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e da Divisão de Perícias (DP), dá seguimento à sua campanha de saúde mental que está acontecendo desde junho.

O objetivo da campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais” é sensibilizar os colegas, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitam conhecer a patologia, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem a equipe.

O quinto tema da campanha é a “Síndrome de Burnout”. Desde o dia 01 de janeiro de 2022, essa síndrome passou a ser considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno relacionado ao trabalho. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, é desenvolvida pelo trabalho desgastante e se manifesta a partir do esgotamento mental ligado ao estresse, à alta demanda, à excessiva responsabilidade e à competitividade no ambiente de trabalho. 

Para saber mais sobre esse adoecimento tão importante na atualidade, a cartilha do mês de outubro foi organizada de forma a responder os seguintes questionamentos:

  • Quais são os principais sintomas?
  • Como surge o Burnout?
  • Como evitar?
  • Qual o papel da instituição?

Acesse o material clicando aqui

Lembre-se que a Síndrome de Burnout é uma condição clínica que deve ser levada a sério, inclusive qualquer um de nós pode desencadeá-la em algum momento da vida ou conviver com alguém que tenha essa síndrome. Por isso, não duvide, não minimize e não questione!

Desmistificar tabus e acolher de forma adequada impactam na saúde do servidor e podem surtir efeitos positivos em relação ao clima de trabalho e ao suporte das atividades desempenhadas. Informe-se, indique o material para o seus colegas de trabalho e contribua na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e humano. 

Aprenda sobre transtornos mentais e diga não à psicofobia!

Será que você sofre de infoxicação?

Hoje, dia 23 de setembro, é o Dia Mundial de Combate ao Estresse, campanha anual de prevenção e controle do estresse, cujo objetivo é ampliar a conscientização sobre este mal que aflige a sociedade atual, alertando a população sobre os sintomas e hábitos causadores de estresse. E para marcar a data, trouxemos como tema a “infoxicação”.
O que é isso? 🤔
 
➡️ A “infoxicação” surge quando as pessoas passam a maior parte do tempo lendo notícias e sendo impactadas por elas.
 
Esse conceito foi criado por um físico espanhol, Alfons Cornella, em 1996, para designar a situação em que uma pessoa tenta receber e analisar um número de informações muito maior do que seu organismo é capaz de processar.
 
Segundo especialistas da Universidade de Berna, na Suíça, em 2012, um ser humano tem a capacidade máxima de ler 350 páginas por dia, caso faça apenas isso o dia inteiro.
 
Entretanto, o volume de informações que recebemos diariamente através de: internet, redes sociais, WhatsApps, e-mails, revistas, jornais, rádio, televisão é de cerca de 7.355 gigas, que é o equivalente a bilhões de livros!
 
Essa avalanche de informações acompanhada pelo interesse crescente por assuntos específicos – também conhecida como infodemia – foi potencializada pela transformação digital e pela diversidade de canais midiáticos, como as redes sociais.
 
🔖 Esse fenômeno ganhou formatos ainda mais claros com a Covid-19: o intenso volume de notícias, com ou sem credibilidade, gerou um mal-estar social de consequências tão graves quanto a própria pandemia. Afinal, a desinformação e os rumores circularam tanto quanto conteúdos idôneos e de utilidade pública, influenciando o comportamento coletivo e dificultando a superação da Covid-19.
 
Nesse contexto, a FOMO (“fear of missing out“), que em português significa algo como “medo de ficar de fora”, se caracteriza por uma necessidade constante de saber o que outras pessoas estão fazendo, associado a sentimentos de ansiedade, que impactam fortemente as atividades de vida diária, assim como a produtividade no trabalho.
 
Pessoas que têm FOMO, acabam, em razão da insegurança de estar offline, tendo uma necessidade constante em se atualizar nas redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter ou Youtube, mesmo durante a noite, no trabalho, durante as refeições ou ao dirigir, o que, por vezes, pode representar um perigo para a segurança.
 
📌 Confira alguns dos principais sintomas físicos e psíquicos do excesso de informação:
 
  • Aumento da ansiedade: ocorrem sintomas como batimentos cardíacos acelerados, falta de ar, tremedeira, insônia, entre outros.
  • Desenvolvimento do estresse: estresse com pequenas coisas e sintomas como cansaço, tensão muscular e dores de cabeça.
  • Aparecimento da síndrome da fadiga informativa: cansaço extremo ao realizar qualquer tipo de atividade.

Para saber mais sobre a Infoxicação, clique aqui

⚠  A infoxicação – importante causa de estresse atualmente – se trata de um sério problema de saúde pública, com tendência a se agravar cada vez mais, por isso a importância da conscientização sobre o tema e de que tomemos medidas para diminuir nosso acesso à “enxurrada” de informações. Para auxiliar nesse sentido, encaminhamos, em anexo, algumas estratégias para tal.
 
Acima de tudo, decida o que você precisa saber ou gosta e vá buscar informações, sempre com muito bom senso e dentro da sua capacidade humana.
 
Lembre-se: você não é um computador! 😉

Aprendendo sobre transtornos mentais | Depressão

A Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), por meio da Divisão de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho (DASST) e da Divisão de Perícias (DP), dá continuidade à campanha “Aprendendo sobre transtornos mentais”.

O objetivo dessa campanha é sensibilizar os colegas, sobretudo aqueles que ocupam cargo de chefia, por meio do compartilhamento de informações que permitam conhecer a patologia, compreender os obstáculos enfrentados pelo servidor e, de forma empática, buscar alternativas para que a rotina de trabalho seja mais produtiva e saudável a todos que compõem a equipe.

Depois dos transtornos de ansiedade, a depressão é considerada o transtorno mental que ocorre com mais frequência. Por isso, a campanha de saúde mental da PROGEPE escolheu como quarto tema “Depressão”. 

A cartilha de setembro foi organizada nos seguintes tópicos:

  • O que é?
  • Causas
  • Diferença entre tristeza e depressão
  • Tipos de depressão
  • Características e sintomas
  • Fatores de risco para o desenvolvimento da depressão
  • Tratamento
  • Prevenção
  • Depressão e ambiente laboral
  • Como criar um ambiente de trabalho empático
  • Como cada um pode criar esse ambiente
  • Todos juntos na promoção da saúde mental!

Acesse o material clicando aqui.

Não esqueça que a depressão é uma doença que deve ser levada a sério, inclusive qualquer um de nós pode desencadeá-la em algum momento da vida ou conviver com alguém que tenha esse transtorno. Por isso, não duvide, não minimize e não questione!

Desmistificar tabus e acolher de forma adequada impactam na saúde do servidor e podem surtir efeitos positivos em relação ao clima de trabalho e ao suporte das atividades desempenhadas. Informe-se, indique o material para o seus colegas de trabalho e contribua na promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diverso e humano. 

Aprenda sobre transtornos mentais e diga não à psicofobia!