Arquivo da categoria: Edição 2024-2026

Atividades Escola Téo Obino

Durante o mês de agosto, os bolsistas do PIBID da Escola Municipal Téo Vaz Obino desenvolveram atividades de Matemática relacionadas aos conteúdos contemplados na avaliação do CAEd. As ações possibilitaram aos estudantes revisar e aprofundar conceitos matemáticos trabalhados na avaliação, por meio de diferentes estratégias de ensino.
Cada bolsista ficou responsável pela aplicação de uma temática. Com o 9º ano do turno da tarde, foi trabalhada a Fatoração de Equações do 2º Grau, por meio da Resolução de Problemas. Para o 8º ano do turno da manhã, foi aplicada a atividade “A Magia do Pi”, que explorou conceitos relacionados ao número π. No 7º ano, foram realizadas as atividades “Transformações Geométricas no Plano Cartesiano” e “Desafio dos Ângulos”, contribuindo para a compreensão de conceitos geométricos de maneira prática e dinâmica. Já com as turmas do 6º ano, foram abordadas as Propriedades da Igualdade e Situações-Problema, Investigação e Trabalho em Grupo, possibilitando o desenvolvimento do raciocínio matemático e da colaboração entre os estudantes.
A ação proporcionou aos bolsistas a vivência de diferentes estratégias de ensino e a articulação entre os conhecimentos teóricos e a prática docente. Para os estudantes, as atividades constituíram uma oportunidade de retomar e aplicar conceitos matemáticos de forma diversificada e significativa.

Evento: “55 anos do 20 do setembro: Memória, Presença e Futuro”

No dia 11 de setembro de 2026, os bolsistas do PIBID, do subprojeto de Matemática, participaram da Mostra Científica idealizada pela Secretaria da Educação do RS, que ocorreu em todas as escolas da rede. Na EEEB Professor Justino Costa Quintana, a temática foi abordada de diferentes formas, contemplando aspectos relacionados à cultura, às tradições e aos conhecimentos dos povos originários. O evento intitulado “55 anos do 20 do setembro: Memória, Presença e Futuro” contemplou todos os níveis de ensino e foi realizado nos três turnos. O Curso Normal apresentou os jogos matemáticos africanos desenvolvidos durante o projeto de Educação Antirracista, realizado com as turmas do Ensino Médio (Curso Normal e Integral). Durante a Mostra, os bolsistas ID auxiliaram os alunos na organização e apresentação dos jogos, contribuindo para o desenvolvimento das atividades. Além da mostra dos Jogos, as alunas do Curso Normal apresentaram outras atividades desenvolvidas ao longo do projeto.

Quando a Matemática encontra a Arte

No dia 26 de maio de 2026, os pibidianos do Instituto Federal Sul Rio-grandense participaram do 9º ENCIF – Encontro de Ciência e Tecnologia do IFSul conduzindo a oficina “Quando a Matemática encontra a Arte”. A oficina foi criada pelo grupo do subprojeto Matemática que atua no IFSul com o objetivo principal de explorar a relação entre geometria e estética a partir da construção do retângulo áureo. Para a realização da atividade foram disponibilizados aos participantes materiais como: fitas métricas, compassos, réguas, lápis, canetinhas, lápis de cor, borrachas, folhas A4, folhas quadriculadas e impressões de obras de arte clássicas.

A proposta iniciou com a condução de uma análise das obras impressas nas quais os alunos puderam identificar a presença da proporção áurea. Em seguida, utilizando régua, compasso, folhas A4 e quadriculadas, os participantes construíram geometricamente o retângulo áureo e suas espirais. Utilizando fitas métricas efetuaram medições a fim de comprovar as medidas das proporções. O acabamento com lápis de cor e canetinhas permitiu destacar as divisões proporcionais e valorizar o aspecto visual das produções. A dinâmica conectou a matemática a situações práticas de design, pintura e arquitetura, demonstrando como a geometria auxilia na estrutura de composições artísticas e elementos do cotidiano. Assim, a oficina promovida pelo PIBID no 9o ENCIF proporcionou um momento de aprendizado além de estimular a criatividade, a percepção espacial e as relações e conexões da matemática com a arte.

Aula Introdutória de Volume

No dia 4 de agosto de 2026, os bolsistas do PIBID do subprojeto de Matemática aplicaram uma atividade prática na EEEB Professor Justino Costa Quintana com as turmas de terceiro ano do Ensino Médio/Curso Normal. A proposta teve como objetivo introduzir o conceito matemático de volume por meio de uma contação de história adaptada do episódio do Rei Heron e sua coroa de ouro. Em seguida, através de um experimento semelhante ao apresentado na história, os bolsistas ID demonstraram, de forma prática, a diferença de volume entre dois objetos. A atividade também contou com uma folha de exercícios, na qual os alunos realizaram utilizando o material dourado, com a finalidade de compreender e desvendar a fórmula do volume de um paralelepípedo reto-retângulo. Por fim, foi solicitado aos estudantes que confeccionassem uma caixa no formato de uma embalagem de sua escolha, representando um paralelepípedo. A proposta buscou relacionar os conceitos matemáticos trabalhados em sala com situações práticas do cotidiano.

Ensino de matemática utilizando a metodologia de sala de aula invertida

        Os bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), da UNIPAMPA, campus Bagé, desenvolveram uma atividade pedagógica com os alunos das turmas de 6º, 7º, 8º e 9º ano da Escola Municipal Téo Vaz Obino, realizada nos turnos da manhã e da tarde. O objetivo da atividade foi aproximar os conteúdos matemáticos trabalhados em sala de aula do cotidiano dos estudantes, possibilitando que eles percebessem que os conteúdos estão ligados, direta e indiretamente, ao nosso dia a dia. A metodologia utilizada foi a sala de aula invertida, que coloca os alunos como protagonistas do seu próprio processo de aprendizagem.

       Por meio de sorteio, os alunos receberam temas matemáticos para pesquisar fora da sala de aula. Foram organizados em grupos de até quatro integrantes, que deveriam buscar informações e exemplos de aplicação prática dos conteúdos selecionados. Posteriormente, levaram suas pesquisas para a escola, onde realizamos a correção, a organização das informações e a produção de um cartaz para apresentação aos demais colegas em sala de aula.

       A experiência permitiu que os estudantes desenvolvessem conceitos diferentes dos abordados em sala de aula, relacionando a matemática com situações encontradas em nosso cotidiano. Para os bolsistas, a atividade contribuiu para a formação docente e reforça a importância de práticas pedagógicas que valorizem a participação ativa, a autonomia, o trabalho em equipe e a aprendizagem significativa.

Geoplaquinha

Nos dias 04 e 11 de agosto de 2026, os estudantes do 2º ano do Curso Integrado em Meio Ambiente do IFSul Campus Bagé participaram de uma atividade prática e interativa voltada ao estudo da Geometria Plana e intitulada “Geoplaquinha”. A atividade foi conduzida pelos pibidianos e teve como objetivo tornar a aprendizagem dos conteúdos matemáticos mais dinâmica, divertida e significativa. A proposta foi organizada no formato de desafios que consistiam em perguntas sobre os conceitos da geometria plana estudados. Cada dupla de estudantes recebeu quatro plaquinhas identificadas pelas letras A, B, C e D, correspondentes às alternativas das 15 questões que iam sendo projetadas em slides, cada uma com um tempo para resolução
proporcional ao seu nível de dificuldade. Os tópicos abordados foram áreas,
perímetros, triângulos, quadriláteros, ângulos, circunferência e relações entre medidas.
Durante a dinâmica, os estudantes precisavam resolver a questão com sua dupla e, quando autorizado, mostrar a plaquinha correspondente à alternativa escolhida. A pontuação era atribuída aos grupos que respondessem corretamente, tornando a atividade um desafio que estimulava a atenção, o raciocínio e a tomada de decisões. A atividade também possibilitou relacionar os conteúdos estudados em sala de aula com situações práticas e contextualizadas, utilizando exemplos envolvendo terrenos, praças, decoraçã de ambientes, rodas-gigantes entre outras situações do cotidiano.
Assim, a Geoplaquinha contribuiu para uma aprendizagem mais participativa, fortalecendo a comunicação, o trabalho em equipe e o interesse dos estudantes pela Matemática.

PIBID ALFABETIZAÇÃO NOVAMENTE NA ORGANIZAÇÃO DO 2º FÓRUM MUNCIPAL DE ALFABETIZAÇÃO, LEITURA E ESCRITA DE JAGUARÃO

No dia 14 de maio de 2026, ocorreu o 2º Fórum Municipal de Alfabetização, Leitura e Escrita no Campus Jaguarão, com a participação da Secretaria Municipal de Educação e do Subprojeto Pibid Alfabetização na organização e execução do evento. A coordenadora de área Patrícia Moura fez a palestra de abertura, intitulada “Leitura, escrita e oralidade: concepções e práticas”. As bolsistas Pibid atuaram como monitoras das salas das oficinas pedagógicas que ocorreram no turno da tarde. O evento contou com a participação de aproximadamente 160 professores da rede municipal de ensino de Jaguarão e possibilitou seu aprofundamento teórico-prático.

1º Encontrão de ALFAGRUPOS

No dia 24 de julho de 2026, das 9h às 17h, aconteceu o primeiro encontro de professoras alfabetizadoras da pré-escola e 1º ao 3º ano do Projeto de Extensão ALFAGRUPOS, formação continuada que vem ocorrendo desde abril deste ano, coordenado pela Prof.ª Dr.ª Patrícia Moura. Os ALFAGRUPOS são grupos de estudos e reflexão a partir da perspectiva do ALFALETRAR, cuja autora e pesquisadora é Magda Soares. Nesse dia, ocorreu o encontro de todos os ALFAGRUPOS (pré-escola ao 3º ano), sendo o dia todo de muita troca de experiências e construção de uma identidade alfabetizadora na rede municipal de ensino de Jaguarão. O evento ocorreu no Campus Jaguarão, começando, na parte da manhã, com a análise das relações entre a Política Municipal de Alfabetização e os planos de estudos do 1º ao 3º ano e construção do plano de atividades para a pré-escola. Na parte da tarde, contamos com a participação das pibidianas Aline Gonçalves Silva e Eduarda Porto Machado, que apresentaram suas práticas do estágio e do Pibid. O dia de intenso trabalho foi encerrado com a análise dos livros didáticos utilizados pelas professoras. Este projeto é uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Jaguarão e conta com a participação de professores das redes municipal e estadual de ensino.

PIBID Alfabetização: Festa Junina

No dia 26 de junho de 2026, a Escola Joaquim Caetano viveu uma tarde especial com a realização de várias quadrilhas juninas, sendo uma proposta feita pela supervisora Viviane Debom como um desafio às bolsistas do PIBID. A atividade consistia em organizar e ensaiar uma apresentação de uma quadrilha junina, com as turmas do 1º ao 5º ano, tendo apenas uma hora para preparar toda a coreografia.
As pibidianas aceitaram o desafio com entusiasmo, criatividade e dedicação. Cada bolsista trabalhou em conjunto com sua turma, incentivando a participação de todos os estudantes na construção da apresentação. Mesmo com o tempo reduzido para os ensaios, foi possível desenvolver coreografias alegres, organizadas e repletas de espírito junino, valorizando o trabalho em equipe e o protagonismo dos alunos.
As apresentações aconteceram das 15h às 16h, reunindo estudantes, professores e equipe escolar em um momento de integração e celebração. As quadrilhas encantaram o público ao combinar músicas tradicionais das festas juninas com sucessos atuais, tornando as apresentações ainda mais dinâmicas e divertidas. As crianças participaram com entusiasmo, demonstrando empenho, criatividade e alegria durante cada dança.
A proposta proporcionou uma experiência significativa para as bolsistas do PIBID, que puderam colocar em prática habilidades de planejamento, organização, liderança e mediação pedagógica. Além disso, reforçou a importância de atividades culturais no ambiente escolar como forma de fortalecer os vínculos entre alunos, professores e comunidade escolar.
Após o encerramento das apresentações, as turmas participaram de um lanche compartilhado no pátio da escola. Esse momento de convivência promoveu a socialização entre os estudantes, incentivando valores como cooperação, respeito e amizade. As apresentações das quadrilhas juninas foram um sucesso, demonstrando que, com comprometimento, criatividade e trabalho coletivo, é possível transformar desafios em experiências marcantes, enriquecendo o processo de ensino e aprendizagem e fortalecendo a cultura das tradicionais festas juninas no ambiente escolar.

PIBID ALFABETIZAÇÃO PROPORCIONA PARTILHA DE SABERES COM O QUILOMBO MADEIRA NA EMEF MARCILIO DIAS

No dia 22 de julho de 2026, aconteceu na EMEF Marcílio Dias um importante momento de partilha de saberes, memórias e ancestralidades, proporcionando aos estudantes uma experiência enriquecedora de valorização da cultura afro-brasileira e quilombola. A atividade integrou a proposta “Descolonizando o Currículo Escolar através de Práticas Educativas Inclusivas e Antirracistas: Revisitando Memórias e Ancestralidades do Kilombo Madeira, Construindo Identidade”, desenvolvida pela professora Jenifer Duarte da Costa Moraes e pela pibidiana Suzan Michaella Costa de Paula.

O encontro contou com a presença de integrantes da Comunidade Quilombola (Kilombo Madeira), estudantes, professores, equipe escolar, a coordenadora do Pibid Patrícia Moura e demais participantes que contribuíram para tornar o momento ainda mais significativo. A atividade teve como principal objetivo promover reflexões sobre identidade, pertencimento, diversidade e respeito às diferenças, fortalecendo os laços entre escola, comunidade e universidade.

Um dos momentos mais marcantes da manhã foi a exibição do filme sobre a história do Quilombo Madeira. O filme despertou a curiosidade e o interesse das crianças e adolescentes, que acompanharam atentamente os relatos sobre a trajetória da comunidade, suas lutas, conquistas, tradições e a preservação dos saberes ancestrais transmitidos entre gerações.

Ao longo do encontro, os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre a importância das comunidades quilombolas, sua história de resistência e a valorização da
cultura negra. As falas dos integrantes do Kilombo Madeira trouxeram relatos emocionantes que contribuíram para aproximar os estudantes da realidade da comunidade, fortalecendo o reconhecimento das identidades presentes no território e ampliando o respeito à diversidade cultural.

Para a professora Jenifer Duarte da Costa Moraes, ações como essa são fundamentais para a construção de uma educação inclusiva e antirracista, capaz de promover o diálogo, a valorização das diferenças e o reconhecimento das múltiplas identidades que compõem a sociedade brasileira.

Para a pibidiana Suzan Michaella Costa de Paula, acadêmica do curso de Pedagogia, bolsista do PIBID e mulher negra quilombola, o momento foi especialmente emocionante. Compartilhar a história do Kilombo Madeira dentro da escola representou uma oportunidade de dar visibilidade às memórias, às vivências e às lutas da comunidade. Mais do que apresentar conhecimentos, foi um momento de reafirmação da identidade quilombola e de valorização da ancestralidade negra.

A atividade reforçou a importância da aproximação entre escola, comunidade e universidade, mostrando que a construção do conhecimento acontece de forma coletiva,
respeitando diferentes histórias, culturas e experiências. Ao final do encontro, ficou evidente o envolvimento dos estudantes e a relevância de promover espaços que estimulem a reflexão, o respeito e a valorização da diversidade.

Outro momento muito significativo foi a oficina de autorretrato “Qual é a cor da tua
cor?”, que além de homenagear a autora Gladis Kaercher, a idealizadora dos giz de cera
Pintkor “tons de pele”, convidou as crianças a refletirem sobre sua identidade e suas
características físicas. Inicialmente, cada estudante teve a oportunidade de observar
atentamente sua própria imagem em um espelho, percebendo detalhes como a cor da pele, dos olhos, dos cabelos e seus traços únicos.

Em seguida, utilizando os gizes de cera Pintkor, conhecidos por sua ampla variedade de tons de pele, as crianças produziram seus próprios autorretratos. A atividade possibilitou o reconhecimento e a valorização das diferenças, promovendo o respeito à diversidade étnico-racial presente no ambiente escolar, além de estimular a criatividade e a coordenação motora, o momento contribuiu para o fortalecimento da autoestima das
crianças, que puderam se representar da forma como se enxergam, compreendendo que cada pessoa possui sua própria beleza, história e identidade. A construção dos autorretratos resultou em um rico momento de aprendizagem, diálogo e valorização das múltiplas cores que compõem nossa sociedade, fortalecendo o compromisso com uma educação democrática, inclusiva e antirracista e contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, sensíveis e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.