UNIPAMPA debate Inclusão e Acessibilidade no Campus Bagé

Inclusão e Acessibilidade, o qual reuniu a comunidade acadêmica e a comunidade bageense para refletir e debater sobre como a Universidade se preparará – não só em estrutura, mas também pedagogicamente – para receber os alunos com necessidades educacionais especiais. Durante a manhã, ocorreu a palestra “A inclusão do aluno com necessidades educacionais especiais na Universidade: do acesso à permanência”, com a professora da UFPR, Laura Ceretta. À tarde, o grupo pode acompanhar relatos de experiências de professores e estudantes que vivenciam a educação especial no seu cotidiano.

 

 

O seminário vem percorrendo os dez campus da UNIPAMPA, e além de promover o debate, é uma forma de sensibilizar os professores para as práticas pedagógicas que serão adotadas, conforme explica a pedagoga do Campus Bagé, Viviane Gentil. “A Universidade adota políticas afirmativas e deve se preparar para isso, não apenas oferecer a vaga”, explica. Para ela, o debate dessa quarta-feira deve desencadear a formação de grupos de trabalho que irão pensar como criar no Campus um ambiente acolhedor para os novos alunos ingressantes.

 

 

Compartilharam suas experiências como educadores ou como educandos inseridos na realidade da educação especial a professora Emiliana Rosa, que falou sobre a sua realidade como professora universitária de LIBRAS e deficiente auditiva, a professora Amélia Bastos, que comentou o trabalho desenvolvido em sua tese de doutorado, ambas do Campus Bagé, o bacharel em Direito e deficiente visual Max David Lima, e a estudante de Educação Física da Urcamp e deficiente auditiva, Ana Paula Moreira.

 

 

 

 

Essa atividade de discussão e reflexão foi promovida pela Comissão de Inclusão do Campus Bagé, em parceria com a Coordenação de Apoio Pedagógico (CAPE), articuladas com o Nina- Núcleo de Inclusão e Acessibilidade da UNIPAMPA.

 

Aline Reinhardt para Assessoria de Comunicação Social