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FILME BIOATIVO ANTIMICROBIANO À BASE DE CARRAGENANA E EXTRATO DE FOLHAS DE OLIVEIRA

Invenção da qual tem o objetivo, no setor de embalagens e transporte, de preservar alimentos por vias biodegradáveis. Tendo por fim, uma alternativa aos comuns filmes plásticos. 

O ‘Filme Bioativo antimicrobiano à base de Carragenana e extrato de folhas de Oliveira’ é uma saída sustentável aos tradicionais de plástico. Estes finos filmes são compostos por uma matriz biopolimérica, a carragenana extraída de algas vermelhas e o extrato das folhas de oliveira como agente antimicrobiano. Sendo assim, também atóxico além de biodegradável.

Abaixo você confere o resumo destinado à patente por Gabriela Silveira Da Rosa, Caroline Costa Moraes, Priscila Baruffi Ribeiro, Barbara de Zorzi Silva, Claudio Martin Pereira de Pereira, Bruna Silveira Pacheco, Vitória Olave de Freitas e Thamiris Renata Martiny (com cotitularidade da SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA)
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O produto é um filme biodegradável ou biofilme, produzido à base de carragenana e aditivado com o extrato de folhas de oliveira, com o finalidade de embalagem para alimentos. A carragenana é um biopolímero extraído de algas vermelhas, com potencial de formar bons filmes. Já, o extrato de folhas de oliveira pode ser considerado um composto antimicrobiano vegetal com possível aplicação como conservante alimentar. Nesse contexto, o filme biodegradável proposto é uma alternativa de embalagem ativa, pois além de proteger o alimento contra ações externas indesejáveis, interage com o mesmo para sua conservação, uma vez que é adicionado em sua constituição um componente auxiliar antimicrobiano, que melhora o desempenho do sistema de embalagem. Ainda, por ser uma embalagem biodegradável atende a demanda da redução do uso de embalagens produzidas com polímeros sintéticos.

TOPOLOGIA RETIFICADORA COM COMPENSAÇÃO ATIVA DE ONDULAÇÃO DE BAIXA FREQUÊNCIA SEM CAPACITOR ELETROLÍTICO

Invenção da qual tem o objetivo, no setor técnico industrial, na área de energia, de ser uma fonte de corrente contínua possibilitadora da substituição dos  tradicionais ‘capacitores eletrolíticos’ por outros mais duráveis, como os de poliéster. Tendo por fim, prolongar a vida útil das topologias, ou sistemas retificadores.

A novidade da Unipampa, obra dos pesquisadores Rodrigo Oliveira de Andrade, Guilherme Sebastião da Silva e Jumar Luís Russi, também pode ser adaptada para qualquer tipo de carga.

Abaixo você encontra o resumo da patente:

A invenção consiste em um sistema (topologia) retificador com baixa ondulação de tensão e corrente, o que permite a redução de capacitância e eliminação dos capacitores eletrolíticos de circuitos retificadores, substituindo por capacitores de poliéster, aumentando a vida útil do conversor. Um método inovador de aproveitamento da energia de entrada permite manter os mesmos níveis de ondulação, mesmo com uma redução de capacitância da ordem de 80%. 

Formas de onda e aproveitamento de energia de um retificador em onda completa.

Formas de onda e aproveitamento de energia da topologia proposta.

Este retificador pode ser empregado no primeiro estágio de conversores buck, forward, fly-back, inversores, entre outros. Ao contrário do que ocorre com outros métodos de redução de capacitância, este é um conversor de uso geral, podendo ser utilizado em qualquer tipo de carga.